Conteúdos sobre Saúde do Bebê

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis.

13-abr-10

EMPÓRIO DA PAPINHA – parceiro do Mais Vida Gestantes

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis. Uma dupla perfeita!

Ensinar a se alimentar de forma saudável e consciente, é um hábito seu filho deve aprender desde bebezinho.



Empório da Papinha é uma empresa de alimentação infantil especializada em nutrição para crianças entre as faixas etárias de quatro meses a três anos.

Idealizado por Maria Fernanda Thomé de Rizzo e Sonia Maria de Azevedo Thomé, o Empório da Papinha oferece refeições saudáveis, saborosas e práticas às mães atentas a nutrição de seus bebês e que querem oferecer a melhor alimentação, mas que não dispõem de tempo ou encontram dificuldade em fazê-las em casa.

Possui uma linha de produtos congelados preparada com alimentos orgânicos, (legumes, verduras, frutas e carnes), cuidadosamente elaborada, e desenvolvida especialmente para acompanhar estas fases de crescimento da criança, trazendo refeições completas, salgadas e doces, e sobremesas balanceadas e nutritivas.

A utilização de matéria-prima orgânica e o congelamento como forma de conservação traz a certeza de que o bebê estará ingerindo alimentos 100% naturais, não modificados, livres de corantes, aromas artificiais e conservantes químicos, contribuindo para o seu fortalecimento, saúde e crescimento.

Este ano reserva mais desafios ao Empório da Papinha,  exportações ao continente europeu e atendimento ao público de outros estados.

Com os produtos certificados conforme as mais rigorosas normas nacionais e internacionais, ficou re-afirmado o compromisso do Empório da Papinha com a qualidade e a seriedade de um trabalho diferenciado e saudável.

Fonte: http://kids.fashionbubbles.com/tag/emporio-da-papinha-em-moema/

Implantação de salas de aleitamento em empresas

03-abr-10

Ministério da Saúde publica recomendações para salas de aleitamento em empresas


Consulte nossos serviços e saiba como implantar em sua empresa! Atendemos em todo o Brasil.

contato: gizele@metodomaisvida.com.br / Fones: (11) 2867.33.07 – 7871.4162

Em parceria com a Anvisa e seguindo recomendações da OMS, o intuito é aumentar a higiene e garantir a segurança e mães e filhos

 Shutterstock

Amamentação e trabalho fora de casa é uma questão que, sem dúvida, preocupa as mães que vão voltar da licença-maternidade. É sabido que o aleitamento materno é recomendado exclusivamente até os seis meses e, segundo a Organização Mundial de Saúde, a OMS, até os dois anos de idade, independente da forma que for oferecida – o que ultrapassa, de longe, o tempo de licença. Sendo assim, o que fazer para manter a amamentação do seu filho mesmo depois que voltar ao trabalho?

Pensando justamente nas mães que precisam retirar o leite durante o período de trabalho, para evitar o desconforto e estimular a produção de leite, o Ministério da Saúde, juntamente com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), publicou uma recomendação para que empresas e órgãos públicos criem salas regulamentadas de apoio à amamentação. De acordo com o documento, as empresas que optarem pela criação destes espaços devem seguir algumas regras sanitárias, para manter a higiene em salas de apoio à amamentação, destinadas à ordenha e estocagem de leite materno durante a jornada de trabalho.

Segundo a publicação, é recomendada a existência de um ponto de água fria e um lavatório para assegurar a higiene, cadeiras separadas por divisórias, a disponibilização de frascos para a coleta do leite e recipientes térmicos para o transporte do alimento, um freezer para resfriar o leite, além de aventais limpos para serem usados durante a coleta, descartáveis de preferência. Mas, apesar de recomendar a criação das salas, a assessoria de imprensa da Anvisa enfatiza que o que foi publicado é uma recomendação às empresas, não uma imposição. 

Quem trabalha perto de casa, ou deixa o bebê em um berçário próximo à empresa, pode usar os dois intervalos de meia hora por dia, garantidos por lei, aos quais tem direito para amamentar até que a criança complete seis meses. Quem não tem essa alternativa precisará esvaziar os seios duas vezes por dia no trabalho.

Francine Ferreira da Silva trabalhava como recepcionista de uma empresa de publicidade na zona Sul de São Paulo e conta que a dificuldade na logística da ordenha depois que voltou a trabalhar, após licença maternidade de seis meses, a fez diminuir significativamente a quantidade de leite materno oferecido a seu filho Daniel, hoje com 10 meses de idade. “Ficava praticamente impossível tirar o leite do peito. Onde é que eu ia pegar a bombinha e sentar pra tirar o leite, na copa? No banheiro? Tinha muito medo de acabar contaminando o leite e deixar o meu filho doente. O que eu fiz pra ele não secar foi tirar um pouco algumas vezes por dia, no banheiro, e jogar fora – o que me entristecia, claro. Isso durou pouco. Um mês depois acabei parando, por mais difícil que fosse.”, explica.

O Ministério da Saúde, procurado pela Crescer, fez uma série de recomendações que só são viáveis se acontecerem numa sala bem equipada: “Se não há refrigerador na empresa, o leite pode ser coletado em vasilha limpa, fervida durante 15 minutos e colocado em local fresco. Para evitar a diarreia, ele só deve ser usado até seis horas após a coleta. Se tem geladeira, o leite ordenhado pode ser refrigerado com segurança por até 24 horas ou congelado por até 30 dias. Antes de alimentar o bebê com o leite guardado, aqueça em banho-maria. Ofereça o leite ao bebê com colher, copo ou xícara e lembre sempre de jogar fora o que sobrou”, afirmou a assessoria de imprensa.

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI129787-10587,00.html

Vitamina C pode aliviar efeitos do fumo

25-mar-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

O tratamento com vitamina C deve ser mais uma alternativa para mães que não conseguem parar de fumar durante a gravidez.

Apesar de décadas de advertências e campanhas públicas de prevenção, aproximadamente 12% das mulheres continuam fumando durante a gravidez, segundo estatísticas do Ministério da Saúde norte-americano.

Pesquisadores da Oregon Health & Science University, descobriram que altas doses de vitamina C podem neutralizar alguns dos efeitos negativos do cigarro nos bebês ainda no útero da mãe.

Os estudiosos esclarecem, entretanto, que as descobertas não liberam mulheres grávidas para fumar normalmente.

Os resultados podem levar a um tratamento de último recurso, caso a futura mãe não consiga largar o fumo.

“A coisa mais importante é que as mulheres grávidas parem de fumar”, reforça Eliot Spindel, cientista do departamento de neurociência da universidade de Oregon.

Publicada no domingo passado, no The American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, a pesquisa estudou três pequenos grupos de macacos – animais similares aos humanos durante a gravidez, com o mesmo tipo de placenta e longo período de gestação.

Sete macacos nasceram de mães que recebiam doses diárias de 2 miligramas de nicotina, doses comparadas às presentes em mulheres fumantes. As habilidades de respiração e desenvolvimento dos pulmões desses macacos foram comparadas com os de sete macacos nascidos de mães que receberam as doses de nicotina mais 250 miligramas diárias de vitamina C durante a gravidez. Um terceiro grupo de macacos não recebeu nem a nicotina e nem a vitamina C e foi tido como o grupo de controle. Os pesquisadores descobriram que os animais expostos à nicotina, antes do nascimento, tiveram redução do fluxo de ar nos pulmões em comparação com os que receberam a nicotina junto com a vitamina C. Os macacos que receberam as doses de nicotina e vitamina C tiveram o nível de fluxo de ar nos pulmões próximo ao dos animais do grupo de controle.

O neurocientista disse não saber ainda que mecanismos dão à vitamina C esse efeito sobre a nicotina, mas antecipa duas teorias:

1) a primeira envolve o efeito da vitamima C em tecidos conexivos. A nicotina é prejudicial aos tecidos elásticos dos pulmões e, é possível, que a vitamina C previna esse tipo de dano.

2) a outra hipótese vê a vitamina C como um antioxidante que protege as moléculas do corpo dos radicais livres gerados durante o metabolismo e da exposição a toxinas e outros poluentes.

Publicada em: http://www.agecom.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=30247

Menu Materno – Nova parceria do Mais Vida Gestantes

11-mar-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

O método Mais Vida Gestantes® sempre preocupado com a qualidade de suas parcerias para que a sua cliente tenha sempre a opção dos melhores serviços junto ao nosso atendimento une-se agora ao Menu Materno – Consultoria em amamentação e cuidados com o bebê.

menu materno logoA empresa já mostra a seriedade em seus serviços e valores ao começar por suas sócias, Patrícia Senne Gomes Pereira, enfermeira obstetra há 10 anos, formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), e Kelly P. Coca, enfermeira obstetra e Consultora Internacional em Aleitamento Materno pela Internacional Board Certified Lactation Consultant (IBCLC).

A Menu Materno simboliza o mais puro amor entre a mãe e filho, oferecendo um atendimento especializado e diferenciado, proporcionando comodidade e qualidade na assistência no aleitamento materno e nos primeiros cuidados com os recém nascidos, apoiando e incentivando nos momentos de insegurança que possam surgir às mães. Este é um ciclo de um ato de amor incondicional, e também o mais eficiente instrumento na direção da promoção de saúde física e mental já desde a primeira fase da vida humana, um profundo vínculo mãe e filho que se forma nesse momento tão íntimo e único. O leite materno é o modelo de alimento perfeito.

SERVIÇOS:

“A arte de amamentar muitas vezes precisa de retoques”.

Saiba mais pelos contatos: 4702-4743 / 7641-0200, ou bip: 344-4545, cód. 16688 – www.menumaterno.com.br.


Como fazer o bebê dormir a noite inteira?

25-dez-09

Segue uma dica … um livro para que a mamãe possa ter mais estratégias para cuidar do seu bebê.

Livro ensina como fazer o bebê dormir a noite inteira

Do UOL Ciência e Saúde - http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2009/12/23/livro-ensina-como-fazer-o-bebe-dormir-a-noite-inteira.jhtm

Uma das primeiras coisas que uma grávida ouve dos pais de carteirinha é o aviso “Você nunca mais vai dormir”. E fazer o bebê pegar no sono é um tormento que realmente pode ultrapassar os seis primeiros meses, para desespero de algumas mães. A psicóloga Renata Kraiser foi uma delas e, depois de vivenciar o
problema, decidiu dedicar sua dissertação de mestrado ao assunto. O resultado é apresentado no livro “O Sono do Meu Bebê – Volte a dormir, aplicando este método seguro, prático e carinhoso” (CMS Editora).

Divulgação

O método apresentado no livro se baseia nos aspectos
psicológicos do sono do bebê
 

“Passei por essa situação e achava que seguir o conselho de alguns pediatras, de deixar a criança chorando até pegar no sono, era sofrido demais”, conta. Em seu trabalho acadêmico, Kraiser foi buscar informações sobre os aspectos psicológicos do sono dos bebês, seguindo um caminho diferente do usual, que é
focar-se nos aspectos biológicos e comportamentais. “O sono é uma das funções mais frágeis do ser humano e, no caso da criança, depende muito de como a relação entre a mãe e o bebê se estabelece”, explica.

A psicóloga diz que seu método consiste em trabalhar duas questões básicas: a separação e a vivência da união primária, ou seja, a sensação que o bebê deve ter de que a mãe é capaz de prover suas necessidades básicas. Para isso, ela propõe ações como massagens e o estabelecimento de rotinas. O objetivo é desenvolver a consciência, na criança, de que o vínculo com a mãe vai além da presença, o que traz a tranquilidade necessária para superar os momentos de separação.

O ambiente apropriado para o sono é outro aspecto ressaltado pela psicóloga no livro. Adormecer em um lugar e acordar em outro, por exemplo, pode gerar insegurança. Usar um tom de voz que transmita confiança e serenidade também é importante para acalmar o bebê. E a psicóloga também defende o uso de ursinhos,
bonecos ou uma fralda que tenha o cheiro da mãe, chamados de “objetos transicionais”, para que a criança fique mais tranquila enquanto estiver sozinha.

Outra dica é colocar dois brinquedos pequenos, um em cada canto do berço, para que o bebê se localize caso acorde no meio da noite.”Por isso também recomendo o uso de uma iluminação muito suave (de 7 a 15 W) para que o bebê possa enxergar e reconhecer onde está”, diz Kraiser no livro.

“O Sono do Meu Bebê – Volte a dormir, aplicando este método
seguro, prático e carinhoso”

CMS Editora - www.cms.com.br
108 páginas
R$
33,90


Exercício durante a gravidez melhora coração da mãe e do bebê

16-dez-09

Por Donna Krupa – Diário da Saúde – 18/11/2008

Benefícios para todos

Estudos anteriores demonstraram que os exercícios físicos têm um efeito positivo nas futuras mamães e nenhum impacto prejudicial ao feto em desenvolvimento.

Um novo estudo agora leva esse conhecimento um pouco mais adiante, ao descobrir que não apenas as mulheres se beneficiam dos exercícios, mas também os seus futuros bebês.

Magnetocardiografia

Os cientistas levantaram a hipótese de que o exercício maternal durante a gravidez possa ter efeitos benéficos sobre a programação cardíaca fetal ao reduzir a taxa de batimentos cardíacos do feto e aumentar a variabilidade dessa taxa de batimentos.

Como resultado, um componente chave da pesquisa envolveu a magnetocardiografia, o equivalente magnético do eletrocardiograma. A magnetocardiografia é um método seguro e não-invasivo para registrar o campo magnético ao redor das correntes elétricas geradas pelo coração e pelo sistema nervoso do feto.

Além de medir a taxa de batimentos cardíacos e sua variabilidade, a magnetocardiografia permite o estudo das formas de onda cardíacas para medir os intervalos de tempo entre os batimentos.

Monitoramento fetal

Para o estudo, os registros fetais foram obtidos desde as 24 semanas de gravidez até o parto. Os eventos maternal e fetal foram gravados em tempo real. Movimentos fetais, tais como respiração e movimentos do corpo e da boca, foram gravados usando a magnetocardiografia para determinar o estado fetal e para rastrear acelerações na taxa de batimentos cardíacos.

Os exames foram feitos, em intervalos de quatro semanas, em mulheres grávidas classificadas entre as que faziam exercícios físicos e as que se declaravam sedentárias. As mulheres foram agrupadas de acordo com a freqüência, intensidade e duração dos exercícios físicos.

Efeitos dos exercícios físicos na gravidez

Os pesquisadores descobriram que:

  • os fetos de mães que fazem exercícios físicos apresentam taxas de batimentos cardíacos significativamente mais baixos. As taxas de batimentos cardíacos dos fetos de mães que não se exercitam são mais elevadas independentemente da atividade fetal ou da idade gestacional;
  • as diferenças entre as taxas de batimentos cardíacos dos dois grupos foram estatisticamente significantes em todas as idades gestacionais estudadas;
  • a análise da variabilidade cardíaca de curto e longo prazos mostrou diferenças estatísticas significativas na 32ª semana de gestação e, menos significativas, na 36ª semana.

Mãe e bebê com corações mais saudáveis

“Este estudo sugere que uma mãe que se exercita pode não apenas desfrutar dos benefícios dos exercícios para o seu próprio coração, mas também ter resultados benéficos para o coração do seu bebê. Como resultado deste estudo-piloto, nós planejamos continuar a analisar o assunto para incluir mais mulheres grávidas na pesquisa, afirma Dra. Linda E. May, coordenadora do estudo.

Como fazer meu filho dormir?

11-dez-09

Esta matéria me ajudou bastante a entender o que fazer antes de minha filha dormir. Espero que ajude as mamães e papais que não estão sabendo o que fazer. E esse costume vem bem cedo.

Estabelecer um ritual é o primeiro passo para
estimular o sono da criança

Tatiana Pronin - UOL Ciência e Saúde

Colocar o filho na cama é um martírio
para uma parcela grande de pais. A criança barganha até o último minuto para
ficar na sala, reluta para ficar sozinha no escuro ou levanta no meio da noite,
pedindo companhia. Nessas horas, por cansaço, a vontade que dá é dividir o
cobertor com o pequeno, o que é um erro, segundo especialistas.

Ensinar a criança a dormir sozinha é
uma arte e inclui uma mudança na dinâmica da família toda, como afirma o
pediatra e especialista em medicina do sono Gustavo Moreira, da Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp). E o termo, ele diz, é realmente
“ensinar”, ” e não ‘fazer’ a criança dormir”, esclarece.


A dificuldade tem origem nos primeiros meses de vida. Em primeiro lugar, não há
luz na barriga da mamãe, portanto é natural que leve algum tempo até relacionar
o sono ao período da noite. Além disso, o bebê é acostumado a dormir no colo da
mãe, depois de mamar, e habituar a criança a dormir sozinha, mais tarde, vira
um desafio.


A principal regra para que a criança durma sem sofrimento é estabelecer um
ritual.
Isso significa que, pelo menos uma hora antes de dormir, é preciso
puxar o freio e diminuir o ritmo da casa. Então é preciso definir um roteiro,
que será repetido toda noite, inclusive nos fins de semana: ir para o quarto,
colocar o pijama, ir para o banheiro, escovar os dentes, dar um beijo nos pais
e deitar, não necessariamente nessa ordem.


“A criança deve ser colocada no berço ou na cama acordada”
, ensina o
médico. Contar uma história ou cantar uma música são práticas úteis para
estimular o sono. Mas é preciso estabelecer limites, pois o filho sempre pede
mais.

Deixar a criança dormir com um ursinho ou boneca é outro costume bem-vindo,
segundo Moreira. “O brinquedo passa a ser associado ao sono e vira um
substituto para a presença dos pais”, comenta. O leitinho antes de dormir
também pode ajudar, mas é fundamental que a criança escove os dentes depois,
mesmo as mais pequenas.

O ambiente também conta para evitar problemas: “Não pode haver nenhum
eletroeletrônico no quarto”, diz o médico. Se houver a necessidade de
manter alguma luz acesa, porque a criança tem medo do escuro, a lâmpada azul,
de intensidade fraca, é a opção mais indicada, para não prejudicar a secreção
da melatonina, o hormônio do sono.

Outro ponto importante é o horário. O especialista enfatiza que a criança tem
que estar na cama antes das nove da noite. “Dormir além desse horário pode
até aumentar o risco de obesidade”, alerta.

Se a criança levantar no meio da noite e ir até a cama dos pais, é preciso ser
firme e levá-la de volta ao quarto. “Todo mundo acorda no meio da noite,
vira para o lado e volta a dormir. Isso é o que a criança precisa aprender a
fazer também”, diz o médico. “Se os pais forem seguros, ela vai obedecer”,
garante.

Empório da Papinha – nova parceria do Mais Vida Gestantes

27-out-09

Alimentação Orgânica para seu bebê

A alimentação do bebê é essencial para o crescimento adequado. O método Mais Vida Gestantes®, inovador no conceito de exercícios para Gestantes firmou parceria com o Empório da Papinha, inovador na proposta de papinhas para nossos bebês, utilizando alimentos orgânicos.

Conheça mais a sua proposta: www.emporiodapapinha.com.br

Alimentação na Gravidez

27-out-09


A nutricionista Janice Chencinski traz no site do Dr. Yechiel Moises Chencinski uma matéria de grande interesse para a mamãe e seu bebê, mostrando que tudo o que a mulher fizer durante o período da gestação terá reflexos diretos no desenvolvimento de seus filhos.

É preciso um programa nutricional especial para a gravidez?

Em alguns casos sim. Ao contrário do que se pensava antigamente, a mulher não precisa comer por dois, porém suas necessidades de nutrientes são diferentes. Neste momento tão especial da vida da mulher é aconselhável que a gestante tome consciência da responsabilidade que tem, e procure seguir uma alimentação equilibrada, mesmo que estes conselhos fossem, por vezes, negligenciados por ela anteriormente.

Portanto, como costumo dizer: não é necessário comer duas vezes mais quantidade, mas o que se come agora é duas vezes mais importante. Quem tem uma nutrição adequada na gravidez tem maiores chances de dar à luz a bebês mais saudáveis.

Há casos de gestantes com diabetes, hipertensão ou hipotireoidismo que necessitam de um acompanhamento conjunto com outros especialistas como endocrinologista, cardiologista ou nutricionista.

É natural que para todas as grávidas haja a prescrição de suplementos vitamínicos e minerais desde o primeiro mês de gestação até o término do aleitamento. Porém vale lembrar que embora sejam necessários, os suplementos não substituem totalmente os alimentos.

Se a grávida puder dispor do auxílio de um nutricionista, a orientação deste profissional será feita de forma individualizada adaptando-se as recomendações nutricionais aos hábitos e preferências da mulher.

Deixamos para consulta o site do Dr. Moises, onde a mamãe pode encontrar matérias de grande interesse: www.doutormoises.com.br

O método Mais Vida Gestantes® disponibiliza uma equipe de nutricionistas para acompanhar a mulher antes, durante e após a gestação. Acesse nossa área e conheça mais os nossos serviços: http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//equipe-de-nutricionistas/

Desenvolvimento fetal – video

29-set-09

Esse vídeo mostra o desenvolvimento de um feto – a evolução do feto desde a Fecundação.

Vale a pena conferir!

by National Geografic Feito por Ju Santos