Conteúdo de abril/2010

Mexa-se! Uma proposta para a mudança de comportamento

09-abr-10

Juntamente com o professor Fabio SabaMétodo Mais Vida deseja que esse conceito entre em sua vida!

Mexa-se!

Aguardamos você em um dos nossos programas!

Dificuldade em Engravidar

08-abr-10

Minha foto

Dra. Maria Luiza Campos da Silva
Goiânia, Goiás, Brazil
Médica ginecologista titulada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, com especialidade em Ginecologia Endócrina, Climatério e Infanto Puberal pela UNIFESP. Atendimento no Centro Ela de Medicina (telefone: 3093.9664). Rua 6A Setor Aeroporto – Goiânia. E-mail: dramlcampos@gmail.com / http://dramarialuiza.blogspot.com/

Parece que a gravidez ocorre facilmente quando o casal não está interessado em ter um filho. Caso contrário, parece que demora mais. Em média, quanto tempo eles devem esperar antes de procurar ajuda?

– Esse é um problema muito sério na vida dos casais, que misturam sexualidade, potência masculina, infertilidade num único pacote.”Não consigo ter um filho porque sou impotente” ou “ela é infértil e me acusa” são fantasmas que atormentam o relacionamento. A auto-cobrança e a cobrança do outro só agravam a situação.
O ideal é deixar que as coisas fluam normalmente. Não adianta marcar hora para o ato sexual porque se perde a espontaneidade e, se a gravidez não ocorrer daquela vez, só vai gerar frustração nos parceiros.
É evidente que depois de um ano de relacionamento se preconiza uma avaliação para verificar as condições de saúde da mulher, sua fisiologia menstrual e ovulatória e as características do espermograma do companheiro. Conforme o caso, pode ser necessário induzir a ovulação ou encaminhá-la para a inseminação artificial.

Quando o casal manifesta o desejo de ter um filho, você recomenda que concentrem as relações sexuais em determinada fase do ciclo menstrual?
– Minha primeira recomendação é que não mudem a dinâmica sexual. É óbvio que se tiverem uma relação a cada três meses, a probabilidade de uma gravidez é baixa. Já se tiverem duas relações por semana, ela aumenta muito.
Está claro que concentrar a freqüência das relações sexuais na época da ovulação ajuda. Para determinar quando ela ocorre, a mulher pode medir a temperatura basal. É um procedimento muito simples. Por via oral ou axilar, todos os dias de manhã, ela coloca o termômetro e anota a temperatura, que sobe em média um grau durante a ovulação.
No entanto, não se pode desconsiderar que a temperatura também sobe se houve relação sexual na noite anterior ou se a mulher apresenta qualquer alteração orgânica.

Quer dizer que se a mulher for medindo diariamente a temperatura e notar que ela subiu um grau, é sinal de que pode estar ovulando?
- É sinal, mas não é um dado absoluto. No entanto, medir a temperatura é útil em duas circunstâncias opostas: para as mulheres que estão querendo engravidar e para as que não querem e estão usando a tabelinha.

Existem outras técnicas que facilitam determinar o período em que ocorre a ovulação?
– Existem exames para medir o nível dos hormônios e o ultra-som que mostra aumento no volume dos ovários quando a moça está prestes a ovular.

Mulheres que tomam pílula durante muito tempo têm mais dificuldade de engravidar?
– Não têm. Por isso recomendo que não interrompam o uso da pílula até o momento em que desejarem engravidar. Com as pílulas atuais, grande parte das pacientes fica grávida assim que suspende a medicação. Eventualmente, algumas podem demorar mais um pouco enquanto o organismo se acomoda à nova situação.

E com o DIU, acontece do mesmo modo?
- A não ser que o DIU seja medicado com progesterona, o que retarda um pouco a gravidez, a mulher pode engravidar assim que o retira.

Voltando à forma no Pós-parto

08-abr-10

Equipe Mais Vida Gestantes

Estamos com você nessa … a Veja on-line reuniu o depoimento de 8 mulheres que conseguiram voltar à forma no Pós-parto. O que elas têm em comum … exercícios e alimentação. Vejam os nossos atendimentos com exercícios e nutrição que podem ajudá-la (contato@metodomaisvida.com.br – fones – 11. 7871.41.62 – 2867.33.07).

Estou voltando à forma!

8 mulheres contam o que fizeram para
emagrecer após o nascimento dos filhos


Cristina Maiello

+ Veja também
Vídeo: assista ao depoimento de uma mãe no período pós-parto

Os exemplos vão desde as mães que fazem spinning cinco vezes por semana até aquelas que dançam com o bebê no colo para queimar calorias. VEJA selecionou histórias de mulheres que não perderam tempo para recuperar o corpo. Algumas ficaram ainda mais magras do que eram antes de engravidar. Os biotipos são variados: altas, magras, cheinhas e musculosas. Em comum, têm a disciplina para se exercitar e comer moderadamente. Elas provaram que os desafios podem ser maiores ou menores, mas, com determinação, tudo é possível.

Para recuperar a forma, é adequado começar a se cuidar já na gestação. Talvez pareça óbvio, mas o truque consiste em engordar apenas o necessário. Empenhadas e supervisionadas por médicos, as grávidas podem seguir uma alimentação balanceada e manter atividades físicas ao longo dos nove meses. “As mulheres estão percebendo que a gravidez pode ser um período importante para aprender a comer corretamente e incorporar exercícios na rotina”, diz o obstetra Fernando Lima. Um mês depois do parto, os médicos as liberam para fazer ginástica. E, aos poucos, elas estão autorizadas a retomar a rotina normal da malhação. Como estão amamentando, não podem fazer dietas rigorosas. A tarefa não é fácil. Aprenda com as mulheres que conseguiram reaver a forma que tinham antes.

Fotos: Pedro Rubens

Raquel Rivitti
Tomasi

Idade: 31 anos
Profissão: economista
Peso: 51 kg
Altura: 1,68 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 2 meses
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 51 kg
Peso no final da gravidez: 64 kg
Quanto engordou: 13 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica, condicionamento físico, caminhadas e natação. Manteve a rotina até o final da gravidez.
Atividades físicas depois do parto: continuou com a hidroginástica e o condicionamento físico e acrescentou corrida em esteira e spinning.
O que continua a fazer: hidroginástica, condicionamento físico, corridas de 10 quilômetros em esteira e spinning em academia, cinco vezes por semana.
Amamentação: até os 7 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: sentia-se enorme, sem cintura e tinha dúvida se conseguiria voltar ao que era antes.
Desafio para perder peso: baixo. Raquel sempre teve excelente condicionamento físico e gosta de fazer exercícios. Além disso, segue uma dieta balanceada, à base de frutas, verduras, legumes e queijos magros.

Simone Tavano

Idade: 32 anos
Profissão: economista
Peso: 53 kg
Altura: 1,67 m
Quando deu à luz: há 8 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 8 meses
Peso antes da gravidez: 53 kg
Peso no final da gravidez: 61,5 kg
Quanto engordou: 8,5 kg
Atividades físicas durante a gravidez: caminhadas diárias e aulas com personal trainer três vezes por semana, incluindo exercícios para manter a postura, o equilíbrio e o alongamento.
Atividades físicas depois do parto: logo após a liberação do médico, retomou as caminhadas. Dois meses depois, voltou a correr.
O que continua a fazer: corrida.
Amamentação: ainda amamenta.
Efeito da gravidez na auto-estima: sua preocupação era conseguir recuperar a forma depressa.
Desafio: baixo. Além de sempre ter sido magra, faz muito exercício e segue uma alimentação saudável, à base de frutas, verduras e carne branca. Não come frituras nem alimentos gordurosos. Nos fins de semana, libera doces e sorvetes.

Adriana Short Soares dos Santos

Idade: 31 anos
Profissão: advogada
Peso: 69 kg
Altura: 1,69 m
Quando deu à luz: há 4 meses. São gêmeos
Número de filhos: 2
Peso antes da gravidez: 64 kg
Peso no final da gravidez: 86 kg
Quanto engordou: 22 kg
Atividades físicas durante a gravidez: no quarto mês fez hidroginástica diariamente. No quinto mês fazia transport três vezes por semana.
Atividades físicas depois do parto: dois meses depois, voltou a andar de bicicleta. Ao completar três meses, retomou as aulas de ginástica na academia.
O que continua a fazer: anda de bicicleta na rua três vezes por semana, faz ginástica localizada e duas horas de spinning por dia na academia.
Amamentação: até os 3 meses dos bebês.
Efeito da gravidez na auto-estima: depois que os gêmeos nasceram, sentiu-se gorda e feia, parecia impossível voltar à forma.
Desafio: médio. Adriana sempre fez muita atividade física e controlou a alimentação. Evita doces, frituras, refrigerantes e carboidratos. A gravidez por fertilização exigiu repouso a partir do sexto mês, o que atrapalhou seu controle de peso.

Tania Belleze

Idade: 37 anos
Profissão: gerente de informática
Peso: 70 kg
Altura: 1,72 m
Quando deu à luz: há 11 meses
Número de filhos: 3. Os outros dois têm 1 ano e 11 meses e 8 anos
Peso antes da gravidez: 84 kg
Peso no final da gravidez: 94 kg
Quanto engordou: 10 kg
Atividades físicas durante a gravidez: nenhuma.
Atividades físicas depois do parto: esteira em casa e caminhada diária no condomínio.
O que continua a fazer: caminhada e esteira.
Amamentação: até os 4 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: durante a gravidez, achava-se bonita, com um ar especial, cabelos brilhantes. Depois do parto, sentiu-se pouco atraente por estar acima do peso.
Desafio: alto. Tania engravidou apenas três meses após ter tido um bebê, quando ainda não havia recuperado o peso que tinha antes da gravidez anterior. Não praticou exercícios durante a gestação.


Eunice Almeida
da Silva

Idade: 42 anos
Profissão: professora universitária
Peso: 54 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 8 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 3 meses
Peso antes da gravidez: 54 kg
Peso no final da gravidez: 75 kg
Quanto engordou: 21 kg
Atividades físicas durante a gravidez: ioga nos três primeiros meses.
Atividades físicas depois do parto: caminhada.
O que continua a fazer: caminhada duas vezes por semana.
Amamentação: até os 6 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: estava incomodada com o excesso de peso provocado pela gestação.
Desafio: médio. Engordou mais do que o previsto e fez poucos exercícios durante a gravidez.


Carolina Xavier D’Elia

Idade: 26 anos
Profissão: estudante
Peso: 59 kg
Altura: 1,75 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 2 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 3 meses
Peso antes da gravidez: 58 kg
Peso no final da gravidez: 67 kg
Quanto engordou: 9 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica e caminhada até o sexto mês.
Atividades físicas depois do parto: musculação feita em aparelhos e no solo.
O que continua a fazer: musculação.
Amamentação: até os 7 meses dos bebês.
Efeito da gravidez na auto-estima: sentia-se bem, mas queria melhorar a forma física.
Desafio: baixo. Carolina fazia atividade física intensa antes de engravidar e se alimentou sob a supervisão de uma nutricionista.

Claudia Sonda Farina

Idade: 36 anos
Profissão: empresária
Peso: 69 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 10 meses
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 70 kg
Peso no final da gravidez: 90 kg
Quanto engordou: 20 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica e, esporadicamente, caminhadas com personal trainer.
Atividades físicas depois do parto: aulas com personal trainer que mesclam caminhadas, atividades aeróbicas, alongamento e musculação, cinco vezes por semana. Ficou uma semana em um spa acompanhada do bebê.
O que continua a fazer: caminhadas, atividades aeróbicas, alongamento e musculação com personal trainer, cinco vezes por semana.
Amamentação: até os 6 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: uma mistura de alegria, orgulho, tristeza e medo. O apoio do marido foi fundamental para resgatar a auto-estima.
Desafio: alto. Claudia já estava acima do peso quando engravidou. Com três meses de gravidez, seu pai morreu. Começou a faltar às aulas de ginástica e exagerou na alimentação.

Liliane Santos

Idade: 37 anos
Profissão: publicitária
Peso: 55 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 1 mês
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 62 kg
Peso no final da gravidez: 72 kg
Quanto engordou: 10 kg
Atividades físicas durante a gravidez: caminhadas leves no início da gravidez e hidroginástica do sexto ao oitavo mês, duas vezes por semana.
Atividades físicas depois do parto: começou a fazer esteira na academia do prédio quarenta dias depois do parto.
O que continua a fazer: aproveita as horas livres para caminhar empurrando o carrinho e dançar com o bebê em casa, para queimar calorias.
Amamentação: até os 9 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: na gestação adorava cada mudança do corpo. Gostou muito quando seus seios aumentaram.
Desafio: médio. Liliane tem o biotipo a seu favor, mas não se exercita com disciplina. Durante a gestação, reduziu o consumo de massa e gordura e cortou açúcar e refrigerante. Com pouco tempo livre e sem babá, ela usa a criatividade para se manter em movimento.

Menu Materno – Curso Preparo para Amamentação

07-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Muitas mamães enfrentam as dúvidas e não sabem se estarão preparadas para amamentar. Receber orientação profissional é sempre uma tranquilidade e segurança.

O método Mais Vida Gestantes® tem o prazer de recomendar o curso teórico e prático de “Preparo para amamentação” oferecido pelo nosso parceiro Menu Materno.

As enfermeiras Patrícia Senne e Kelly Coca, diretoras do Menu Materno serão as palestrantes.

Vale a pena o encontro para tirar as suas dúvidas!

curso-preparatorio-para-amamentacao

Paladar na Gestação

06-abr-10

Grávidas trocam chocolate por limão, diz obstetra

FABIANA SERAGUSA
colaboração para a Folha Online

Patrícia Ribeiro era daquelas chocólatras de carteirinha, que não deixava de comer ao menos um pedacinho de doce por dia. Quando estava grávida de Alice, hoje com dois anos, ela enjoou de chocolate e passou a incluir jiló, mostarda e limão em sua lista de “necessidades” diárias.

SXC
Grávidas sentem desejo de comer limão, por conta da produção hormonal
Grávidas sentem desejo de comer limão, em razão dos hormônios do período gestacional

Karen Santana também sentiu muita vontade de comer tudo com mostarda durante a gravidez, mas garante que sempre odiou o condimento. O ginecologista e obstetra José Bento de Souza diz que alimentos ácidos e azedos são os preferidos das mamães, e que o grande campeão é a vontade de chupar limão. “Os alimentos ácidos melhoram a sialorreia (aumento da secreção salivar) e diminuem a náusea”, explica.

Segundo o médico, possíveis edemas encontrados nas papilas gustativas –responsáveis pela distinção do sabor dos alimentos– contribuem para estas vontades recorrentes.

Enquanto uns acham que os desejos das grávidas são apenas “frescura”, outros acreditam que realmente há uma explicação científica. O especialista conta que “a medicina não conhece todas as respostas hormonais do corpo humano”, mas que, “muito provavelmente, a gestação provoca mudanças nos hábitos alimentares, por conta da alta produção hormonal”. Até porque 100% de suas pacientes relatam essa alteração.

Mas não é só de limão e mostarda que vivem as grávidas. Thaysa Araújo, por exemplo, ficou louca por Fanta –mas diz que antes também não gostava nada, nada. Carolina Mendes odiava ovo, mas chegou a comer uma caixa inteira em uma semana. E Priscila Bastos não passava um dia sem se esbaldar com pratos fartos de escarolas e espinafres.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u715834.shtml

Exercícios Físicos no Pós-parto

04-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

PROGRAMA DE EXERCÍCIOS NO PÓS-PARTO

Existem muitas promessas e dicas para recuperar a forma física rapidamente no pós-parto, mas será que isso é um risco para a mãe?

A primeira coisa necessária para a segurança da mãe é a liberação médica, a qual dependerá do parto e do médico. Vários médicos advertem que os exercícios devem ser realizados com muita cautela, alguns sugerem até o comprometimento da amamentação se essa regra não for observada. VEJA TAMBÉM PARA MAIOR ESCLARECIMENTO O ARTIGO SOBRE AMAMENTAÇÃO.


Que  exercícios a mulher pode realizar no período pós-parto?

Engana-se quem acha que no pós-parto pode voltar com o ritmo total. O exercício nesse período requer tanto cuidado quanto durante a gestação, pois o corpo da mulher ainda não voltou ao normal e há grandes influências hormonais ainda.

“Mesmo quem tem uma condição física melhor necessita retomar as atividades com bastante cuidado, de forma moderada, pois o corpo ainda está sob o efeito de hormônios. Há uma maior frouxidão nos ligamentos e uma perda da força muscular”. Por outro lado, hoje sabe-se que os exercícios físicos são muito importantes, no auxílio e na prevenção da depressão pós-parto, além de melhorarem a auto-estima e o bem-estar da mãe.

Qualquer atividade citada adiante deve ter a liberação e a concordância do médico que acompanha a mamãe.


MUSCULAÇÃO OU EXERCÍCIOS DE FORÇA – uma das atividades mais utilizadas hoje nas academias e por Personal Trainers

A musculação,  por exemplo, é uma atividade muito usada hoje nas academias e por professores que trabalham com treinamento personalizado, porém não são todos os médicos que a liberam. Se bem orientada é uma atividade muito importante e interessante, uma vez que fortalece musculaturas responsáveis pelo controle postura. Há sempre a necessidade, independente do exercícios de realizar ajustes conforme a individualidade da gestante. Desde que liberada pelo médico, tanto a gestante que era sedentária, quanto a que já fazia musculação podem fazê-la.

Os exercícios de força, como qualquer outro, deve ter a intensidade bem controlada, podendo se não for bem orientado provocar lesões e também comprometer a amamentação. Eles são muito importantes para o retorno postural da mulher e a recuperação da força, a qual se encontra em queda durante a gestação. Outro ponto importante é prevenção de dores em algumas regiões comuns como coluna e quadril e braços, isso se dá pelas alterações hormonais mais a sobrecarga nos cuidados com o bebê.


PILATES – a atividade do momento?

Hoje o Pilates é indicado por muitos especialistas e médicos de diversas áreas, inclusive pelos ginecologistas.

Constantemente vemos em sites, reportagens em revistas ou TV a indicação dessa atividade para gestantes.

Pilates é uma técnica que um dos princípios baseia-se no trabalho sobre o “core – centro do corpo”, referindo-se a região abdominal, músculos paravertebrais e assoalho pélvico.

De certa forma, essa filosofia é claramente aplicável na gravidez e no pós-parto. Existe grande importância no trabalho da região abdominal, músculos da coluna e assoalho pélvico que precisam recuperar-se das mudanças ocorridas na gestação, porém tudo isso com muito equilíbrio, organização e controle de carga (escolha do exercício, equipamento utilizado, número de repetições, etc).

Essa modalidade faz parte do conjunto dos exercícios de força (ou resistidos) e como tal deve respeitar algumas recomendações também estipuladas para treinamento com pesos, conforme princípio do treinamento e individualidade biológica.

O método MAIS VIDA GESTANTES tem profissionais que atendem com PILATES para Grávidas e mulheres no Pós-parto. O “Körper Studio – Pilates & Bem-estar” tem parceria e é um dos pontos de atendimento para o período Pós-parto.  Lá a mamãe e seu bebê poderão encontrar todo o carinho, cuidado e segurança através de profissionais capacitados e conhecedores das necessidades desse período.


TREINAMENTO FUNCIONAL - uma atividade que vem ganhando força e espaço no mercado.

gestantesO  treinamento funcional veio para ficar, pelo menos por alguns anos essa modalidade estará na lista das academias e prioridade dos profissionais. No treinamento funcional existe uma variação muito grande de exercícios e equipamentos (materiais) que podem ser utilizados. O profissional deverá conhecer muito bem cada exercícios e material para adaptá-lo para o Pós-parto.

Não são todos que ela poderá fazer. As grandes instabilidades e exercícios arriscados devem ser tirados do quadro de exercícios selecionados. A orientação deve ser sempre a segurança da gestante não só pela superfície estável, mas também pelo grau de dificuldade ou ação do exercício. É importante que o profissional conheça bastante das alterações corporais do período gestacional, do pós-parto e dos princípios do treinamento funcional para aplicá-lo. O método Mais Vida Gestantes tem profissionais capacitados para trabalhar com toda a segurança necessária.

ATIVIDADES DE IMPACTO – corrida

A corrida por ser uma atividade de intensidade e ação biomecânica elevada (devido o impacto) exige um grande nível de aptidão de quem irá praticá-la, portanto não é uma atividade indicada para se iniciar durante a gravidez ou no pós-parto. Para mulheres que já corriam antes de engravidar, indicamos que sempre seja acompanhado por um profissional e que distâncias e intensidade sejam controladas e reduzidas com o progresso da gravidez e a mesma recomendação segue para o Pós-parto.

GINÁSTICA NO PÓS-PARTO – atividade em grupo

Uma atividade em grupo é sempre bom para descontrair e motivar. As aulas devem ser programadas e direcionadas para as necessidades do momento, havendo sempre a ação em diferentes grupamento musculares e também exercícios com objetivos e materiais diferentes. Mesmo em mulheres sedentárias pode-se iniciar, mas sempre com o controle do profissional que irá atendê-la.


EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO - para o relaxamento e ação em músculos sobrecarregados pelas mudanças posturaisA pregnant young woman doing exercises

Muito importantes, proporcionam o relaxamento e o equilíbrio para grupamentos musculares sobrecarregados pelas mudanças posturais.


HIDROGINÁSTICA

Praticamente não há no mercado esse atendimento direcionado para a mulher no Pós-parto. Normalmente elas são encaixadas em aulas de gestantes ou outras turmas. A atividade em água sempre é positiva, porém temos que entender que ela não é a única. O método Mais Vida Gestantes oferece atendimento domiciliar (personal training) com hidroginástica.


Se você tem, dúvida ou se interessou por algum dos programas de exercícios citados, entre em contato e informe-se onde há um ponto de atendimento mais próximo, ou procure-nos para personal training ou consultoria.

Personal Trainer – irá até sua residência ou academia e a acompanhará durante a atividade.

Consultoria – vamos até você e elaboramos um programa conforme suas necessidades e objetivos. Pode ser proposta atividades realizadas com o seu bebê.

Contato: gizele@metodomaisvida.com.br / Fones: (11) 7871.41.62 – 2867.33.07.

Comportamento na Infância – mãe e filho

04-abr-10

Relação com a mãe determina comportamento na infância

Um estudo da Universidade de Reading, no Reino Unido, confirma que a relação entre mãe e filho é determinante para o comportamento da criança, sendo ainda mais importante no caso dos rapazes.

Depois de analisarem 69 estudos sobre o assunto, envolvendo mais de seis mil crianças com menos de 12 anos de idade, os investigadores verificaram que as crianças que têm uma ligação insegura com a mãe têm mais problemas de comportamento, como agressividade e hostilidade, principalmente se forem rapazes.

“A questão central que colocamos foi se a insegurança nos laços estaria associada com problemas de comportamento em todos os estudos conduzidos até o momento. Os resultados mostram claramente que a resposta a essa resposta é um firme SIM”, afirmou Pasco Fearon, um dos autores do estudo.

“Mais especificamente, a nossa análise mostrou que as crianças com laços inseguros com as mães, particularmente meninos, tinham significativamente mais problemas de comportamento, mesmo quando esses problemas eram observados anos mais tarde”, concluiu.

Os autores do estudo alertaram ainda para a necessidade de se fazerem estudos semelhantes sobre a relação das crianças com os pais.

Fonte: http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2242&Itemid=60

Texto: PAIS&Filhos
01 Abril 2010

Implantação de salas de aleitamento em empresas

03-abr-10

Ministério da Saúde publica recomendações para salas de aleitamento em empresas


Consulte nossos serviços e saiba como implantar em sua empresa! Atendemos em todo o Brasil.

contato: gizele@metodomaisvida.com.br / Fones: (11) 2867.33.07 – 7871.4162

Em parceria com a Anvisa e seguindo recomendações da OMS, o intuito é aumentar a higiene e garantir a segurança e mães e filhos

 Shutterstock

Amamentação e trabalho fora de casa é uma questão que, sem dúvida, preocupa as mães que vão voltar da licença-maternidade. É sabido que o aleitamento materno é recomendado exclusivamente até os seis meses e, segundo a Organização Mundial de Saúde, a OMS, até os dois anos de idade, independente da forma que for oferecida – o que ultrapassa, de longe, o tempo de licença. Sendo assim, o que fazer para manter a amamentação do seu filho mesmo depois que voltar ao trabalho?

Pensando justamente nas mães que precisam retirar o leite durante o período de trabalho, para evitar o desconforto e estimular a produção de leite, o Ministério da Saúde, juntamente com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), publicou uma recomendação para que empresas e órgãos públicos criem salas regulamentadas de apoio à amamentação. De acordo com o documento, as empresas que optarem pela criação destes espaços devem seguir algumas regras sanitárias, para manter a higiene em salas de apoio à amamentação, destinadas à ordenha e estocagem de leite materno durante a jornada de trabalho.

Segundo a publicação, é recomendada a existência de um ponto de água fria e um lavatório para assegurar a higiene, cadeiras separadas por divisórias, a disponibilização de frascos para a coleta do leite e recipientes térmicos para o transporte do alimento, um freezer para resfriar o leite, além de aventais limpos para serem usados durante a coleta, descartáveis de preferência. Mas, apesar de recomendar a criação das salas, a assessoria de imprensa da Anvisa enfatiza que o que foi publicado é uma recomendação às empresas, não uma imposição. 

Quem trabalha perto de casa, ou deixa o bebê em um berçário próximo à empresa, pode usar os dois intervalos de meia hora por dia, garantidos por lei, aos quais tem direito para amamentar até que a criança complete seis meses. Quem não tem essa alternativa precisará esvaziar os seios duas vezes por dia no trabalho.

Francine Ferreira da Silva trabalhava como recepcionista de uma empresa de publicidade na zona Sul de São Paulo e conta que a dificuldade na logística da ordenha depois que voltou a trabalhar, após licença maternidade de seis meses, a fez diminuir significativamente a quantidade de leite materno oferecido a seu filho Daniel, hoje com 10 meses de idade. “Ficava praticamente impossível tirar o leite do peito. Onde é que eu ia pegar a bombinha e sentar pra tirar o leite, na copa? No banheiro? Tinha muito medo de acabar contaminando o leite e deixar o meu filho doente. O que eu fiz pra ele não secar foi tirar um pouco algumas vezes por dia, no banheiro, e jogar fora – o que me entristecia, claro. Isso durou pouco. Um mês depois acabei parando, por mais difícil que fosse.”, explica.

O Ministério da Saúde, procurado pela Crescer, fez uma série de recomendações que só são viáveis se acontecerem numa sala bem equipada: “Se não há refrigerador na empresa, o leite pode ser coletado em vasilha limpa, fervida durante 15 minutos e colocado em local fresco. Para evitar a diarreia, ele só deve ser usado até seis horas após a coleta. Se tem geladeira, o leite ordenhado pode ser refrigerado com segurança por até 24 horas ou congelado por até 30 dias. Antes de alimentar o bebê com o leite guardado, aqueça em banho-maria. Ofereça o leite ao bebê com colher, copo ou xícara e lembre sempre de jogar fora o que sobrou”, afirmou a assessoria de imprensa.

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI129787-10587,00.html

Gestantes podem fazer Pilates?

02-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Pilates para Gestantes – A Atividade do Momento?

Hoje o Pilates é indicado por muitos especialistas e médicos de diversas áreas, inclusive pelos ginecologistas.

Constantemente vemos em sites, reportagens em revistas ou TV a indicação dessa atividade para gestantes.

Pilates é uma técnica que um dos princípios baseia-se no trabalho sobre o “core – centro do corpo”, referindo-se a região abdominal, músculos paravertebrais e assoalho pélvico.

De certa forma, essa filosofia é claramente aplicável na gravidez. Existe grande importância no trabalho da região abdominal, músculos da coluna e assoalho pélvico durante a gestação, porém tudo isso com muito equilíbrio, organização e controle de carga (escolha do exercício, equipamento utilizado, número de
repetições, etc).

Essa modalidade faz parte do conjunto dos exercícios de força (ou resistidos) e como tal deve respeitar algumas recomendações também estipuladas para treinamento com pesos, conforme princípio do treinamento e individualidade biológica.

Muito se fala dos benefícios do Pilates em diversas situações da gravidez: prevenção e alívio de dores e desconfortos, principalmente a dor lombar (nas costas), ajuda no controle postural, alivia o inchaço nas pernas (conhecido como edema), manutenção de força abdominal e da musculatura da coluna, fortalecimento do assoalho pélvico, etc.

Mas será que o Pilates pode ser realizado por gestantes e qual gestante pode realizá-lo?

As mudanças fisiológicas, posturais e hormonais da gravidez são inevitáveis.

Analisaremos apenas alguns pontos que exigem cautela para a realização de Pilates por gestantes:

1. Os movimentos do Pilates são de certa forma intensos pelo alto nível de controle corporal, o qual é mantido por contrações isométricas. Essas contrações isométricas são para manter o alinhamento corporal e o controle do movimento durante a execução dos exercícios.

Uma das contra-indicações para a gestantes, segundo recomendações internacionais é não realizar isometria.

2. Outro ponto de análise é que grande parte dos exercícios são executados na postura decúbito dorsal, ou melhor, posição deitada. Essa posição também deve ser evitada durante a gestação por diminuir o débito cardíaco e o retorno venoso.

Portanto, respondendo as questões anteriores, recomendamos baseadas nas principais referências internacionais e também nas mudanças fisiológicas que ocorerrão com a gestante:

1. que de preferência realize Pilates quem já realizava antes da gravidez e mesmo nessa condição OS MOVIMENTOS DEVEM SER SUBSTITUIDOS E/OU MODIFICADOS, o que exige um conhecimento do profissional do organismo da gestante.

2. se a gestante nunca realizou Pilates e o médico indicar essa atividade, ela deve estar orientada por um profissional que entenda das mudanças gestacionais para ADAPTAR OS MOVIMENTOS e aplicar somente os exercícios QUE NÃO EXIJAM MAIS DO QUE A GESTANTE PODE SUPORTAR.

O método Mais Vida Gestantes – Programa de Exercícios Pré-gravidez, Gravidez e Pós-parto oferece profissionais qualificados para o atendimento de gestantes em nossos pontos de atendimento, estúdios parceiros e personal training.

O MÉTODO MAIS VIDA GESTANTES agora tem PILATES para Grávidas e mulheres no Pós-parto

A modalidade do Pilates hoje é uma das que tem sido uma das indicadas para a gestante. No entanto, o profissional deverá ser conhecedor das alterações que ocorrem no corpo da mulher durante a gestação.

O “Método Mais Vida Gestantes” e o “Körper Studio – Pilates & Bem-estar” atendem gestantes e mulheres no pós-parto com Pilates.  Lá a mamãe e seu bebê poderão encontrar todo o carinho, cuidado e segurança através de profissionais capacitados e conhecedores das necessidades desse período.

Procure-nos e saiba mais:

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Gestação – Sociedade Brasileira de Infectologia

01-abr-10

Sociedade Brasileira de Infectologia lança o Programa “Gestação Positiva”

A Sociedade Brasileira de Infectologia lança o projeto “Gestação Positiva”, com o patrocínio do laboratório Abbott e apoio da Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). De alcance nacional, o projeto visa atender médicos ginecologistas, obstetras, pediatras e infectologistas de todo o país que atendem a gestantes soropositivas.

O projeto contará com a consultoria técnica de infectologistas da SBI especializados no acompanhamento e tratamento de mulheres grávidas portadoras do HIV. Por meio de um tele-atendimento, o serviço poderá ser utilizado no momento em que o médico tiver algum tipo de dúvida quanto ao tratamento e uso de anti-retrovirais em gestantes e lactantes infectadas pelo HIV, seja do consultório, do hospital, de casa, no momento em que estiver atendendo ou assistindo a uma paciente, enquanto estiver estudando ou pesquisando, ou, simplesmente quando surgir uma dúvida.

Com este projeto, a SBI acredita estar oferecendo aos médicos que tratam de gestantes HIV positivas uma ferramenta diferenciada e inovadora de educação médica continuada, garantindo que essas gestantes recebam o melhor acompanhamento a partir das mais atualizadas recomendações médicas existentes.

Além de segurança e tranqüilidade, devido a participação e colaboração de uma consultoria técnica especializada, este serviço se torna para o médico mais uma ferramenta de atualização, prática e de fácil acesso, com a credibilidade da SBI.

>> Leia mais: Programa Gestação Positiva lança serviço de informação médica sobre cuidados com gestantes portadoras do vírus HIV