Conteúdos sobre Alimentação na gravidez

Adoçantes na gravidez

30-abr-14

Por Gizele Monteiro – personal gestante

 

Resumo do artigo publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, vol. 29, n.5 (2007). Torloni e colaboradores.

O uso de adoçantes na gravidez: uma análise dos produtos disponíveis no Brasil.

 

Os adoçantes são freqüentemente utilizados por mulheres em idade reprodutiva.

Esta é uma revisão narrativa da literatura a respeito dos adoçantes atualmente comercializados no mercado brasileiro.

Existem poucas informações sobre o uso da sacarina e ciclamato na gestação, e seus efeitos sobre o feto.

Adoçante na gestação

Adoçante na gestação

Devido às limitadas informações disponíveis e ao seu potencial carcinogênico em animais, a sacarina e o ciclamato devem ser evitados durante a gestação (risco C). O aspartame tem sido extensivamente estudado em animais, sendo considerado seguro para uso na gestação (risco B), exceto para mulheres homozigóticas para fenilcetonúria (risco C). A sucralose e o acessulfame-K não são tóxicos, carcinogênico ou mutagênicos em animais, mas não existem estudos controlados em humanos. Porém, como esses dois adoçantes não são metabolizados, parece improvável que seu uso durante a gestação possa ser prejudicial (risco B). A estévia, substância derivada de uma planta nativa brasileira, não produz efeitos adversos sobre a gestação em animais, porém não existem estudos em humanos (risco B).

Os agentes de corpo usados na formulação dos adoçantes (manitol, sorbitol, xilitol, eritrol, lactilol, isomalte, maltilol, lactose, frutose, maltodextrina, dextrina e açúcar invertido) são substâncias consideradas seguras para o consumo humano.

Conclusão: segundo as evidências atualmente disponíveis, o aspartame, a sucralose, o acessulfame e a estévia podem ser utilizados com segurança durante a gestação.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032007000500008&script=sci_arttext

Alimentação da gestante no trabalho

29-mar-14

Por Gizele Monteiro – personal gestante

 

Como deve ser a alimentação da gestante no trabalho?

A grávida moderna tem uma vida profissional até momentos antes do parto. Saber como se alimentar no período de trabalho é muito importante para controlar o peso e também para a saúde da mamãe e bebê.

Alimentação da gestante no trabalho - Gravidez em Forma (@gizelemonteiro)

Alimentação da gestante no trabalho – Gravidez em Forma (@gizelemonteiro)

A alimentação também será importante para evitar inchaço, azia, refluxo etc.

Você pode receber dicas valiosas que eu elaborei no projeto Gravidez em Forma.

São 4 dicas em vídeo com orientações de qualidade para sua saúde e controle de peso.

Basta se cadastrar acessando o site www.gravidezemforma.com.br.

Clique e te espero lá!!!

Como me alimentar durante a gravidez?

31-dez-13

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

 

Muitas gestantes ainda têm dúvidas do como se alimentar durante a gravidez.

 

Alimentos para a saúde na gravidez

Saúde e controle de peso na gravidez – Gravidez em Forma

 

A alimentação na gravidez exerce uma função muito importante. Além da saúde materna e fetal há também a importância para o controle do ganho de peso.

Para uma gravidez em forma (visite nosso site e saiba mais sobre como se alimentar para ter uma gravidez em forma) certifique-se de que você está ingerindo em sua alimentação os nutrientes necessários para sua saúde e de seu bebê. Em nosso site Gravidez em Forma preparei 4 dicas gratuitas para você receber em seu e-mail.

O e-book “Gravidez em Forma” que será lançado agora em 2014 além de informar dá várias dicas para a sua saúde e inclusive poderão ser usadas no pós-parto.

E-book Gravidez em Forma - www.gravidezemforma.com.br

E-book Gravidez em Forma – www.gravidezemforma.com.br

Veja algumas das necessidades nutricionais por trimestre:

- Primeiro trimestre: maior necessidade de ácido fólico e de outras vitaminas do complexo B. Invista em alimentos ricos nesses nutrientes.

- Segundo trimestre: deve-se consumir uma maior quantidade de alimentos que contenham fibras e ferro.

- Terceiro trimestre: deve-se consumir alimentos ricos em cálcio e ômega-3.

 

Te espero em nossas dicas para que possamos te orientar mais!

Alimentação pode auxiliar na prevenção da depressão na gravidez e pós-parto

29-abr-13

Por: Grupo Stancanelli – Mirtes Stancanelli, Erica Tatiana e Emy Takahashi

A depressão é uma doença que pode ocorrer em qualquer pessoa e merece muita atenção e cuidado.

A alimentação saudável tem sido apontada como um meio de auxiliar na prevenção da depressão na gravidez e pós-parto.

As vezes, a depressão é gerada por um episódio emocional grave, como divórcio, morte de entes queridos, ou pode aparecer aparentemente por nada. Ela também pode ocorrer durante as fases de mudanças da vida como na adolescência, terceira idade, ou na gestação, principalmente no pós-parto.

Alguns pesquisadores tem observado que a alimentação tem uma participação importante para evitar a depressão.

Como uma boa alimentação pode auxiliar na prevenção da depressão?

- Cuidado com o alto consumo de açucares, cafeína e álcool ao longo dos trimestres de gestação;

- Prefira alimentos que contenham baixos teores de gordura. A gordura inibe a síntese de neurotransmissores no cérebro promovendo maior probabilidade à depressão;

- Vitaminas do complexo B são importantes para aqueles que querem se manter física e emocionalmente mais saudáveis. O complexo vitamínico B é importante para produção de serotonina (que influi na regulação do humor). Muitas drogas que incluem o estrógeno podem interferir na absorção de vitamina B6. Na gestação esses hormônios estão elevados para produzir as mudanças gestacionais. Os grupos de verduras, legumes e frutas são ricos nestas vitaminas, intensifique-os na alimentação;

- Uma alimentação pobre em Ômega 3 deixa o sistema nervoso mais vulnerável à depressão. O Ômega 3 é encontrado em peixes como bacalhau, salmão, arenque e  em menores concentrações na soja, castanha e óleo de canola;

- Alimentos que auxiliam no tratamento da depressão: banana, verduras, frutas e peixes.

A prática de exercícios físicos bem como o apoio familiar e uma alimentação equilibrada ajudam a diminuir a ansiedade e também a combater a depressão.

 

O uso de adoçantes na Gravidez

18-jul-12

Por Dra. Mirtes Stancanelli – Nutricionista

O uso de adoçantes na Gravidez

Os adoçantes hoje fazem parte do dia-a-dia de muitas mulheres, mas será que seu uso deve continuar durante a gravidez?

As substâncias sacarina e ciclamato já são proibidas em alguns países. A primeira não pode ser usada no Canadá e a segunda nos Estados Unidos. Alguns testes feitos em camundongos resultaram em câncer na bexiga dos animais. Não é comprovado o risco em seres humanos, mas os estudos com animais incentivaram a proibição dos adoçantes em alguns países e sua restrição no Brasil.

A preocupação está no uso excessivo, de forma indiscriminada que é muito comum, principalmente para quem deseja manter o peso. Uma série de produtos do nosso dia-a-dia contém edulcorantes, como os alimentos diet e light.

Adoçantes à base de:

- SACARINA - deve ser restrita por se mostrar permeável à placenta, isto é, ela passa na placenta chegando ao feto, e é pouco excretada pelo feto. O aumento deste produto está associado com tumores malignos e prejuízo no crescimento de crianças.

- CICLAMATO – algumas evidências mostram se relacionar com um menor ganho de peso fetal.

A tabela abaixo refere-se a quantidade limite para o uso dos diferentes edulcorantes. Cuidado com as quantidades, leia com atenção os rótulos dos alimentos!

LIMITES PERMITIDOS
Fonte: Organização Mundial da Saúde
Edulcorante Limite (mg/kg)
Acessulfame-K 15
Aspartame 40
Ciclamato 11
Frutose não existe limite
Sacarina 5
Estévia 5,5
Sucralose 15
Xylitol, Manitol, Sorbitol 15
Alitame 1
Glocosídeos de Esteviol 2
Neotame (ainda não aprovado no Brasil) 2

A melhor orientação é uma alimentação saudável na gravidez. Se a dieta na gravidez estiver adequada o uso de adoçantes poderá ser cortado.

Referências

Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

American Dietetic Association.

Alimentação na Gestação

05-jul-12

Por Gizele Monteiro

Você acredita que uma alimentação na gestação é importante para seu bebê?

Trazer uma nova vida neste mundo é uma experiência emocionante e este momento requer um olhar mais atento da mamãe sobre uma boa nutrição adequada para você e seu bebê em crescimento.

A gravidez coloca exigências nutricionais extras em seu corpo. Você precisa de mais proteína e nutrientes, especialmente ferro, ácido fólico, iodo e zinco.

Ao contrário do velho ditado “comer por dois”, a gestante não precisa comer o dobro. Seu consumo energético precisa aumentar um pouco durante a gravidez, mas não dobrar, pois isso te levará a um ganho de peso inadequado. É importante em casos de sobrepeso um acompanhamento profissional para adequar esse consumo.

Pesquisa mostram que o alimento que a mãe come durante a gestação pode afetar o desenvolvimento do seu bebê, e também podem afetar a saúde do bebê mais tarde em sua vida, predispondo-o a doenças.

Requisitos específicos de nutrientes

Como dissemos anteriormente, durante a gravidez as necessidades de nutrientes aumentam para apoiar a sua saúde e as necessidades de seu bebê em formação e crescimento. Atenção especial deve ser dada em alguns nutrientes:

Cálcio

Durante a gravidez, sobretudo durante o terceiro trimestre, seu bebê precisa de cálcio para construir ossos saudáveis. Felizmente, durante a gravidez você pode absorver o cálcio de maneira mais eficiente de sua dieta, assim que as necessidades do seu bebê em crescimento são cumpridas. A recomendação para o consumo de cálcio durante a gravidez e amamentação é a mesma que para mulheres não-grávidas (1000mg por dia).

O cálcio necessário para a mãe e o bebê durante a gravidez pelo consumo diário fornecidos por alimentos lácteos diários. Exemplos:

  • um copo de leite (250mL)
  • um copo de iogurte (200g)
  • 2 fatias de queijo (40g)

Ácido fólico e Vitamima B12

O ácido fólico é  um derivado da vitamina B (mais precisamente chamado de vitamina B9) encontrado no espinafre, vegetais de folhas cor verde escuro, fígado, levedo de cerveja, cenoura e gema de ovo, etc.

Pesquisas mostram que sua falta  e da vitamina B12 pode provocar  malformações no fechamento do tubo nervoso, resultando em complicações de ordem neurológica e comprometimento da coluna vertebral do feto problemas que podem estar presentes justamente nas primeiras semanas de gravidez da mulher.

Para reduzir o risco de defeitos do tubo neural em bebês, o National Health and Medical Research Council (NHMRC) recomendam que, assim como uma dieta saudável rica em ácido fólico, as mulheres precisam de um extra de 400 microgramas de ácido fólico por dia, durante pelo menos um meses antes da concepção e durante os primeiros três meses de gestação. Isto pode ser conseguido tendo um suplemento de ácido fólico.

Ferro

Suas necessidades de ferro aumentam significativamente durante a gestação, particularmente durante os segundo e terceiro trimestres, quando a quantidade de sangue no corpo aumenta e para atender às necessidades de sua placenta e do bebê em crescimento. Para evitar a deficiência de ferro é importante comer alimentos ricos em ferro. A carne vermelha é uma das fontes mais ricas de ferro. Frango, porco e peixe contêm níveis moderados. Pequenas quantidades de ferro também pode ser encontrado em legumes, vegetais de folhas verdes e cereais enriquecidos de ferro. A carne fornece a forma mais facilmente absorvida de ferro, mas comer alimentos que são ricos em vitamina C (por exemplo, tomates e laranjas) irá ajudar seu corpo a absorver o ferro de fontes vegetais.

Iodo

O iodo é essencial para o desenvolvimento do cérebro do seu bebê e sistema nervoso. Na gestação a sua exigência de iodo aumenta em 47% e em 80% durante a amamentação. Frutos do mar, laticínios e pão fortificado podem ser fontes valiosas porém a suplementação de iodo pode ser recomendada durante este tempo para garantir as demandas do seu bebê para o crescimento são cumpridos.

Zinco

O zinco é essencial para o crescimento e desenvolvimento normais em ossos, do cérebro e muitas outras partes do corpo. É amplamente disponível a partir de uma variedade de alimentos tornando possível para as mulheres grávidas alcançar as suas necessidades de zinco através da dieta. O zinco é mais facilmente absorvido a partir de fontes animais, como carne vermelha, peixes e laticínios e fontes para um menor grau de plantas, incluindo nozes, legumes e cereais.

Proteína

Mais proteína é necessária durante a gestação para suportar o crescimento do seu bebê e as mudanças em seu próprio corpo. Em geral, uma dieta saudável e balanceada irá fornecer proteínas suficientes para atender às suas necessidades durante a gravidez.

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO NA GESTAÇÃO

22-jun-12

Dra. Aline Nascimento - Nutricionista

Neste post colocarei minha posição sobre a importância da alimentação na gestação para a saúde da mamãe e do bebê. A gestação é um período mágico e de muita transição. A natureza modifica o corpo e a mente para transformar a mulher em mãe. Isso não é um processo muito é fácil. Após 7 a 10 dias da fecundação o sangue da mãe começa a alimentar o filho, e ai vem a grande responsabilidade da alimentação na gestação. Esse é o momento da mulher deixar de lado o que gosta de comer para começar a colocar em prática o que é necessário comer. É importante que a futura mamãe entenda a importância da alimentação na gestação.
O primeiro trimestre da gestação é de extrema importância para a formação do bebê, é uma fase de intensa divisão celular. Para que essa divisão celular ocorra de maneira saúdavel é necessário garantir nutrientes necessários para manter um bom estado nutricional. Ou seja, o cuidado com a alimentação deve iniciar antes mesmo da gestação, pois uma alimentação saudável e equilibrada irá garantir um desenvolvimento adequado para o bebê.
Já no segundo e terceiro trimestre da gestação, o ganho de peso adequado nesse período, a ingestão adequada de nutrientes, o controle do fator emocional e o estilo de vida serão de extrema importancia para o desenvolvimento e crescimento do bebê.
Ainda hoje existem muitos mitos em realação a gestação. O mais comum é: A gestante precisa comer por dois?
Não tem necessidade da gestante comer por dois, e sim consumir nutrientes para dois. Basta a gestante ter uma alimentação saudável, rica em vitaminas e minerais para manter saudável o seu bebê. O ganho de peso excessivo durante a gestação está relacionado com o nascimento de bebês muito grandes, diabetes gestacional e aumento da pressão arterial durante a gestação e/ou parto.
Dicas importantes para uma saudável alimentação na gestação:
  • Fazer de 5 a 6 refeições diariamentes sem pular nenhuma delas;
  • Manter uma alimentação rica em ferro, cálcio e vitamina C;
  • Consumir frutas e vegetais diariamentes;
  • Consumir carnes magras.
  • Evitar consumir, frituras, conservas, doces e embutidos;
  • E não esqueça de hidratar o seu corpo, consumir aproximadamente 2 litros de água diariamente.

Paladar na Gestação

06-abr-10
Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

A mudança do paladar na gestação é algo bem comum. Vários alimentos amados passam a ser desconsiderados e vários odiados passam a ser consumidos.

Grávidas trocam chocolate por limão, diz obstetra

FABIANA SERAGUSA
colaboração para a Folha Online

Patrícia Ribeiro era daquelas chocólatras de carteirinha, que não deixava de comer ao menos um pedacinho de doce por dia. Quando estava grávida de Alice, hoje com dois anos, ela enjoou de chocolate e passou a incluir jiló, mostarda e limão em sua lista de “necessidades” diárias.

SXC
Grávidas sentem desejo de comer limão, por conta da produção hormonal
Grávidas sentem desejo de comer limão, em razão dos hormônios do período gestacional

Karen Santana também sentiu muita vontade de comer tudo com mostarda durante a gravidez, mas garante que sempre odiou o condimento. O ginecologista e obstetra José Bento de Souza diz que alimentos ácidos e azedos são os preferidos das mamães, e que o grande campeão é a vontade de chupar limão. “Os alimentos ácidos melhoram a sialorreia (aumento da secreção salivar) e diminuem a náusea”, explica.

Segundo o médico, possíveis edemas encontrados nas papilas gustativas –responsáveis pela distinção do sabor dos alimentos– contribuem para estas vontades recorrentes.

Enquanto uns acham que os desejos das grávidas são apenas “frescura”, outros acreditam que realmente há uma explicação científica. O especialista conta que “a medicina não conhece todas as respostas hormonais do corpo humano”, mas que, “muito provavelmente, a gestação provoca mudanças nos hábitos alimentares, por conta da alta produção hormonal”. Até porque 100% de suas pacientes relatam essa alteração.

Mas não é só de limão e mostarda que vivem as grávidas. Thaysa Araújo, por exemplo, ficou louca por Fanta –mas diz que antes também não gostava nada, nada. Carolina Mendes odiava ovo, mas chegou a comer uma caixa inteira em uma semana. E Priscila Bastos não passava um dia sem se esbaldar com pratos fartos de escarolas e espinafres.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u715834.shtml

Alimentação na Gravidez

27-out-09

Já Acreditava que a alimentação na gravidez é de suma importância e a matéria abaixo fortalece ainda mais meus conceitos.

A nutricionista Janice Chencinski traz no site do Dr. Yechiel Moises Chencinski uma matéria de grande interesse para a mamãe e seu bebê, mostrando que tudo o que a mulher fizer durante o período da gestação terá reflexos diretos no desenvolvimento de seus filhos.

É preciso um programa nutricional especial para a alimentação na gravidez?

Em alguns casos sim. Ao contrário do que se pensava antigamente, a mulher não precisa comer por dois, porém suas necessidades de nutrientes são diferentes. Neste momento tão especial da vida da mulher é aconselhável que a gestante tome consciência da responsabilidade que tem, e procure seguir uma alimentação na gravidez de forma equilibrada, mesmo que estes conselhos fossem, por vezes, negligenciados por ela anteriormente.

Portanto, como costumo dizer: não é necessário comer duas vezes mais quantidade, mas o que se come agora é duas vezes mais importante. Quem tem uma alimentação na gravidez adequada tem maiores chances de dar à luz a bebês mais saudáveis.

Há casos de gestantes com diabetes, hipertensão ou hipotireoidismo que necessitam de um acompanhamento conjunto com outros especialistas como endocrinologista, cardiologista ou nutricionista.

É natural que para todas as grávidas haja a prescrição de suplementos vitamínicos e minerais desde o primeiro mês de gestação até o término do aleitamento. Porém vale lembrar que embora sejam necessários, os suplementos não substituem totalmente os alimentos.

Se a grávida puder dispor do auxílio de um nutricionista, a orientação deste profissional será feita de forma individualizada adaptando-se as recomendações nutricionais aos hábitos e preferências da mulher.

Deixamos para consulta o site do Dr. Moises, onde a mamãe pode encontrar matérias de grande interesse: www.doutormoises.com.br

O método Mais Vida Gestantes® disponibiliza uma equipe de nutricionistas para acompanhar a mulher antes, durante e após a gestação. Acesse nossa área e conheça mais os nossos serviços: http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//equipe-de-nutricionistas/

Importância da Vitamina A na Gestação

25-set-09

Grupo Stancanelli

Importância da Vitamina A na Gestação

A vitamina A necessita de gorduras e minerais para ser adequadamente absorvida pelo aparelho
digestivo. Como pode ser armazenada no organismo, não precisa ser fornecida diariamente.


Benefícios da Vitamina A na Gestação

· Combate a cegueira noturna, a vista fraca e auxilia no tratamento de diversos problemas visuais (permite a formação de púrpura visual no olho).

· Cria resistência às infecções respiratórias.

· Encurta a duração das enfermidades.

· Mantém saudáveis as camadas externas de nossos tecidos e órgãos.

· Ajuda a remover as manchas da velhice.

· Propicia o crescimento, ossos fortes e pele, cabelo, dentes e gengivas saudáveis.

· Auxilia no tratamento da acne, impetigo e furúnculos

Doença causada pela deficiência de Vitamina A

- Cegueira noturna;

- Ressecamento da esclera (parte branca) e córnea dos olhos, podendo levar à cegueira;
- Inflamação da pele (dermatite);
- Endurecimento das membranas mucosas dos trato respiratório, gastrointestinal e geniturinário;
- Risco de infecções e morte.

Fontes Naturais de Vitamina A

vitamina A é encontrada em alimentos de origem animal (leite, ovos, fígado). Os vegetais folhosos verde-escuros, vegetais e frutas amarelo-alaranjados possuem carotenóides que são convertidos em vitamina A pelo organismo.