Conteúdos sobre Saúde do Bebê

Cuidados com o bebê recém-nascido

29-mar-14

 Por Gizele Monteiro – personal gestante

 

Qual mamãe de primeira viagem não fica insegura ou assustada com os cuidados com o bebê recém-nascido?

A Veja preparou um vídeo bem interessante contando um pouquinho sobre esse momento.

Vale a pena conferir!! https://www.youtube.com/watch?v=MNqTMKCnoGw

 

Aleitamento materno e Exercício

19-out-10

Pós-parto – exercício e aleitamento materno

Profa. Ms Gizele Monteiro

 

O exercício pode “secar” o leite?

bebe lindoEssa é uma pergunta que não é rara de acontecer e uma dúvida que as mamães têm quando pensam em realizar exercícios.

O retorno ao exercício no Pós-parto sempre deve ser gradativo, mas não só por uma preocupação com a amamentação. Durante o período gestacional muitas alterações corporais ocorreram e o retorno ao exercício deve sempre ser orientado por um profissional que entenda essas mudanças do organismo feminino, diferenciando assim o programa e o atendimento. Diante desse quadro, voltemos a nossa questão. Um profissional que entende o que acontece com a mulher saberá dosar o exercício numa intensidade adequada para que essa questão não seja respondida de forma positiva.

QUALQUER EXERCÍCIO “ORIENTADO DE FORMA INCORRETA” NO PÓS-PARTO PODE PREJUDICAR A AMAMENTAÇÃO E O CORPO DA MULHER.

A produção de leite consome muita energia. Uma mãe em fase de amamentação produz entre 800 e 1200 ml de leite por dia e, para cada litro de leite que a mãe produz, há um gasto de 900 calorias em média.

Portanto se o “exercício for intenso ou num volume elevado” e a mulher tiver uma ingestão alimentar inadequada poderá prejudicar a amamentação, pelo alto gasto energético que ocorre nesse período. Além do exercício e da ingestão alimentar inadequada, uma hidratação inadequada também poderá comprometer o aleitamento materno.

As pesquisas relacionadas a amamentação e exercício observam um aumento de ácido lático no leite materno. Esse aumento relaciona-se com a intensidade do exercício, isto é, quanto mais intenso mais ácido lático no leite. A grande discussão era que esse ácido lático poderia modificar o sabor do leite e dessa forma o bebê passaria a não aceitá-lo, sendo então que de forma indireta o exercício estaria interferindo na aceitação do bebê ao leite após o exercício pela mudança no sabor deste.

Alguns autores observaram essa resposta, havendo uma diferença na aceitação do leite em mães que realizaram “exercício máximo”, sendo o mesmo associado ao aumento da concentração de ácido lático. Os estudos com intensidades adequadas “não mostraram efeitos negativos” sobre a amamentação.

Cary & Quinn (2001) em revisão literária concluíram que até a data analisada, o exercício e amamentação eram atividades compatíveis, sendo que dos vários estudos analisados os mesmos não demonstram efeito prejudicial do exercício durante a lactação não afetando a composição, o volume do leite, o crescimento, o desenvolvimento infantil, ou a saúde materna. O exercício também teria um efeito muito importante na melhora da aptidão cardiovascular nas lactantes e na sensação de bem-estar quando comparara lactantes ativas com mulheres sedentárias.

Então concluindo: ao realizarmos exercícios, nosso organismo produz ácido lático e este ácido poderia modificar o sabor do leite, fazendo com que o bebê rejeite o “peito”. Se o bebê não mama, o organismo não tem estímulo para produzir mais leite. Não havendo mais produção, o leite realmente pode “secar”, ou melhor, deixar de ser produzido.

O correto é que o profissional saiba organizar a sessão de treino para que as intensidades não sejam ultrapassadas, não só pelo aspecto da amamentação, mas também pelo exercício intenso ou em grande volume poder comprometer o sistema músculo-esquelético nesse período.

 

Cuidados – As mamas durante a gravidez ficam maiores e mais pesadas e se mantém assim no período pós-parto durante toda a fase de amamentação. Principalmente para atletas que realizam atividades de impacto, como corrida, certifique-se de que eles estejam bem firmes (talvez seja necessário usar dois tops ou um suporte mais adequado).

 

 

Se você mamãe procura uma orientação consciente e bem orientada nesse período, o Mais Vida Gestantes trabalha com profissionais especializados na área. Procure-nos e veja a diferença.

Nossos programas:

- Personal Gestante – com ou sem o seu bebê,

- Exercícios em grupo reduzido – com ou sem seu bebê,

- Grupo de caminhada em parques (Usp e Ibirapuera – necessário agendamento)

Locais que atendemos: São Paulo, Guarulhos, Bauru, Campinas, Rio de Janeiro.

Entre em contato:

e-mail: gizele@metodomaisvida.com.br

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Rio de Janeiro: (21)3242-3334 / (21)9209-3842

 

Referências Bibliográficas:

Wallace, JP, Rabin, J. Int J Sp Med. 12 (3) :328-31, 1991. The concentration of lactic acid in breast milk following maximal exercise. Int J Sports Med. 12(3):328-31, 1991.

Wallace, JP, Inbar, G, Ernsthausen, K. Infant acceptance of postexercise breast milk. Pediatrics. 89(6 Pt 2): 1245-7, 1992.

Gale B. Carey, Timothy J. Quinn, Susan E. Goodwin. Breast milk composition after exercise of different intensities. J Hum Lact. 13(2): 115-20, 1997.

Quinn, TJ, Carey, GB. Does exercise intensity or diet influence lactic accumulation in breast milk? Med Sci Sp Exerc. 31(1):105-10, 1999.

Cary GB, Quinn TJ. Exercise and lactation: are they compatible? Can Appl Physiol. 26(1):55-75, 2001.

Wright KS, Quinn TJ, Carey GB. Infant acceptance of breast milk after maternal exercise. Pediatrics. 109(4):585-9, 2002.

Su, D, Zhao, Y, Binns, C, Scott, J, Oddy, W. Breast-feeding mothers can exercise: results of a cohort study. Public Health Nutrition. 10(10):1089-1093, 2007.

Como o leite materno é produzido?

04-ago-10

Como o leite materno é produzido

 

Especial para a SEMANA MUNDIAL DO ALEITAMENTO MATERNO

Veja a animação e entenda todos os processos fisiológicos e emocionais (afetivos) que acompanham a amamentação.

 

http://oglobo.globo.com/servicos/pop_infografico.asp?p=/saude/vivermelhor/info/amamentacao/amamentacao.swf&l=620&a=500

Aleitamento Materno – benefícios

03-ago-10

Na Semana Mundial do Aleitamento Materno continuamos com as matérias (artigos) especiais abordando, benefícios que acompanham o aleitamento para a mãe e para o bebê, além de informativos, dicas, animações sobre o tema .

 

desenho amamentacaoEstudo canadense revelou que o aleitamento materno prolongado favorece o desenvolvimento cognitivo e a inteligência das crianças.

Já em 1999 o American Journal of Clinical Nutrition publicava que o QI (quociente de inteligência) de  bebês amamentados é de 3 a 5 pontos mais elevado do que os alimentados com leite sintético. Esses trabalhos recentes, dirigidos por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, e a sua equipa, constituem o maior estudo realizado, tendo incidido sobre uma amostra de 14 mil crianças na Bielorrússia.

O estudo conclui que o aleitamento materno produz uma subida do quociente intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar, segundo informou a universidade McGill em comunicado. «O nosso estudo constitui a maior prova até hoje de que um aleitamento materno prolongado e exclusivo torna as crianças mais inteligentes» afirmou Kramet, professor de pediatria, epidemiologia e bioestatística na Faculdade de Medicina da Universidade McGill.

O que parece mais importante neste estudo é que ele venhareforçar e alertar para a importância do aleitamento materno. Na verdade, o leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó) e contém todas as proteínas, açúcares, gordura, vitaminas e água que o bebê necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos, fundamentais para o fortalecimento do sistema imunitário da criança. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções. Tem ainda um importantíssimo ácido gordo do tipo Ómega 3, o DHA (ácido docosahexaenóico), fundamental para o desenvolvimento da retina (prevenção da miopia) e do sistema nervoso central do lactante.

Entre outras vantagens, o aleitamento materno protege as crianças de otites, alergias, vómitos, pneumonias, meningites, etc. Ele é mais facilmente digerido e o acto de mamar melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes. Este acto promove também a criação do vínculo materno, importante estímulo para as futuras relações sociais da criança.

Por fim, o aleitamento também tem vantagens para a mãe aumentando a sua confiança e diminuindo a ansiedade, ajudando a retomar o peso normal (permite queimar calorias), a diminuir a perda de sangue pós-parto e o retorno do útero ao tamanho normal. Parece também ser uma proteção contra o cancer de mama e do ovário e contra a osteoporose.

As recomendações da OMS são que as criança devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade. A partir dessa idade devem começar os alimentos complementares (sopas, papas, …) e continuar com o leite materno até cerca dos 2 anos.

 

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Amamentação reduz chances de síndrome metabólica

02-ago-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Diretora do Mais Vida Gestantes

 

No início da Semana Mundial do Aleitamento Materno (01 a 07 de agosto), estaremos fazendo uma série de artigos e destacando a importância da amamentação para a mãe e o bebê.

Entre em nossa área AMAMENTAÇÃO  e leia matérias interessantes sobre o tema.

 

Amamentação reduz chances de síndrome metabólica

 

O estudo publicado no American Diabetes Association Journal mostra a relação benéfica para as mulheres.

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O aleitamento materno é essencial para os bebês. E, segundo estudo publicado no American Diabetes Association Journal, também beneficia as mães, reduzindo os riscos de diabetes e de doenças cardíacas.

Os motivos não estão claros, mas o estudo conduzido pelo Kaiser Permanente’s Division of Research in Oakland sugere um efeito protetor do aleitamento não só nos bebês. Mães que amamentaram por até cinco meses reduzem o risco futuro da síndrome metabólica em até 39%

De modo geral, a síndrome metabólica é um aglomerado de fatores de risco que predispõem as pessoas a diabetes e doenças cardíacas, como excesso de gordura, colesterol, triglicérides e pressão arterial elevados.

“A lactação tem efeitos favoráveis na saúde cardio-metabólica das mulheres”, diz o estudo.

Os resultados foram ainda melhores para amamentações de até nove meses, reduzindo a doença em até 56%. Mulheres que desenvolveram diabetes durante a gravidez também diminuem os ricos futuros com o aleitamento.

A síndrome metabólica era conhecida como síndrome X e engloba uma série de problemas. Os principais são: diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol ruim, ácido úrico elevado e obesidade.

O artigo abaixo é uma revisão sobre o tema: 

Gabriela N. Leal, Hugo Issler, Sandra J. E. Grisi, Jose Lauro Ramos. O papel do aleitamento materno na prevençã da síndorme metabólica. Pediatria, 30(2):118-123, 2008. aleitamento prevencao sindrome metabilica

 
 
 

 

 

Todos os filhos precisam ser adotados

16-jun-10

O texto traz uma verdade maravilhosa, mas que nem todos conhecem. A psicóloga, psicanalista e fonoaudióloga Glória Góes fala sobre a necessidade de todos os filhos serem adotados por seus pais

 

4309771140_af8312c4b3_oÉ isso mesmo. Os pais, embora tenham gerado seus próprios bebês, também precisam adotá-los. E o motivo é que o vínculo biológico não garante o “apego” * ao bebê e nem é instantâneo. É preciso que seja feito um investimento emocional neste bebê. Isso também explica o fato de uma criança poder fazer vínculo com uma mãe substituta.

Em uma das definições do dicionário, adoção trata-se de ação ou efeito de aceitar alguém ou algo. Portanto, os pais precisam aceitar, reconhecer, achar um ponto de identificação com seus filhos.

Esse investimento no bebê começa muito antes da mãe engravidar ou durante a gestação, quando o bebê já faz parte dos planos e das fantasias dos pais e ocupa um lugar no desejo parental, na vida do casal. Mesmo assim este investimento deve continuar após o nascimento quando o bebê imaginado dará lugar ao bebê real.

O bebê, desde muito cedo, é capaz de estabelecer relações com seus pais. Descobertas como esta, feitas por pesquisadores, influenciaram fortemente decisões na área da saúde. Uma das ações foi permitir a entrada dos pais na UTI Neonatal para acompanhar e se aproximar de seus filhos, favorecendo a formação do vínculo e a recuperação mais rápida do bebê. Seguindo este mesmo pensamento, o método mãe-canguru, que visa acelerar o desenvolvimento de bebês prematuros através do contato físico entre os pais e o bebê, também trouxe grande benefício.

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Enfim, acreditar que desde os primeiros dias de vida do bebê está se construindo uma relação é fundamental para que os pais dirijam-lhe a palavra, o olhar e o toque de modo muito mais especial.

É nesta vinculação que o bebê também vai se constituir como sujeito e vai se dar o nascimento psicológico. No próximo artigo falarei um pouco mais sobre este nascimento.

  • Teoria do apego:  expressão para denominar o vínculo formado entre o bebê e a mãe ou a pessoa substituta, ao longo do seu primeiro ano de vida. Expressão criada por Bowlby, psiquiatra que se dedicou ao estudo do desenvolvimento infantil.

Extraído do site: http://www.bellepetit.com.br 

Glória Góes: graduada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Universidade Estácio de Sá. Formação em psicanálise durante 15 anos na Escola Letra Freudiana no RJ.

Experiência no atendimento e orientação a bebê e gestante, oferece cursos para gestantes/casais grávidos e babás

Palestrante na área da saúde, educação e empresarial

 

Consultórios em São Paulo e Alphaville – (11) 9424.9701Contato : gloriaxag@hotmail.com

Fumo na Gravidez – consequências para o filho

18-mai-10

Mães que fumam durante a gravidez podem provocar crises de cefaleia nos filhos

Tabagismo materno durante a gravidez consequências negativas para as crianças

A cefaleia crônica nas crianças em idade escolar, caracterizada por episódios repetidos de dor de cabeça, está associada ao tabagismo materno durante a gestação. Essa é a conclusão da pesquisa de doutorado do enfermeiro Carlos Eduardo Fabbri, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da Universidade de São Paulo (USP). Os resultados do estudo reforçam evidências científicas já descritas na literatura. Elas indicam que o tabagismo materno durante a gravidez envolve consequências negativas à criança ao longo da vida.

A descoberta é que a cefaleia crônica é uma delas. “Nenhuma pesquisa epidemiológica ou clínica confirmava esta hipótese até hoje”, assegura o professor Manoel Romeu Gutierrez, coorientador da pesquisa. Para Fabbri, além dos resultados oferecerem mais subsídios para conscientizar as mães sobre os perigos do fumo para o feto durante a gestação, abre perspectivas para os neuropediatras investirem neste campo de pesquisa. “Pode estar aí a explicação para a grande maioria das cefaleias que aparecem nos ambulatórios e que ninguém sabe exatamente a causa”.

O estudo foi realizado em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, com crianças de 9 a 11 anos, e em São Luís, no Maranhão, com crianças de 7 a 8 anos. Fabbri conta que a escolha das cidades deve-se a diferenças no Índice de Desenvolvimento Humano municipal (IDHm) de ambas. Ribeirão Preto têm o IDHm maior em relação a São Luís.

Gestação
O pesquisador acompanhou as crianças de Ribeirão Preto em 2004 e as de São Luís, dois anos depois, e comparou as informações com os resultados de uma pesquisa anterior, realizada respectivamente em 1994 e 1996, pelo professor Marco Antonio Barbieri, da FMRP. Participaram do estudo 1.629 crianças. Em Ribeirão Preto, 43% dos filhos cujas mães fumaram mais de dez cigarros por dia durante a gravidez relataram cefaleia crônica (dois ou mais episódios por semana, sem diagnóstico de doença ou causa aparente que justificasse a dor de cabeça).
 

 

Para diferenciar a dor de cabeça comum, o trabalho considerou a ocorrência de duas ou mais queixas, num intervalo de 15 dias, seguindo critérios de classificação da doença, descritos pela Sociedade Internacional de Cefaleia. De acordo com os pesquisadores, existem evidências de que a nicotina é a mais potente entre os neuroteratógenos (substâncias que levam à má formação do sistema nervoso central do embrião).

Fabbri explica que as substâncias químicas que a gestante absorve pelo consumo de cigarros atravessam a barreira placentária, interferem e prejudicam os processos de formação do túbulo neural (estrutura do sistema nervoso central) do feto no primeiro trimestre de gestação. “Tal procedimento leva a alterações da neuroplasticidade (funcionamento do sistema nervoso central) durante a vida da criança e na idade escolar, o que pode estar relacionado ao desenvolvimento da dor de cabeça crônica na criança”.

Como o cigarro é ainda mais prejudicial nos três primeiros meses de gestação, fase principal da formação neurológica do feto, Fabbri diz que é muito comum, nessa fase, a mulher ainda não saber que está grávida e continuar fumando. A medicina já descobriu outros malefícios aos filhos de fumantes: “A criança pode ter dificuldades de atenção e de aprendizado na escola e ser hiperativa, mais estressada. Devemos considerar que a cefaleia da criança é uma antecipação da cefaleia do adulto. No futuro, isso refletirá sensivelmente sobre o desempenho profissional do adulto e comprometerá sua qualidade de vida permanentemente”. O trabalho será publicado em revista científica e apresentado no Congresso de Pediatria no Chile, de 19 a 22 de novembro.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=205674&c=5225&q=M%E3es+que+fumam+durante+a+gravidez+podem+provocar+crises+de+cefaleia+nos+filhos

A Importância do Alimento Orgânico – Empório da Papinha

22-abr-10

Dra Mara Cristina de Sousa Miranda

Nutricionista Responsável pelo projeto e produção do Empório da Papinha

Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes.

papinhasEste cultivo busca manejar de forma equilibrada, através de métodos naturais de adubação e de controle de pragas, o solo e demais recursos naturais, preservando-os de contaminações e utilizando-os de maneira sustentável, mantendo a harmonia entre homem e natureza.

Nas últimas décadas, o uso indiscriminado de agrotóxicos e produtos químicos na produção de alimentos vem causando preocupação em diversas partes do mundo. Um forte exemplo é a crítica ao modelo de agricultura vigente que cresce à medida que estudos comprovam que os agrotóxicos contaminam os alimentos e o meio ambiente, causando danos à saúde.

A partir dos anos sessenta os efeitos nocivos da agricultura convencional especialmente os resíduos de agrotóxicos encontrados na água, no solo e nos alimentos – tornaram-se mais evidentes e, em diversos países, o movimento ambientalista fortaleceu a proposta da agricultura orgânica.

Dentro deste contexto, tem aumentado progressivamente a procura por alimentos produzidos de forma orgânica, isto é, livres de fertilizantes químicos, agrotóxicos, antibióticos, hormônios e outras drogas usualmente utilizadas. Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.

Atualmente encontramos desde cereais, carne, frango, toda linha de laticínios e até papinhas e comidinhas para bebês, totalmente orgânicos, além de alguns condimentos e outros produtos de mercearia seca que são comercializados em redes de supermercados e diversas lojas. Alguns produtores/empresas fazem o serviço de entrega domiciliar. Muitas empresas investem neste mercado “orgânico” viabilizando cada vez mais uma alimentação habitual com uma gama de muitos produtos que têm como principal característica a ausência de insumos químicos, corantes, conservantes, acidulantes, entre outros, na sua produção.

Todo produto orgânico deve ter um selo de certificação que comprova a procedência dos produtos e sua qualidade.

Os consumidores de produtos orgânicos destacam a diferença de preço e de qualidade entre os produtos orgânicos e os convencionais – “podem custar um pouco mais, mas não tem agrotóxicos, aditivos, conservantes, corantes ou acidulantes o que garante uma melhor qualidade na alimentação da minha família e estão sempre “fresquinhos”.

Facilmente comprovamos que os consumidores de produtos orgânicos fazem opções diversas em relação aos cuidados com a saúde. A alimentação orgânica representa um dos meios para garantir a saúde e, quando necessitam de outros cuidados, preferem a homeopatia e outras práticas de medicina natural ao tratamento alopático.

Percebe-se nas idéias e atitudes desses consumidores uma reação às transformações alimentares dos últimos tempos. A alimentação moderna vem mudando os hábitos das pessoas com a industrialização de refeições pré-preparadas ou prontas com adição de conservantes, estabilizantes e outros produtos químicos que ao serem consumidos ao longo da vida trarão prejuízos a saúde. Para estes consumidores, o alimento orgânico significa um meio de prevenir doenças, dessa forma, adquire um valor de garantia e investimento na saúde.

Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.

www.emporiodapapinha.com.br

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis.

13-abr-10

EMPÓRIO DA PAPINHA – parceiro do Mais Vida Gestantes

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis. Uma dupla perfeita!

Ensinar a se alimentar de forma saudável e consciente, é um hábito seu filho deve aprender desde bebezinho.



Empório da Papinha é uma empresa de alimentação infantil especializada em nutrição para crianças entre as faixas etárias de quatro meses a três anos.

Idealizado por Maria Fernanda Thomé de Rizzo e Sonia Maria de Azevedo Thomé, o Empório da Papinha oferece refeições saudáveis, saborosas e práticas às mães atentas a nutrição de seus bebês e que querem oferecer a melhor alimentação, mas que não dispõem de tempo ou encontram dificuldade em fazê-las em casa.

Possui uma linha de produtos congelados preparada com alimentos orgânicos, (legumes, verduras, frutas e carnes), cuidadosamente elaborada, e desenvolvida especialmente para acompanhar estas fases de crescimento da criança, trazendo refeições completas, salgadas e doces, e sobremesas balanceadas e nutritivas.

A utilização de matéria-prima orgânica e o congelamento como forma de conservação traz a certeza de que o bebê estará ingerindo alimentos 100% naturais, não modificados, livres de corantes, aromas artificiais e conservantes químicos, contribuindo para o seu fortalecimento, saúde e crescimento.

Este ano reserva mais desafios ao Empório da Papinha,  exportações ao continente europeu e atendimento ao público de outros estados.

Com os produtos certificados conforme as mais rigorosas normas nacionais e internacionais, ficou re-afirmado o compromisso do Empório da Papinha com a qualidade e a seriedade de um trabalho diferenciado e saudável.

Fonte: http://kids.fashionbubbles.com/tag/emporio-da-papinha-em-moema/

Vitamina C pode aliviar efeitos do fumo

25-mar-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

O tratamento com vitamina C deve ser mais uma alternativa para mães que não conseguem parar de fumar durante a gravidez.

Apesar de décadas de advertências e campanhas públicas de prevenção, aproximadamente 12% das mulheres continuam fumando durante a gravidez, segundo estatísticas do Ministério da Saúde norte-americano.

Pesquisadores da Oregon Health & Science University, descobriram que altas doses de vitamina C podem neutralizar alguns dos efeitos negativos do cigarro nos bebês ainda no útero da mãe.

Os estudiosos esclarecem, entretanto, que as descobertas não liberam mulheres grávidas para fumar normalmente.

Os resultados podem levar a um tratamento de último recurso, caso a futura mãe não consiga largar o fumo.

“A coisa mais importante é que as mulheres grávidas parem de fumar”, reforça Eliot Spindel, cientista do departamento de neurociência da universidade de Oregon.

Publicada no domingo passado, no The American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, a pesquisa estudou três pequenos grupos de macacos – animais similares aos humanos durante a gravidez, com o mesmo tipo de placenta e longo período de gestação.

Sete macacos nasceram de mães que recebiam doses diárias de 2 miligramas de nicotina, doses comparadas às presentes em mulheres fumantes. As habilidades de respiração e desenvolvimento dos pulmões desses macacos foram comparadas com os de sete macacos nascidos de mães que receberam as doses de nicotina mais 250 miligramas diárias de vitamina C durante a gravidez. Um terceiro grupo de macacos não recebeu nem a nicotina e nem a vitamina C e foi tido como o grupo de controle. Os pesquisadores descobriram que os animais expostos à nicotina, antes do nascimento, tiveram redução do fluxo de ar nos pulmões em comparação com os que receberam a nicotina junto com a vitamina C. Os macacos que receberam as doses de nicotina e vitamina C tiveram o nível de fluxo de ar nos pulmões próximo ao dos animais do grupo de controle.

O neurocientista disse não saber ainda que mecanismos dão à vitamina C esse efeito sobre a nicotina, mas antecipa duas teorias:

1) a primeira envolve o efeito da vitamima C em tecidos conexivos. A nicotina é prejudicial aos tecidos elásticos dos pulmões e, é possível, que a vitamina C previna esse tipo de dano.

2) a outra hipótese vê a vitamina C como um antioxidante que protege as moléculas do corpo dos radicais livres gerados durante o metabolismo e da exposição a toxinas e outros poluentes.

Publicada em: http://www.agecom.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=30247