Conteúdos sobre Saúde do Bebê

Como fazer o bebê dormir a noite inteira?

25-dez-09

Segue uma dica … um livro para que a mamãe possa ter mais estratégias para cuidar do seu bebê.

Livro ensina como fazer o bebê dormir a noite inteira

Do UOL Ciência e Saúde - http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2009/12/23/livro-ensina-como-fazer-o-bebe-dormir-a-noite-inteira.jhtm

Uma das primeiras coisas que uma grávida ouve dos pais de carteirinha é o aviso “Você nunca mais vai dormir”. E fazer o bebê pegar no sono é um tormento que realmente pode ultrapassar os seis primeiros meses, para desespero de algumas mães. A psicóloga Renata Kraiser foi uma delas e, depois de vivenciar o
problema, decidiu dedicar sua dissertação de mestrado ao assunto. O resultado é apresentado no livro “O Sono do Meu Bebê – Volte a dormir, aplicando este método seguro, prático e carinhoso” (CMS Editora).

Divulgação

O método apresentado no livro se baseia nos aspectos
psicológicos do sono do bebê
 

“Passei por essa situação e achava que seguir o conselho de alguns pediatras, de deixar a criança chorando até pegar no sono, era sofrido demais”, conta. Em seu trabalho acadêmico, Kraiser foi buscar informações sobre os aspectos psicológicos do sono dos bebês, seguindo um caminho diferente do usual, que é
focar-se nos aspectos biológicos e comportamentais. “O sono é uma das funções mais frágeis do ser humano e, no caso da criança, depende muito de como a relação entre a mãe e o bebê se estabelece”, explica.

A psicóloga diz que seu método consiste em trabalhar duas questões básicas: a separação e a vivência da união primária, ou seja, a sensação que o bebê deve ter de que a mãe é capaz de prover suas necessidades básicas. Para isso, ela propõe ações como massagens e o estabelecimento de rotinas. O objetivo é desenvolver a consciência, na criança, de que o vínculo com a mãe vai além da presença, o que traz a tranquilidade necessária para superar os momentos de separação.

O ambiente apropriado para o sono é outro aspecto ressaltado pela psicóloga no livro. Adormecer em um lugar e acordar em outro, por exemplo, pode gerar insegurança. Usar um tom de voz que transmita confiança e serenidade também é importante para acalmar o bebê. E a psicóloga também defende o uso de ursinhos,
bonecos ou uma fralda que tenha o cheiro da mãe, chamados de “objetos transicionais”, para que a criança fique mais tranquila enquanto estiver sozinha.

Outra dica é colocar dois brinquedos pequenos, um em cada canto do berço, para que o bebê se localize caso acorde no meio da noite.”Por isso também recomendo o uso de uma iluminação muito suave (de 7 a 15 W) para que o bebê possa enxergar e reconhecer onde está”, diz Kraiser no livro.

“O Sono do Meu Bebê – Volte a dormir, aplicando este método
seguro, prático e carinhoso”

CMS Editora - www.cms.com.br
108 páginas
R$
33,90


Exercício durante a gravidez melhora coração da mãe e do bebê

16-dez-09

Por Donna Krupa – Diário da Saúde – 18/11/2008

Benefícios para todos

Estudos anteriores demonstraram que os exercícios durante a gravidez têm um efeito positivo nas futuras mamães e nenhum impacto prejudicial ao feto em desenvolvimento.

Um novo estudo agora leva esse conhecimento um pouco mais adiante, ao descobrir que não apenas as mulheres se beneficiam dos exercícios, mas também os seus futuros bebês.

Magnetocardiografia

Os cientistas levantaram a hipótese de que o exercício  durante a gravidez possa ter efeitos benéficos sobre a programação cardíaca fetal ao reduzir a taxa de batimentos cardíacos do feto e aumentar a variabilidade dessa taxa de batimentos.

Como resultado, um componente chave da pesquisa envolveu a magnetocardiografia, o equivalente magnético do eletrocardiograma. A magnetocardiografia é um método seguro e não-invasivo para registrar o campo magnético ao redor das correntes elétricas geradas pelo coração e pelo sistema nervoso do feto.

Além de medir a taxa de batimentos cardíacos e sua variabilidade, a magnetocardiografia permite o estudo das formas de onda cardíacas para medir os intervalos de tempo entre os batimentos.

Monitoramento fetal

Para o estudo, os registros fetais foram obtidos desde as 24 semanas de gravidez até o parto. Os eventos maternal e fetal foram gravados em tempo real. Movimentos fetais, tais como respiração e movimentos do corpo e da boca, foram gravados usando a magnetocardiografia para determinar o estado fetal e para rastrear acelerações na taxa de batimentos cardíacos.

Os exames foram feitos, em intervalos de quatro semanas, em mulheres grávidas classificadas entre as que faziam exercícios físicos e as que se declaravam sedentárias. As mulheres foram agrupadas de acordo com a freqüência, intensidade e duração dos exercícios físicos.

Efeitos dos exercícios físicos na gravidez

Os pesquisadores descobriram que:

  • os fetos de mães que fazem exercícios físicos apresentam taxas de batimentos cardíacos significativamente mais baixos. As taxas de batimentos cardíacos dos fetos de mães que não se exercitam são mais elevadas independentemente da atividade fetal ou da idade gestacional;
  • as diferenças entre as taxas de batimentos cardíacos dos dois grupos foram estatisticamente significantes em todas as idades gestacionais estudadas;
  • a análise da variabilidade cardíaca de curto e longo prazos mostrou diferenças estatísticas significativas na 32ª semana de gestação e, menos significativas, na 36ª semana.

Mãe e bebê com corações mais saudáveis

“Este estudo sugere que uma mãe que se exercita pode não apenas desfrutar dos benefícios dos exercícios para o seu próprio coração, mas também ter resultados benéficos para o coração do seu bebê. Como resultado deste estudo-piloto, nós planejamos continuar a analisar o assunto para incluir mais mulheres grávidas na pesquisa, afirma Dra. Linda E. May, coordenadora do estudo.

Como fazer meu filho dormir?

11-dez-09

Esta matéria me ajudou bastante a entender o que fazer antes de minha filha dormir. Espero que ajude as mamães e papais que não estão sabendo o que fazer. E esse costume vem bem cedo.

Estabelecer um ritual é o primeiro passo para
estimular o sono da criança

Tatiana Pronin - UOL Ciência e Saúde

Colocar o filho na cama é um martírio
para uma parcela grande de pais. A criança barganha até o último minuto para
ficar na sala, reluta para ficar sozinha no escuro ou levanta no meio da noite,
pedindo companhia. Nessas horas, por cansaço, a vontade que dá é dividir o
cobertor com o pequeno, o que é um erro, segundo especialistas.

Ensinar a criança a dormir sozinha é
uma arte e inclui uma mudança na dinâmica da família toda, como afirma o
pediatra e especialista em medicina do sono Gustavo Moreira, da Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp). E o termo, ele diz, é realmente
“ensinar”, ” e não ‘fazer’ a criança dormir”, esclarece.


A dificuldade tem origem nos primeiros meses de vida. Em primeiro lugar, não há
luz na barriga da mamãe, portanto é natural que leve algum tempo até relacionar
o sono ao período da noite. Além disso, o bebê é acostumado a dormir no colo da
mãe, depois de mamar, e habituar a criança a dormir sozinha, mais tarde, vira
um desafio.


A principal regra para que a criança durma sem sofrimento é estabelecer um
ritual.
Isso significa que, pelo menos uma hora antes de dormir, é preciso
puxar o freio e diminuir o ritmo da casa. Então é preciso definir um roteiro,
que será repetido toda noite, inclusive nos fins de semana: ir para o quarto,
colocar o pijama, ir para o banheiro, escovar os dentes, dar um beijo nos pais
e deitar, não necessariamente nessa ordem.


“A criança deve ser colocada no berço ou na cama acordada”
, ensina o
médico. Contar uma história ou cantar uma música são práticas úteis para
estimular o sono. Mas é preciso estabelecer limites, pois o filho sempre pede
mais.

Deixar a criança dormir com um ursinho ou boneca é outro costume bem-vindo,
segundo Moreira. “O brinquedo passa a ser associado ao sono e vira um
substituto para a presença dos pais”, comenta. O leitinho antes de dormir
também pode ajudar, mas é fundamental que a criança escove os dentes depois,
mesmo as mais pequenas.

O ambiente também conta para evitar problemas: “Não pode haver nenhum
eletroeletrônico no quarto”, diz o médico. Se houver a necessidade de
manter alguma luz acesa, porque a criança tem medo do escuro, a lâmpada azul,
de intensidade fraca, é a opção mais indicada, para não prejudicar a secreção
da melatonina, o hormônio do sono.

Outro ponto importante é o horário. O especialista enfatiza que a criança tem
que estar na cama antes das nove da noite. “Dormir além desse horário pode
até aumentar o risco de obesidade”, alerta.

Se a criança levantar no meio da noite e ir até a cama dos pais, é preciso ser
firme e levá-la de volta ao quarto. “Todo mundo acorda no meio da noite,
vira para o lado e volta a dormir. Isso é o que a criança precisa aprender a
fazer também”, diz o médico. “Se os pais forem seguros, ela vai obedecer”,
garante.

Alimentação na Gravidez

27-out-09

Já Acreditava que a alimentação na gravidez é de suma importância e a matéria abaixo fortalece ainda mais meus conceitos.

A nutricionista Janice Chencinski traz no site do Dr. Yechiel Moises Chencinski uma matéria de grande interesse para a mamãe e seu bebê, mostrando que tudo o que a mulher fizer durante o período da gestação terá reflexos diretos no desenvolvimento de seus filhos.

É preciso um programa nutricional especial para a alimentação na gravidez?

Em alguns casos sim. Ao contrário do que se pensava antigamente, a mulher não precisa comer por dois, porém suas necessidades de nutrientes são diferentes. Neste momento tão especial da vida da mulher é aconselhável que a gestante tome consciência da responsabilidade que tem, e procure seguir uma alimentação na gravidez de forma equilibrada, mesmo que estes conselhos fossem, por vezes, negligenciados por ela anteriormente.

Portanto, como costumo dizer: não é necessário comer duas vezes mais quantidade, mas o que se come agora é duas vezes mais importante. Quem tem uma alimentação na gravidez adequada tem maiores chances de dar à luz a bebês mais saudáveis.

Há casos de gestantes com diabetes, hipertensão ou hipotireoidismo que necessitam de um acompanhamento conjunto com outros especialistas como endocrinologista, cardiologista ou nutricionista.

É natural que para todas as grávidas haja a prescrição de suplementos vitamínicos e minerais desde o primeiro mês de gestação até o término do aleitamento. Porém vale lembrar que embora sejam necessários, os suplementos não substituem totalmente os alimentos.

Se a grávida puder dispor do auxílio de um nutricionista, a orientação deste profissional será feita de forma individualizada adaptando-se as recomendações nutricionais aos hábitos e preferências da mulher.

Deixamos para consulta o site do Dr. Moises, onde a mamãe pode encontrar matérias de grande interesse: www.doutormoises.com.br

O método Mais Vida Gestantes® disponibiliza uma equipe de nutricionistas para acompanhar a mulher antes, durante e após a gestação. Acesse nossa área e conheça mais os nossos serviços: http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//equipe-de-nutricionistas/

Desenvolvimento fetal – video

29-set-09

Esse vídeo mostra o desenvolvimento de um feto – a evolução do feto desde a Fecundação.

Vale a pena conferir!

by National Geografic Feito por Ju Santos

A cólica do recém-nascido

14-set-09

Matéria cedida pelo Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO – extraída do site: www.doutormoises.com.br

CIENTISTAS DÃO MAIS UM PASSO PARA UM TRATAMENTO EFICAZ DESTE DESCONFORTO, QUE AFETA CERCA DE 15% DOS BEBÊS

Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido? Por mais que se tenha cuidado com a alimentação – dela e do bebê – em algum momento o desconforto intestinal aparece. No entanto, uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center, em Houston, promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas – que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite – é a imaturidade do sistema digestivo. “No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês”, diz o pediatra Moisés Chencinski.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. “Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida”, explica Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo, em São Paulo.

Amamentar previne cólicas
O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. “Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal”, diz Hamilton Robledo. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Na hora da dor
-Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.
-Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.
-Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.
-Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.
-Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

Para mais informações e matérias acesse o site www.doutormoises.com.br

Este artigo foi publicado no site da Revista Crescer (28/07/2009), no site Femina Hospital Infantil e Maternidade - Mato Grosso (29/07/2009), no blog Meu Pequeno Príncipe (29/07/2009), no blog A cegonha cor-de-rosa (31/07/2009), no site Jornal Informativo 10 - Minas Gerais (02/08/2009).

O bebê chegou e agora?

13-set-09

UMA NOVA VIDA!

Matéria cedida pelo Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO – extraída do site: www.doutormoises.com.br

DEPOIS DE 9 MESES DE GESTAÇÃO E DAS DORES DO PARTO, VOCÊ TEM EM SEUS BRAÇOS UM LINDO BEBÊ. E AGORA?


A chegada do recém-nascido em casa marca o início de uma nova vida para toda a família. Embora o bebê já tenha sido amamentado e banhado na maternidade, será a primeira vez que a mãe e o pai assumem todos os cuidados sozinhos. Amamentação, banho e troca de fraldas são algumas das “estréias” previstas. É o momento de pais e filho se conhecerem, fazerem ajustes e respeitarem seus limites. Cada bebê tem seu próprio ritmo: alguns dormem mais, outros menos, alguns choram muito e outros são mais tranqüilos, e há os “comilões” e os comedidos. Aos poucos, com carinho e paciência, todos se entendem. Confira a seguir algumas dicas de cuidados diários, um delicioso pretexto para ficar pertinho do bebê.

Cordão umbilical
Assim como a placenta e o líquido amniótico, o cordão umbilical é responsável pela respiração, nutrição e proteção do bebê durante a gravidez. Assim que ele nasce, o obstetra coloca um grampo no cordão umbilical e corta-o, deixando no local apenas o coto umbilical, onde é feito um curativo.
O coto escurece, cicatriza e geralmente cai nos dez primeiros dias de vida. Ele deve ser limpo diariamente com o uso de haste de algodão (cotonete) umedecida em álcool 70% a cada troca de fralda, sempre antes da limpeza das fezes e da urina. O bebê não sente dor, pois não há nervos na região, e a cicatrização é mais rápida se o coto for mantido sempre limpo e seco. Caso a área em volta do umbigo fique avermelhada ou pareça quente ao tato e surja alguma secreção malcheirosa, o pediatra deve ser procurado.

Hora do banho
“O essencial é a limpeza feita de forma adequada. O banho com sabonete neutro e água morna, em um ambiente tranqüilo, e enxugando muito bem todo o corpo do bebê, especialmente as dobrinhas, é suficiente”, comenta Yechiel Moises Chencinski, pediatra. “Evite usar lenços umedecidos. Além disso, talco, creme ou óleo não são necessários. Mantenha os cuidados básicos e, dependendo da situação, como assadura e pele ressecada, procure a orientação do médico”, completa. Confira alguns cuidados e dicas importantes para a rotina do banho.
- Para não machucar o bebê, a mãe deve manter as unhas curtas, retirar anéis, pulseiras e relógio e lavar bem as mãos antes de iniciar o banho.
- O banho deve ser dado preferencialmente entre 10 e 15 horas (quando geralmente está mais quente) e nunca após as mamadas.
- A banheira deve ser colocada em um móvel que ofereça absoluta estabilidade. O local deve ter temperatura agradável e espaço adequado.
- A temperatura da água deve ser morna, em torno de 36,5 graus. A dica é testá-la com o cotovelo. Se estiver boa para quem a experimentou, certamente será boa para o bebê.
- A água na banheira deve atingir no máximo 12 centímetros de profundidade. O ideal é que o bebê, ao ficar deitado e apoiado sobre o braço da mãe, numa inclinação de cerca de 30 graus, fique com o tórax coberto de água.
- Não se deve acrescentar água fria ou quente na banheira depois que o bebê estiver dentro dela, por conta do risco de queimaduras. Só depois de colocar água fria e quente na banheira e testar se a temperatura está agradável a criança deve ser colocada na água.

Assadura
Para grande parte dos bebês ter assaduras é tão comum quanto o uso de fraldas. Esse quadro de irritação cutânea acontece porque o uso de fraldas úmidas mantém o contato mais freqüente da pele com a urina, tornando-a mais vulnerável. As fezes também contêm substâncias irritantes e a diarréia inicia ou agrava o problema, que pode ser intensificado por conta de resíduos de sabões, detergentes ou substâncias para amaciar roupas, usados na lavagem de fraldas e toalhas.
Quando a pele da área das fraldas é lesada, torna-se mais suscetível à ação de uma variedade de microorganismos, bactérias ou fungos. Os resultados vão desde sintomas mais simples, como a vermelhidão brilhante e difusa, passando pela formação de pequenas bolhas, descamação, lesões elevadas e avermelhadas até a ulceração (feridas).
A principal medida para prevenir a dermatite de fraldas é a troca regular, que deve ocorrer entre três e quatro horas, com freqüência maior no período neonatal. A lavagem da área das fraldas, quando houver presença de urina, deve ser feita apenas com água morna. Caso exista presença de fezes, deve ser usado sabonete de glicerina ou suave, seguido de enxágüe com bastante água e secagem com toalha macia.
As toalhas não devem conter resíduos de produtos químicos, por isso o ideal é fazer sua lavagem com sabão de coco em pedra.

Sono
O ritmo do sono do bebê pode mudar durante os primeiros 40 dias. Não se preocupe se ele dormir por muitas horas seguidas. Não é necessário despertá-lo para amamentar. “Um recém-nascido pode dormir até 18 horas por dia. E sua necessidade de sono vai diminuindo conforme ele cresce”, diz Chencinski.
“É importante criar um ritual de sono. Os bebês não sabem, por exemplo, diferenciar o dia da noite. Cabe à mamãe encontrar artifícios que façam com que ele reconheça quando é hora de dormir”, destaca Márcia Pradella-Hallinan, neuropediatra coordenadora do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Um deles é colocá-lo para tirar uma soneca durante o dia em um quarto iluminado e que tenha sons cotidianos como ruído de telefone e conversa. À noite, é importante que a criança durma em um ambiente tranqüilo e silencioso.
Outra dica é dar um banho antes da hora de dormir, dessa forma ele irá se sentir mais relaxado.

Mais
- Nos seis primeiros meses, a amamentação é exclusiva, sem a introdução de qualquer tipo de alimento. O leite materno dará ao bebê todas as energias necessárias. “Além disso, ele previne doenças como obesidade infantil”, afirma Chencinski. “O aleitamento deve continuar até um ou dois anos de idade, com a introdução gradual de outros tipos de alimentos”, completa.
- É preciso prestar atenção nas unhas para mantê-las sempre aparadas, evitando que o bebê se arranhe involuntariamente. Comece a cortá-las a partir dos 15 dias. O melhor momento é enquanto ele dorme. Não use lixa e prefira tesouras especiais para bebês.
- Ao trocar de fralda, limpe muito bem as nádegas e a genital do bebê. Use algodão ou toalha umedecidos em água. Os lenços úmidos podem ser usados apenas depois do segundo mês de vida. Evite as marcas que contenham álcool e prefira fazer uso somente quando estiver fora de casa.
- Nas meninas, limpe no sentido de frente para trás, para evitar infecções. Nos meninos, cuide de limpar bem em torno do pênis.
- Quando o bebê começar a chorar, mantenha a calma e resolva as possíveis causas da choradeira. Primeiro verifique se ele não está com fome, depois veja a fralda, passeie com ele no colo e, por fim, faça uma massagem na barriga, pois pode ser cólica. Se nada funcionar, procure o médico.

Para mais informações e matérias acesse o site www.doutormoises.com.br

FONTES: Departamento de comunicação da JOHNSON & JOHNSON, com consultoria de informações de RENATA WAKSMAN, Pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein e Presidente do departamento de segurança da criança de do adolescente na Sociedade Brasileira de Pediatria e Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO”.

Matéria publicada na Revista FARMAIS – Mulher nº 111 – pgs. 11 e 12 (10/2008)

Saúde bucal do bebê

05-set-09

Profa. Ms Gizele Monteiro – matéria publicada no site boasaude.uol.com.br

Especialista destaca passos importantes para a saúde bucal do
bebê (31/08/2009)

Os cuidados com a saúde bucal do bebê devem
começar cedo, com a amamentação, que, além de ser a principal fonte de alimento
nos primeiros meses de vida, é essencial para sua saúde bucal, segundo
especialistas. “O aleitamento natural é a melhor opção para favorecer o
exercício da sucção do bebê, muito importante para o desenvolvimento muscular e
ósseo do rosto. Ele ajuda a projetar para frente o queixo do bebê, que, em
geral, nasce posicionado mais para trás. Ao mamar no peito, a criança também
aprende a respirar pelo nariz e a posicionar a língua”, explica a odontopediatra
Celina Gavini.

Segundo a especialista, mesmo quando os pequenos se alimentam
apenas com leite materno e ainda não têm dentes, é fundamental cuidar da higiene
da boca, pois é comum o leite se acumular em algum cantinho e fermentar, o que
torna a cavidade bucal um local para o desenvolvimento de fungos e bactérias.
“Para evitar que isso aconteça, o ideal é que a higiene seja feita com uma
fralda ou gaze umedecida com água filtrada ou fervida em toda a gengiva do bebê,
logo após as mamadas ou, rotineiramente, toda noite”.

A partir do nascimento do primeiro dente, pode ser utilizada
uma escova de dente, de preferência com cabeça pequena e cerdas macias. E o
creme dental só deve entrar em cena quando a criança tiver os oito incisivos –
quatro superiores e quatro inferiores –, com a primeira opção sendo produtos sem
flúor, até os três anos de idade. “Isso (o uso de creme dental sem flúor deve
ocorrer
) porque, nessa idade, a criança ainda não consegue cuspir a espuma,
e, se engolir essa substância em excesso e constantemente, pode desenvolver uma
doença chamada fluorose, que altera os dentes em formação”, alerta.

Quando a primeira dentição começa a nascer, chega a hora de
introduzir os alimentos mais sólidos à dieta do bebê. Segundo a dentista, o
hábito de bater tudo no liquidificador deve ser evitado porque, ao comer
alimentos mais pastosos, a criança já começa a treinar os movimentos
mastigatórios. Além disso, a criança deve tomar, no copo, água, sucos e outros
líquidos, para estimular o movimento de sorver, que também é importante.
“Alternar colher, canudo e caneca ajuda a exercitar movimentos musculares
diversos. Após a introdução dos alimentos sólidos, os pais devem retirar,
gradativamente, o hábito da mamadeira noturna”, destaca a odontopediatra.

Outro fator importante a ser considerado é que uma das maneiras
do bebê interagir com o mundo é por meio da boca. Ele vive essa fase oral no
primeiro ano de vida e, na hora de explorar os objetos, coloca tudo o que
encontra na boca, sua maior fonte de prazer. “Por isso, todo cuidado com a
higiene dos brinquedos é pouco. Eles devem ser lavados constantemente com água e
sabão”, recomenda a especialista.

Em relação ao hábito de chupar dedo e chupeta, a dentista
ressalta a necessidade de uma intervenção dos pais para evitá-los, pois são
prejudiciais para o desenvolvimento muscular e ósseo da criança. Esses hábitos
podem causar problemas como dentes superiores projetados para frente e
interposição da língua no meio dos dentes. “Os efeitos desses hábitos sobre o
desenvolvimento da maxila e da mandíbula e sobre os arcos dentários dependem do
desenvolvimento osteogênico da criança, da duração, da frequência e da
intensidade com os quais eles são praticados”, conclui a dentista, destacando a
importância da atenção dos pais e da consulta regular ao dentista para manter
uma boa saúde bucal.

link para acesso: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=8263&mode=browse&fromhome=y