Conteúdos sobre Amamentação

Aleitamento Materno – benefícios

03-ago-10

Na Semana Mundial do Aleitamento Materno continuamos com as matérias (artigos) especiais abordando, benefícios que acompanham o aleitamento para a mãe e para o bebê, além de informativos, dicas, animações sobre o tema .

 

desenho amamentacaoEstudo canadense revelou que o aleitamento materno prolongado favorece o desenvolvimento cognitivo e a inteligência das crianças.

Já em 1999 o American Journal of Clinical Nutrition publicava que o QI (quociente de inteligência) de  bebês amamentados é de 3 a 5 pontos mais elevado do que os alimentados com leite sintético. Esses trabalhos recentes, dirigidos por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, e a sua equipa, constituem o maior estudo realizado, tendo incidido sobre uma amostra de 14 mil crianças na Bielorrússia.

O estudo conclui que o aleitamento materno produz uma subida do quociente intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar, segundo informou a universidade McGill em comunicado. «O nosso estudo constitui a maior prova até hoje de que um aleitamento materno prolongado e exclusivo torna as crianças mais inteligentes» afirmou Kramet, professor de pediatria, epidemiologia e bioestatística na Faculdade de Medicina da Universidade McGill.

O que parece mais importante neste estudo é que ele venhareforçar e alertar para a importância do aleitamento materno. Na verdade, o leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó) e contém todas as proteínas, açúcares, gordura, vitaminas e água que o bebê necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos, fundamentais para o fortalecimento do sistema imunitário da criança. É por isso que o leite materno protege o bebê de certas doenças e infecções. Tem ainda um importantíssimo ácido gordo do tipo Ómega 3, o DHA (ácido docosahexaenóico), fundamental para o desenvolvimento da retina (prevenção da miopia) e do sistema nervoso central do lactante.

Entre outras vantagens, o aleitamento materno protege as crianças de otites, alergias, vómitos, pneumonias, meningites, etc. Ele é mais facilmente digerido e o acto de mamar melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes. Este acto promove também a criação do vínculo materno, importante estímulo para as futuras relações sociais da criança.

Por fim, o aleitamento também tem vantagens para a mãe aumentando a sua confiança e diminuindo a ansiedade, ajudando a retomar o peso normal (permite queimar calorias), a diminuir a perda de sangue pós-parto e o retorno do útero ao tamanho normal. Parece também ser uma proteção contra o cancer de mama e do ovário e contra a osteoporose.

As recomendações da OMS são que as criança devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade. A partir dessa idade devem começar os alimentos complementares (sopas, papas, …) e continuar com o leite materno até cerca dos 2 anos.

 

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Amamentação reduz chances de síndrome metabólica

02-ago-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Diretora do Mais Vida Gestantes

 

No início da Semana Mundial do Aleitamento Materno (01 a 07 de agosto), estaremos fazendo uma série de artigos e destacando a importância da amamentação para a mãe e o bebê.

Entre em nossa área AMAMENTAÇÃO  e leia matérias interessantes sobre o tema.

 

Amamentação reduz chances de síndrome metabólica

 

O estudo publicado no American Diabetes Association Journal mostra a relação benéfica para as mulheres.

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O aleitamento materno é essencial para os bebês. E, segundo estudo publicado no American Diabetes Association Journal, também beneficia as mães, reduzindo os riscos de diabetes e de doenças cardíacas.

Os motivos não estão claros, mas o estudo conduzido pelo Kaiser Permanente’s Division of Research in Oakland sugere um efeito protetor do aleitamento não só nos bebês. Mães que amamentaram por até cinco meses reduzem o risco futuro da síndrome metabólica em até 39%

De modo geral, a síndrome metabólica é um aglomerado de fatores de risco que predispõem as pessoas a diabetes e doenças cardíacas, como excesso de gordura, colesterol, triglicérides e pressão arterial elevados.

“A lactação tem efeitos favoráveis na saúde cardio-metabólica das mulheres”, diz o estudo.

Os resultados foram ainda melhores para amamentações de até nove meses, reduzindo a doença em até 56%. Mulheres que desenvolveram diabetes durante a gravidez também diminuem os ricos futuros com o aleitamento.

A síndrome metabólica era conhecida como síndrome X e engloba uma série de problemas. Os principais são: diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol ruim, ácido úrico elevado e obesidade.

O artigo abaixo é uma revisão sobre o tema: 

Gabriela N. Leal, Hugo Issler, Sandra J. E. Grisi, Jose Lauro Ramos. O papel do aleitamento materno na prevençã da síndorme metabólica. Pediatria, 30(2):118-123, 2008. aleitamento prevencao sindrome metabilica

 
 
 

 

 

Pós-parto: exercício e amamentação

26-jun-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

 

O exercício pode “secar” o leite?

bebe lindoEssa é uma pergunta que não é rara de acontecer. Também é uma observação feita por alguns profissionais que trabalham com mulheres no período Pós-parto.

O retorno ao exercício no Pós-parto sempre deve ser gradativo, mas não só por uma preocupação com a amamentação. Durante o período gestacional muitas alterações corporais ocorreram e o retorno ao exercício deve sempre ser orientado por um profissional que entenda essas mudanças do organismo feminino, diferenciando assim o programa e o atendimento. Diante desse quadro, voltemos a nossa questão. Um profissional que entende o que acontece com a mulher saberá dosar o exercício numa intensidade adequada para que essa questão não seja respondida de forma positiva.

QUALQUER EXERCÍCIO “ORIENTADO DE FORMA INCORRETA” NO PÓS-PARTO PODE PREJUDICAR A AMAMENTAÇÃO E O CORPO DA MULHER.

A produção de leite consome muita energia. Uma mãe em fase de amamentação produz entre 800 e 1200 ml de leite por dia e, para cada litro de leite que a mãe produz, há um gasto de 900 calorias em média.

Portanto se o “exercício for intenso ou num volume elevado” e a mulher tiver uma ingestão inadequada poderá prejudicar a amamentação, pelo alto gasto energético que ocorre nesse período. Além do exercício e da ingestão alimentar inadequada, uma hidratação inadequada também poderá comprometer a amamentação.

As pesquisas relacionadas a amamentação e exercício observam um aumento de ácido lático no leite materno. Esse aumento relaciona-se com a intensidade do exercício, isto é, quanto mais intenso mais ácido lático no leite. A grande discussão era que esse ácido lático poderia modificar o sabor do leite e dessa forma o bebê passaria a não aceitá-lo, sendo então que de forma indireta o exercício estaria interferindo na aceitação do bebê ao leite após o exercício pela mudança no sabor deste.

Alguns autores observaram essa resposta, havendo uma diferença na aceitação do leite em mães que realizaram “exercício máximo”, sendo o mesmo associado ao aumento da concentração de ácido lático. Os estudos com intensidades adequadas “não mostraram efeitos negativos” sobre a amamentação.

Cary & Quinn (2001) em revisão literária concluíram que até a data analisada, o exercício e amamentação eram atividades compatíveis, sendo que dos vários estudos analisados os mesmos não demonstram efeito prejudicial do exercício durante a lactação não afetando a composição, o volume do leite, o crescimento, o desenvolvimento infantil, ou a saúde materna. O exercício também teria um efeito muito importante na melhora da aptidão cardiovascular nas lactantes e na sensação de bem-estar quando comparara lactantes ativas com mulheres sedentárias.

Então concluindo: ao treinarmos, nosso organismo produz ácido lático e este ácido poderia modificar o sabor do leite, fazendo com que o bebê rejeite o “peito”. Se o bebê não mama, o organismo não tem estímulo para produzir mais leite. Não havendo mais produção, o leite realmente pode “secar”, ou melhor, deixar de ser produzido.

O correto é que o profissional saiba organizar a sessão de treino para que as intensidades não sejam ultrapassadas, não só pelo aspecto da amamentação, mas também pelo exercício intenso ou em grande volume poder comprometer o sistema músculo-esquelético nesse período.

 

Cuidados – As mamas durante a gravidez ficam maiores e mais pesadas e se mantém assim no período pós-parto durante toda a fase de amamentação. Principalmente para atletas que realizam atividades de impacto, como corrida, certifique-se de que eles estejam bem firmes (talvez seja necessário usar dois tops ou um suporte mais adequado).recuperacao_pos_parto2

 

Se você mamãe procura uma orientação consciente e bem orientada nesse período, o Mais Vida Gestantes trabalha com profissionais especializados na área. Procure-nos e veja a diferença.

Nossos programas:

- Personal Training – com ou sem o seu bebê,

- Exercícios em grupo reduzido – com ou sem seu bebê,

- Grupo de caminhada em parques (Usp e Ibirapuera – necessário agendamento)

Locais que atendemos: São Paulo, Bauru, Campinas, Rio de Janeiro e Brasília.

Entre em contato:

e-mail: gizele@metodomaisvida.com.br

Telefones e locais de atendimento:

São Paulo: (11) 7871.4162 /2867.3307

Bauru: (14) 8148-7888

Campinas: (19) 7804-1295

Rio de Janeiro: (21)3242-3334 / (21)9209-3842

 

Referências Bibliográficas:

Wallace, JP, Rabin, J. Int J Sp Med. 12 (3) :328-31, 1991. The concentration of lactic acid in breast milk following maximal exercise. Int J Sports Med. 12(3):328-31, 1991.

Wallace, JP, Inbar, G, Ernsthausen, K. Infant acceptance of postexercise breast milk. Pediatrics. 89(6 Pt 2): 1245-7, 1992.

Gale B. Carey, Timothy J. Quinn, Susan E. Goodwin. Breast milk composition after exercise of different intensities. J Hum Lact. 13(2): 115-20, 1997.

Quinn, TJ, Carey, GB. Does exercise intensity or diet influence lactic accumulation in breast milk? Med Sci Sp Exerc. 31(1):105-10, 1999.

Cary GB, Quinn TJ. Exercise and lactation: are they compatible? Can Appl Physiol. 26(1):55-75, 2001.

Wright KS, Quinn TJ, Carey GB. Infant acceptance of breast milk after maternal exercise. Pediatrics. 109(4):585-9, 2002.

Su, D, Zhao, Y, Binns, C, Scott, J, Oddy, W. Breast-feeding mothers can exercise: results of a cohort study. Public Health Nutrition. 10(10):1089-1093, 2007.

Alimentação durante a Amamentação – Empório da Papinha (parceiro Mais Vida Gestantes)

27-mai-10

Alimentação da Lactante ou Nutriz

Dra. Mara Cristina Sousa Miranda – Empório da Papinha

 

Na fase em que a mãe está amamentando, a alimentação assume um papel de importância ímpar, isso porque os alimentos ingeridos ajudam a recuperá-la do parto, a ter energia suficiente para enfrentar a dura jornada de cuidados com o bebê.

O Estado Nutricional Materno esta intimamente ligado a produção do leite. A dieta deve conter todos os nutrientes como proteínas, carboidratos, gordura, vitaminas, minerais, água e fibras.

“A princípio não há alimentos proibidos para a nutriz. Em situações de suspeita de alergia alimentar no bebê, em aleitamento materno exclusivo, cujo diagnóstico é bem difícil, pode-se pensar numa dieta hipoalergênica para a mamãe”.

O correto é manter uma alimentação sadia, com bastante leite, água e sucos, para estimular a produção de leite.

Alguns fatores estimulam a produção de leite: sucção, presença da criança (estímulo auditivo, visual e olfativo), frequencia, intensidade e duração do estímulo.

Outros fatores podem inibir a liberação de leite: stress, ansiedade, dor, cansaço, nicotina e bebidas alcoólicas.

O Leite Humano é a fonte completa de nutrientes para o bebê (lactente). Sua composição química é ideal para as condições da digestão e do metabolismo do recém-nascido.

Cuidados Necessários para as Mães que Amamentam:

- Seguir as recomendações nutricionais e sempre que possível a orientações de um Nutricionista;

- Ingestão de líquidos freqüentemente;

- Deve-se evitar o consumo exagerado de doces, frituras, guloseimas e outros, uma vez que possuem alta densidade calórica e “pouco ou quase nenhum” nutriente importante para a mamãe e o recém-nascido;

- Incluir diariamente em pelo menos uma das refeições principais uma proteína de origem animal (carne magra – bovina, frango ou peixe). Na falta da carne, o ovo é um bom substituto, devendo ser consumido, no máximo, 02 vezes por semana;

- Incluir diariamente legumes, verduras (cruas ou cozidas) e frutas.

- Nos lanches intermediários (manhã, tarde e noite), dar preferência a frutas inteiras ou suco natural de frutas ou leite batido com frutas ou leite desnatado e seus derivados como iogurte, etc.;

- Evitar (ou diminuir) o consumo de: frituras, doces, refrigerantes, refeições muito temperadas, corantes. Não exceder no sal e evitar as pimentas;

- Evitar grandes quantidades de café, chá preto e chocolate;

- Não fumar nem fazer uso de bebidas alcoólicas;

- Não tomar medicamentos sem orientação médica, pois algumas drogas podem prejudicar a produção do leite.

É importante ajudar a mulher a compreender, de uma forma prática e simples, os princípios de uma alimentação saudável, para que ela possa encontrar mecanismos próprios e estratégias que tornem as suas escolhas do dia-a-dia as mais acertadas para a promoção da sua saúde e a do seu bebê. É fundamental que essa fase “especial de nossa vida” seja muito bem programada e orientada por profissionais competentes para garantirmos a nossa saúde e a de nossos filhos. O ideal é procurar a orientação de um Nutricionista para que a dieta seja direcionada para “você”, de acordo com as suas necessidades nutricionais, peso atual e exame laboratorial, garantindo assim uma alimentação saudável para a lactante.

O Exercício pode interferir na Amamentação?

24-jun-09

Profa. Ms Gizele Monteiro

Correr “seca” o leite?

Essa é uma pergunta que não é rara de acontecer. Também é uma observação feita por alguns profissionais que trabalham com mulheres no período Pós-parto.

O retorno ao exercício no Pós-parto sempre deve ser gradativo, mas não só por uma preocupação com a amamentação. Durante o período gestacional muitas alterações corporais ocorreram e o retorno ao exercício deve sempre ser orientado por um profissional que entenda essas mudanças do organismo feminino, diferenciando assim o programa e o atendimento. Diante desse quadro, voltemos a nossa questão. Um profissional que entende o que acontece com a mulher saberá dosar o exercício numa intensidade adequada para que essa questão não seja respondida de forma positiva.

Não só correr pode prejudicar a amamentação e o corpo da mulher, MAS QUALQUER EXERCÍCIO ORIENTADO DE FORMA INCORRETA.

A produção de leite consome muita energia. Uma mãe em fase de amamentação produz entre 800 e 1200 ml de leite por dia e, para cada litro de leite que a mãe produz, há um gasto de 900 calorias em média.

Portanto se o “exercício for intenso ou num volume elevado” e a mulher tiver uma ingestão inadequada poderá prejudicar a amamentação, pelo alto gasto energético que ocorre nesse período. Além do exercício e da ingestão alimentar inadequada, uma hidratação inadequada também poderá comprometer a amamentação.

As pesquisas relacionadas a amamentação e exercício observam um aumento de ácido lático no leite materno. Esse aumento relaciona-se com a intensidade do exercício, isto é, quanto mais intenso mais ácido lático no leite. A grande discussão era que esse ácido lático poderia modificar o sabor do leite e dessa forma o bebê passaria a não aceitá-lo, sendo então que de forma indireta o exercício estaria interferindo na aceitação do bebê ao leite após o exercício pela mudança no sabor deste.

Alguns autores observaram essa resposta, havendo uma diferença na aceitação do leite em mães que realizaram “exercício máximo”, sendo o mesmo associado ao aumento da concentração de ácido lático. Os estudos com intensidades adequadas “não mostraram efeitos negativos” sobre a amamentação.

Cary & Quinn (2001) em revisão literária concluíram que até a data analisada, o exercício e amamentação eram atividades compatíveis, sendo que dos vários estudos analisados os mesmos não demonstram efeito prejudicial do exercício durante a lactação não afetando a composição, o volume do leite, o crescimento, o desenvolvimento infantil, ou a saúde materna. O exercício também teria um efeito muito importante na melhora da aptidão cardiovascular nas lactantes e na sensação de bem-estar quando comparara lactantes ativas com mulheres sedentárias.

Então concluindo: ao treinarmos, nosso organismo produz ácido lático e este ácido poderia modificar o sabor do leite, fazendo com que o bebê rejeite o “peito”. Se o bebê não mama, o organismo não tem estímulo para produzir mais leite. Não havendo mais produção, o leite realmente pode “secar”, ou melhor, deixar de ser produzido.

O correto é que o profissional saiba organizar a sessão de treino para que as intensidades não sejam ultrapassadas, não só pelo aspecto da amamentação, mas também pelo exercício intenso ou em grande volume poder comprometer o sistema músculo-esquelético nesse período.

Cuidados – As mamas durante a gravidez ficam maiores e mais pesadas e se mantém assim no período pós-parto durante toda a fase de amamentação. Principalmente para atletas que realizam atividades de impacto, como corrida, certifique-se de que eles estejam bem firmes (talvez seja necessário usar dois tops ou um suporte mais adequado).

Referências Bibliográficas:

Wallace, JP, Rabin, J. Int J Sp Med. 12 (3) :328-31, 1991. The concentration of lactic acid in breast milk following maximal exercise. Int J Sports Med. 12(3):328-31, 1991.

Wallace, JP, Inbar, G, Ernsthausen, K. Infant acceptance of postexercise breast milk. Pediatrics. 89(6 Pt 2): 1245-7, 1992.

Gale B. Carey, Timothy J. Quinn, Susan E. Goodwin. Breast milk composition after exercise of different intensities. J Hum Lact. 13(2): 115-20, 1997.

Quinn, TJ, Carey, GB. Does exercise intensity or diet influence lactic accumulation in breast milk? Med Sci Sp Exerc. 31(1):105-10, 1999.

Cary GB, Quinn TJ. Exercise and lactation: are they compatible? Can Appl Physiol. 26(1):55-75, 2001.

Wright KS, Quinn TJ, Carey GB. Infant acceptance of breast milk after maternal exercise. Pediatrics. 109(4):585-9, 2002.

Su, D, Zhao, Y, Binns, C, Scott, J, Oddy, W. Breast-feeding mothers can exercise: results of a cohort study. Public Health Nutrition. 10(10):1089-1093, 2007.