Conteúdo de abril/2010

A Importância do Alimento Orgânico – Empório da Papinha

22-abr-10

Dra Mara Cristina de Sousa Miranda

Nutricionista Responsável pelo projeto e produção do Empório da Papinha

Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes.

papinhasEste cultivo busca manejar de forma equilibrada, através de métodos naturais de adubação e de controle de pragas, o solo e demais recursos naturais, preservando-os de contaminações e utilizando-os de maneira sustentável, mantendo a harmonia entre homem e natureza.

Nas últimas décadas, o uso indiscriminado de agrotóxicos e produtos químicos na produção de alimentos vem causando preocupação em diversas partes do mundo. Um forte exemplo é a crítica ao modelo de agricultura vigente que cresce à medida que estudos comprovam que os agrotóxicos contaminam os alimentos e o meio ambiente, causando danos à saúde.

A partir dos anos sessenta os efeitos nocivos da agricultura convencional especialmente os resíduos de agrotóxicos encontrados na água, no solo e nos alimentos – tornaram-se mais evidentes e, em diversos países, o movimento ambientalista fortaleceu a proposta da agricultura orgânica.

Dentro deste contexto, tem aumentado progressivamente a procura por alimentos produzidos de forma orgânica, isto é, livres de fertilizantes químicos, agrotóxicos, antibióticos, hormônios e outras drogas usualmente utilizadas. Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.

Atualmente encontramos desde cereais, carne, frango, toda linha de laticínios e até papinhas e comidinhas para bebês, totalmente orgânicos, além de alguns condimentos e outros produtos de mercearia seca que são comercializados em redes de supermercados e diversas lojas. Alguns produtores/empresas fazem o serviço de entrega domiciliar. Muitas empresas investem neste mercado “orgânico” viabilizando cada vez mais uma alimentação habitual com uma gama de muitos produtos que têm como principal característica a ausência de insumos químicos, corantes, conservantes, acidulantes, entre outros, na sua produção.

Todo produto orgânico deve ter um selo de certificação que comprova a procedência dos produtos e sua qualidade.

Os consumidores de produtos orgânicos destacam a diferença de preço e de qualidade entre os produtos orgânicos e os convencionais – “podem custar um pouco mais, mas não tem agrotóxicos, aditivos, conservantes, corantes ou acidulantes o que garante uma melhor qualidade na alimentação da minha família e estão sempre “fresquinhos”.

Facilmente comprovamos que os consumidores de produtos orgânicos fazem opções diversas em relação aos cuidados com a saúde. A alimentação orgânica representa um dos meios para garantir a saúde e, quando necessitam de outros cuidados, preferem a homeopatia e outras práticas de medicina natural ao tratamento alopático.

Percebe-se nas idéias e atitudes desses consumidores uma reação às transformações alimentares dos últimos tempos. A alimentação moderna vem mudando os hábitos das pessoas com a industrialização de refeições pré-preparadas ou prontas com adição de conservantes, estabilizantes e outros produtos químicos que ao serem consumidos ao longo da vida trarão prejuízos a saúde. Para estes consumidores, o alimento orgânico significa um meio de prevenir doenças, dessa forma, adquire um valor de garantia e investimento na saúde.

Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.

www.emporiodapapinha.com.br

Exercícios Abdominais para Grávidas / Gestantes

20-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

mum02Existe ainda divergências nas opiniões dos especialistas sobre a realização do exercício abdominal para gestantes.

Existem 3 tipos de opiniões:

1. os acham que eles devem ser restringidos durante a gestação,

2. os que acreditam que no início da gravidez a mulher pode fazer abdominais sem causar nenhum prejuízo ao feto, mas à medida que a barriga for crescendo, mesmo se ela quiser, não conseguirá mais, pelo desconforto.

3. os que acham importante por propiciarem uma boa tonificação da parede abdominal, ajudando a sustentar o abdômen grávido, a melhorar a postura da gestante e fortalecidos serão de especial importância para o trabalho de parto.

Independente da opinião ou literatura adotada pelo profissional que prescreverá para a gestante, a opinião do médico deverá ser respeitada em primeiro lugar, portanto a gestante deverá ter a liberação médica.

Existe ainda a considerar:

- o nível de aptidão da gestante, isto é, se ela era sedentária ou ativa antes de engravidar. Gestantes sedentárias terão bastante dificuldade no aprendizado do exercício e não terão o nível de força adequado para realizá-lo, portanto não é interessante esses exercícios para gestantes em histórico anterior de exercício.

- a posição adotada no exercício abdominal, chamada “posição supina ou decúbito dorsal”. A execução do abdominal nessa postura deve ser evitada porque o útero com o peso do bebê pode comprimir a veia cava, limitando o fluxo de sangue e oxigênio para a mãe e o bebê. Mas isso não significa que estejam completamente excluídos todos os exercícios relacionados com a barriga, o que deve ser evitado é a posição, modificando-a.

Além da posição que deve ser mudada com o avanço dos meses e aumento do volume abdominal a gestante poderá não conseguir realizar os exercícios por desconforto ou perda de força devido o afastamento dos músculos abdominais.

Uma das estratégias seria realizar os exercícios abdominais na posição semi-deitada ou sentada, desde que não comprometa a postura e nem seja realizado de forma incorreta.

- com a extensibilidade da musculatura abdominal no avançar da gestação, só o fato de manter a contração, o controle dessa musculatura durante a execução nos vários exercícios,  já podemos consider que a gestante está realizando um exercício abdominal.

“Não é indicado portanto realizar os exercícios abdominais na forma tradicional”.


Treinamento Funcional para Gestantes

19-abr-10

Prof Renato B. Vianna e Profa. Ms Gizele Monteiro

Treinamento Funcional para Gestantes

Treinamento funcional hoje:

Se perguntarmos para um profissional de Educação Física hoje,qual é a tendência de mercado para personal training e academias ou, até mesmo na preparação física de atletas, no que diz respeito a melhora da aptidão física, força ou condicionamento, com certeza ele lhe diria… Treinamento Funcional.

O termo “funcional” elevou o mundo do treinamento físico para um novo patamar. Alguns professores vão fazer os exercícios, porque eles lhes parecem legais, mas na realidade eles não têm idéia de qual é a finalidade do exercício. Para alguns profissionais, o treinamento funcional até mesmo substiruiu as técnicas ou métodos mais comuns de treinamento. Isto é ruim? Eu acho que não, contanto que você possa  justificar o porquê e para quê você está fazendo o exercício.
O Treinamento Funcional pode também ser entendido como “exercícios específicos que mais se aproximam e copiam os movimentos feitos nas atividades diárias no mundo tridimensional”, pois quando falamos em movimentos e atividades cotidianas, pensamos em movimentos nos planos Sagital, Frontal e Transverso. Sendo assim procuramos avaliar de maneira bem objetiva o dia a dia de nossos alunos ou alunos.

E a gestante … pode se beneficar do Treinamento Funcional?

Treinamento Funcional para Gestantes:

preggy belliesEm se tratando de treinamento funcional para gestantes, aí sim a avaliação passa a ter um caráter essencial em nossa prescrição, principalmente porque o profissional deve ter um conhecimento amplo de todas as alterações fisiológicas ocorridas no período gestacional.

Muitas vezes, o treinamento funcional é relacionado ao uso de bases instáveis (que geram desequilíbio), exercícios de isometria e outros movimentos que não condizem com a realidade e necessidade da gestante.

Devido a mudança no centro de gravidade, alteração no tempo de reação e equilíbrio, instabilidade articular, torna os exercícios em bases instáveis desaconselháveis para as gestantes. Alguns exercícios até podem ser adaptados, porém o mesmo se for ser utilizado deve ser feito com muita segurança, adaptado e o profissional próximo a gestantes. Da mesma forma que os exercícios que exigem deslocamentos em várias direções se tornam desnecessários. Os exercícios devem ser realizados em superfícies firmes e estáveis e regulares e assegurar melhor controle da percepção corporal.

Outro cuidado que deve ser observado são os exercícos com apoio nas articulações dos punhos e tornozelos, devido as síndromes compressão nervosa (síndrome do túnel do carpo e do tarso) e mais uma vez a instabilidade da superfície ou material, podem agravar uma sensibilidade que a gestante ou mulher no pós-parto já apresenta. Existem ainda a mais comum das dores gestacional, a dor lombar, que fazem necessárias as alternâncias entre os exercícios em pé e sentados, e também pegadas e amplitude dos movimentos.

Se você deseja realizar Treinamento Funcional na gravidez ou pós-parto, entre em contato para que um de nossos profissionais a atenda:

e-mail: gizele@metodomaisvida.com.br

Fones: (11) 7871.4162 – 2867.33.07

Atendimento Funcional em Bauru – Prof. Renato B. Vianna

Fone: (14) 8184-7888

Corrida e Caminhada na Gravidez

19-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Posso continuar fazendo minha corrida e caminhada na gravidez? Você já corre e engravidou e tem dúvidas se pode continuar correndo na gravidez.

corrida na gravidezO período gestacional causa mudanças em todo o organismo da mulher. Existem modificações cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, termorregulatórias, hormonais e músculo-esqueléticas que levam a grandes alterações biomecânicas. Todas essas alterações devem ser observadas durante a prescrição de qualquer exercício nesse período e para a corrida não deve ser diferente. A orientação e controle são essenciais para a segurança da mãe e do bebê.

Pesquisadores internacionais não proíbem a corrida a gravidez, no entanto alertam para que realize essa atividade quem já estava acostumada a realizá-la. Quem nunca correu, não deve iniciar essa atividade durante a gravidez, essas devem buscar atividades sem impacto como caminhar, pedalar ou realizar atividades com exercícios localizados, alongamentos e com objetivos posturais.

Para ter um atendimento controlado e seguro, Mais Vida Gestantes está com um Grupo de Caminhada e Corrida e um programa de organização postural (que complementa a atividade da caminhada ou corrida) num ponto da USP. Para participar basta informar-se e inscrever-se.

A atividade aeróbica auxilia no controle do ganho de peso durante a gravidez e também ajuda a manter a aptidão física, além de estar associada a prevenção de doenças nesse período.

O problema de se iniciar essa atividade no caso a caminhada e corrida na gravidez é sua intensidade, o impacto sobre um corpo que não tem a musculatura preparada. Do ponto de vista funcional a intensidade da atividade pode sobrecarregar o sistema cardíaco (em grande mudanças durante a gravidez), sobrecarregar articulações e ligamentos (mais frouxos pela ação hormonal) e promover dores por causa do estresse biomecânico que haverá devido as mudanças posturais, lembrando que o músculo não é preparado por causa do sedentarismo.

Devido as grandes alterações cardiovasculares que ocorrem ao longo da gestação, o profissional deve conhecer muito bem a fisiologia gestacional para que saiba como adequar a intensidade, duração e o volume semanal e mensal dessa atividade, sempre de acordo com as mudanças mensais e trimestrais que irão ocorrer. Somente dessa forma o exercício será seguro para a mãe e o bebê.

Algumas mulheres conseguem permanecer correndo normalmente até o 8o mês de gravidez, mas isso não é uma regra. Caso a gestante sinta desconforto poderá parar ou intercalar com outra atividade de menor impacto.

Qualquer liberação para o exercício físico, seja qual for ele, sempre deverá ser feito após uma avaliação da saúde materno-fetal do seu obstetra e o acompanhamento clínico durante este período é fundamental.

Veja uma reportagem sobre mulheres que correram durante a gravidez (feita para ESPN Brasil) no blog da nossa parceira Zazou, vale a pena conferir a matéria:  http://blog.zazou.com.br/2009/07/19/video_corrida_na_gravidez/

Veja também outros artigos em nosso site:

http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//2010/04/16/grupo-de-caminhada-e-corrida-para-gestantes-nova-parceria-do-mais-vida-gestantes/

http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//2009/07/08/corrida-na-gravidez/

http://metodomaisvida.com.br/conteudo/2//2009/06/24/o-exercicio-pode-interferir-na-amamentacao/

Massagem na Gravidez e Pós-parto – Benefícios

14-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

Durante a gravidez muitas das alterações hormomais e posturais podem levar a queixas, dores e desconfortos.

A massagem é uma forma de amenizar esses efeitos negativos e podemos citar vários benefícios para a saúde da gestante.

A massagem pode atuar em muitas queixas da gravidez, como: cefaléia, azia, edema, dores musculares, fadiga, ansiedade e muitas mais. Também aprimora as relações entre gestante e seu parceiro, prepara a grávida para o parto e o pós-parto (Beck-Gallagher, 1997).

Benefícios da Massagem (Brand-James, 2001):

- Facilita o processo psicológico da gestação por aumentar a respiração celular, reduzir o edema, e contribuir para a sedação do sistema nervoso simpático.

- Alivia a sobrecarga nas articulações de suporte de peso e estruturas músculo-fasciais (articulação sacro-íliaca, coluna toraco-lombar, quadris, músculos eretores da espinha).

- Alivia e reduz dores no pescoço e nas costas causadas por postura inapropriada (OU MUDANÇAS POSTURAIS DECORRENTES DO PERÍODO GESTACIONAL), fraqueza muscular e desequilíbrio.

- Provê suporte emocional e físico (particularmente para as mulheres que estão sozinhas nesta etapa).

- Desenvolve a consciência sensorial necessária para o processo do parto cinestesicamente (após o parto, a musculatura das costas, o abdômen e o assoalho pélvico devem relaxar para permitir que o útero trabalhe sem resistência).

- Facilitar o realinhamento estrutural da coluna e pelve no pós-parto e a reabilitação dos músculos abdominais e psoas.

O método Mais Vida Gestantes está com uma nova parceria com o Instituto Nessi, a fim de oferecer nessa área um atendimento de qualidade para a gestante.

Entre em contato e informe-se:

e-mail: contato@metodomaisvida.com.br / Fones (11) 7871.41.62 – 2867.33.07.

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis.

13-abr-10

EMPÓRIO DA PAPINHA – parceiro do Mais Vida Gestantes

Papinhas orgânicas e crianças saudáveis. Uma dupla perfeita!

Ensinar a se alimentar de forma saudável e consciente, é um hábito seu filho deve aprender desde bebezinho.



Empório da Papinha é uma empresa de alimentação infantil especializada em nutrição para crianças entre as faixas etárias de quatro meses a três anos.

Idealizado por Maria Fernanda Thomé de Rizzo e Sonia Maria de Azevedo Thomé, o Empório da Papinha oferece refeições saudáveis, saborosas e práticas às mães atentas a nutrição de seus bebês e que querem oferecer a melhor alimentação, mas que não dispõem de tempo ou encontram dificuldade em fazê-las em casa.

Possui uma linha de produtos congelados preparada com alimentos orgânicos, (legumes, verduras, frutas e carnes), cuidadosamente elaborada, e desenvolvida especialmente para acompanhar estas fases de crescimento da criança, trazendo refeições completas, salgadas e doces, e sobremesas balanceadas e nutritivas.

A utilização de matéria-prima orgânica e o congelamento como forma de conservação traz a certeza de que o bebê estará ingerindo alimentos 100% naturais, não modificados, livres de corantes, aromas artificiais e conservantes químicos, contribuindo para o seu fortalecimento, saúde e crescimento.

Este ano reserva mais desafios ao Empório da Papinha,  exportações ao continente europeu e atendimento ao público de outros estados.

Com os produtos certificados conforme as mais rigorosas normas nacionais e internacionais, ficou re-afirmado o compromisso do Empório da Papinha com a qualidade e a seriedade de um trabalho diferenciado e saudável.

Fonte: http://kids.fashionbubbles.com/tag/emporio-da-papinha-em-moema/

Dificuldade em Engravidar

08-abr-10

Minha foto

Dra. Maria Luiza Campos da Silva
Goiânia, Goiás, Brazil
Médica ginecologista titulada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, com especialidade em Ginecologia Endócrina, Climatério e Infanto Puberal pela UNIFESP. Atendimento no Centro Ela de Medicina (telefone: 3093.9664). Rua 6A Setor Aeroporto – Goiânia. E-mail: dramlcampos@gmail.com / http://dramarialuiza.blogspot.com/

Parece que a gravidez ocorre facilmente quando o casal não está interessado em ter um filho. Caso contrário, parece que demora mais. Em média, quanto tempo eles devem esperar antes de procurar ajuda?

– Esse é um problema muito sério na vida dos casais, que misturam sexualidade, potência masculina, infertilidade num único pacote.”Não consigo ter um filho porque sou impotente” ou “ela é infértil e me acusa” são fantasmas que atormentam o relacionamento. A auto-cobrança e a cobrança do outro só agravam a situação.
O ideal é deixar que as coisas fluam normalmente. Não adianta marcar hora para o ato sexual porque se perde a espontaneidade e, se a gravidez não ocorrer daquela vez, só vai gerar frustração nos parceiros.
É evidente que depois de um ano de relacionamento se preconiza uma avaliação para verificar as condições de saúde da mulher, sua fisiologia menstrual e ovulatória e as características do espermograma do companheiro. Conforme o caso, pode ser necessário induzir a ovulação ou encaminhá-la para a inseminação artificial.

Quando o casal manifesta o desejo de ter um filho, você recomenda que concentrem as relações sexuais em determinada fase do ciclo menstrual?
– Minha primeira recomendação é que não mudem a dinâmica sexual. É óbvio que se tiverem uma relação a cada três meses, a probabilidade de uma gravidez é baixa. Já se tiverem duas relações por semana, ela aumenta muito.
Está claro que concentrar a freqüência das relações sexuais na época da ovulação ajuda. Para determinar quando ela ocorre, a mulher pode medir a temperatura basal. É um procedimento muito simples. Por via oral ou axilar, todos os dias de manhã, ela coloca o termômetro e anota a temperatura, que sobe em média um grau durante a ovulação.
No entanto, não se pode desconsiderar que a temperatura também sobe se houve relação sexual na noite anterior ou se a mulher apresenta qualquer alteração orgânica.

Quer dizer que se a mulher for medindo diariamente a temperatura e notar que ela subiu um grau, é sinal de que pode estar ovulando?
- É sinal, mas não é um dado absoluto. No entanto, medir a temperatura é útil em duas circunstâncias opostas: para as mulheres que estão querendo engravidar e para as que não querem e estão usando a tabelinha.

Existem outras técnicas que facilitam determinar o período em que ocorre a ovulação?
– Existem exames para medir o nível dos hormônios e o ultra-som que mostra aumento no volume dos ovários quando a moça está prestes a ovular.

Mulheres que tomam pílula durante muito tempo têm mais dificuldade de engravidar?
– Não têm. Por isso recomendo que não interrompam o uso da pílula até o momento em que desejarem engravidar. Com as pílulas atuais, grande parte das pacientes fica grávida assim que suspende a medicação. Eventualmente, algumas podem demorar mais um pouco enquanto o organismo se acomoda à nova situação.

E com o DIU, acontece do mesmo modo?
- A não ser que o DIU seja medicado com progesterona, o que retarda um pouco a gravidez, a mulher pode engravidar assim que o retira.

Voltando à forma no Pós-parto

08-abr-10

Equipe Mais Vida Gestantes

Estamos com você nessa … a Veja on-line reuniu o depoimento de 8 mulheres que conseguiram voltar à forma no Pós-parto. O que elas têm em comum … exercícios e alimentação. Vejam os nossos atendimentos com exercícios e nutrição que podem ajudá-la (contato@metodomaisvida.com.br – fones – 11. 7871.41.62 – 2867.33.07).

Estou voltando à forma!

8 mulheres contam o que fizeram para
emagrecer após o nascimento dos filhos


Cristina Maiello

+ Veja também
Vídeo: assista ao depoimento de uma mãe no período pós-parto

Os exemplos vão desde as mães que fazem spinning cinco vezes por semana até aquelas que dançam com o bebê no colo para queimar calorias. VEJA selecionou histórias de mulheres que não perderam tempo para recuperar o corpo. Algumas ficaram ainda mais magras do que eram antes de engravidar. Os biotipos são variados: altas, magras, cheinhas e musculosas. Em comum, têm a disciplina para se exercitar e comer moderadamente. Elas provaram que os desafios podem ser maiores ou menores, mas, com determinação, tudo é possível.

Para recuperar a forma, é adequado começar a se cuidar já na gestação. Talvez pareça óbvio, mas o truque consiste em engordar apenas o necessário. Empenhadas e supervisionadas por médicos, as grávidas podem seguir uma alimentação balanceada e manter atividades físicas ao longo dos nove meses. “As mulheres estão percebendo que a gravidez pode ser um período importante para aprender a comer corretamente e incorporar exercícios na rotina”, diz o obstetra Fernando Lima. Um mês depois do parto, os médicos as liberam para fazer ginástica. E, aos poucos, elas estão autorizadas a retomar a rotina normal da malhação. Como estão amamentando, não podem fazer dietas rigorosas. A tarefa não é fácil. Aprenda com as mulheres que conseguiram reaver a forma que tinham antes.

Fotos: Pedro Rubens

Raquel Rivitti
Tomasi

Idade: 31 anos
Profissão: economista
Peso: 51 kg
Altura: 1,68 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 2 meses
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 51 kg
Peso no final da gravidez: 64 kg
Quanto engordou: 13 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica, condicionamento físico, caminhadas e natação. Manteve a rotina até o final da gravidez.
Atividades físicas depois do parto: continuou com a hidroginástica e o condicionamento físico e acrescentou corrida em esteira e spinning.
O que continua a fazer: hidroginástica, condicionamento físico, corridas de 10 quilômetros em esteira e spinning em academia, cinco vezes por semana.
Amamentação: até os 7 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: sentia-se enorme, sem cintura e tinha dúvida se conseguiria voltar ao que era antes.
Desafio para perder peso: baixo. Raquel sempre teve excelente condicionamento físico e gosta de fazer exercícios. Além disso, segue uma dieta balanceada, à base de frutas, verduras, legumes e queijos magros.

Simone Tavano

Idade: 32 anos
Profissão: economista
Peso: 53 kg
Altura: 1,67 m
Quando deu à luz: há 8 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 8 meses
Peso antes da gravidez: 53 kg
Peso no final da gravidez: 61,5 kg
Quanto engordou: 8,5 kg
Atividades físicas durante a gravidez: caminhadas diárias e aulas com personal trainer três vezes por semana, incluindo exercícios para manter a postura, o equilíbrio e o alongamento.
Atividades físicas depois do parto: logo após a liberação do médico, retomou as caminhadas. Dois meses depois, voltou a correr.
O que continua a fazer: corrida.
Amamentação: ainda amamenta.
Efeito da gravidez na auto-estima: sua preocupação era conseguir recuperar a forma depressa.
Desafio: baixo. Além de sempre ter sido magra, faz muito exercício e segue uma alimentação saudável, à base de frutas, verduras e carne branca. Não come frituras nem alimentos gordurosos. Nos fins de semana, libera doces e sorvetes.

Adriana Short Soares dos Santos

Idade: 31 anos
Profissão: advogada
Peso: 69 kg
Altura: 1,69 m
Quando deu à luz: há 4 meses. São gêmeos
Número de filhos: 2
Peso antes da gravidez: 64 kg
Peso no final da gravidez: 86 kg
Quanto engordou: 22 kg
Atividades físicas durante a gravidez: no quarto mês fez hidroginástica diariamente. No quinto mês fazia transport três vezes por semana.
Atividades físicas depois do parto: dois meses depois, voltou a andar de bicicleta. Ao completar três meses, retomou as aulas de ginástica na academia.
O que continua a fazer: anda de bicicleta na rua três vezes por semana, faz ginástica localizada e duas horas de spinning por dia na academia.
Amamentação: até os 3 meses dos bebês.
Efeito da gravidez na auto-estima: depois que os gêmeos nasceram, sentiu-se gorda e feia, parecia impossível voltar à forma.
Desafio: médio. Adriana sempre fez muita atividade física e controlou a alimentação. Evita doces, frituras, refrigerantes e carboidratos. A gravidez por fertilização exigiu repouso a partir do sexto mês, o que atrapalhou seu controle de peso.

Tania Belleze

Idade: 37 anos
Profissão: gerente de informática
Peso: 70 kg
Altura: 1,72 m
Quando deu à luz: há 11 meses
Número de filhos: 3. Os outros dois têm 1 ano e 11 meses e 8 anos
Peso antes da gravidez: 84 kg
Peso no final da gravidez: 94 kg
Quanto engordou: 10 kg
Atividades físicas durante a gravidez: nenhuma.
Atividades físicas depois do parto: esteira em casa e caminhada diária no condomínio.
O que continua a fazer: caminhada e esteira.
Amamentação: até os 4 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: durante a gravidez, achava-se bonita, com um ar especial, cabelos brilhantes. Depois do parto, sentiu-se pouco atraente por estar acima do peso.
Desafio: alto. Tania engravidou apenas três meses após ter tido um bebê, quando ainda não havia recuperado o peso que tinha antes da gravidez anterior. Não praticou exercícios durante a gestação.


Eunice Almeida
da Silva

Idade: 42 anos
Profissão: professora universitária
Peso: 54 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 8 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 3 meses
Peso antes da gravidez: 54 kg
Peso no final da gravidez: 75 kg
Quanto engordou: 21 kg
Atividades físicas durante a gravidez: ioga nos três primeiros meses.
Atividades físicas depois do parto: caminhada.
O que continua a fazer: caminhada duas vezes por semana.
Amamentação: até os 6 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: estava incomodada com o excesso de peso provocado pela gestação.
Desafio: médio. Engordou mais do que o previsto e fez poucos exercícios durante a gravidez.


Carolina Xavier D’Elia

Idade: 26 anos
Profissão: estudante
Peso: 59 kg
Altura: 1,75 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 2 meses
Número de filhos: 2. O mais velho tem 2 anos e 3 meses
Peso antes da gravidez: 58 kg
Peso no final da gravidez: 67 kg
Quanto engordou: 9 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica e caminhada até o sexto mês.
Atividades físicas depois do parto: musculação feita em aparelhos e no solo.
O que continua a fazer: musculação.
Amamentação: até os 7 meses dos bebês.
Efeito da gravidez na auto-estima: sentia-se bem, mas queria melhorar a forma física.
Desafio: baixo. Carolina fazia atividade física intensa antes de engravidar e se alimentou sob a supervisão de uma nutricionista.

Claudia Sonda Farina

Idade: 36 anos
Profissão: empresária
Peso: 69 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 10 meses
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 70 kg
Peso no final da gravidez: 90 kg
Quanto engordou: 20 kg
Atividades físicas durante a gravidez: hidroginástica e, esporadicamente, caminhadas com personal trainer.
Atividades físicas depois do parto: aulas com personal trainer que mesclam caminhadas, atividades aeróbicas, alongamento e musculação, cinco vezes por semana. Ficou uma semana em um spa acompanhada do bebê.
O que continua a fazer: caminhadas, atividades aeróbicas, alongamento e musculação com personal trainer, cinco vezes por semana.
Amamentação: até os 6 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: uma mistura de alegria, orgulho, tristeza e medo. O apoio do marido foi fundamental para resgatar a auto-estima.
Desafio: alto. Claudia já estava acima do peso quando engravidou. Com três meses de gravidez, seu pai morreu. Começou a faltar às aulas de ginástica e exagerou na alimentação.

Liliane Santos

Idade: 37 anos
Profissão: publicitária
Peso: 55 kg
Altura: 1,65 m
Quando deu à luz: há 1 ano e 1 mês
Número de filhos: 1
Peso antes da gravidez: 62 kg
Peso no final da gravidez: 72 kg
Quanto engordou: 10 kg
Atividades físicas durante a gravidez: caminhadas leves no início da gravidez e hidroginástica do sexto ao oitavo mês, duas vezes por semana.
Atividades físicas depois do parto: começou a fazer esteira na academia do prédio quarenta dias depois do parto.
O que continua a fazer: aproveita as horas livres para caminhar empurrando o carrinho e dançar com o bebê em casa, para queimar calorias.
Amamentação: até os 9 meses do bebê.
Efeito da gravidez na auto-estima: na gestação adorava cada mudança do corpo. Gostou muito quando seus seios aumentaram.
Desafio: médio. Liliane tem o biotipo a seu favor, mas não se exercita com disciplina. Durante a gestação, reduziu o consumo de massa e gordura e cortou açúcar e refrigerante. Com pouco tempo livre e sem babá, ela usa a criatividade para se manter em movimento.

Paladar na Gestação

06-abr-10
Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

A mudança do paladar na gestação é algo bem comum. Vários alimentos amados passam a ser desconsiderados e vários odiados passam a ser consumidos.

Grávidas trocam chocolate por limão, diz obstetra

FABIANA SERAGUSA
colaboração para a Folha Online

Patrícia Ribeiro era daquelas chocólatras de carteirinha, que não deixava de comer ao menos um pedacinho de doce por dia. Quando estava grávida de Alice, hoje com dois anos, ela enjoou de chocolate e passou a incluir jiló, mostarda e limão em sua lista de “necessidades” diárias.

SXC
Grávidas sentem desejo de comer limão, por conta da produção hormonal
Grávidas sentem desejo de comer limão, em razão dos hormônios do período gestacional

Karen Santana também sentiu muita vontade de comer tudo com mostarda durante a gravidez, mas garante que sempre odiou o condimento. O ginecologista e obstetra José Bento de Souza diz que alimentos ácidos e azedos são os preferidos das mamães, e que o grande campeão é a vontade de chupar limão. “Os alimentos ácidos melhoram a sialorreia (aumento da secreção salivar) e diminuem a náusea”, explica.

Segundo o médico, possíveis edemas encontrados nas papilas gustativas –responsáveis pela distinção do sabor dos alimentos– contribuem para estas vontades recorrentes.

Enquanto uns acham que os desejos das grávidas são apenas “frescura”, outros acreditam que realmente há uma explicação científica. O especialista conta que “a medicina não conhece todas as respostas hormonais do corpo humano”, mas que, “muito provavelmente, a gestação provoca mudanças nos hábitos alimentares, por conta da alta produção hormonal”. Até porque 100% de suas pacientes relatam essa alteração.

Mas não é só de limão e mostarda que vivem as grávidas. Thaysa Araújo, por exemplo, ficou louca por Fanta –mas diz que antes também não gostava nada, nada. Carolina Mendes odiava ovo, mas chegou a comer uma caixa inteira em uma semana. E Priscila Bastos não passava um dia sem se esbaldar com pratos fartos de escarolas e espinafres.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u715834.shtml

Programa de Exercícios no Pós-parto

04-abr-10

Profa. Ms Gizele Monteiro

PROGRAMA DE EXERCÍCIOS NO PÓS-PARTO

Existem muitas promessas e dicas para recuperar a forma física rapidamente no pós-parto, mas será que isso é um risco para a mãe?

A primeira coisa necessária para a segurança da mãe é a liberação médica, a qual dependerá do parto e do médico. Vários médicos advertem que os exercícios devem ser realizados com muita cautela, alguns sugerem até o comprometimento da amamentação se essa regra não for observada. VEJA TAMBÉM PARA MAIOR ESCLARECIMENTO O ARTIGO SOBRE AMAMENTAÇÃO.


Que  exercícios a mulher pode realizar no período pós-parto?

Engana-se quem acha que no pós-parto pode voltar com o ritmo total. O exercício nesse período requer tanto cuidado quanto durante a gestação, pois o corpo da mulher ainda não voltou ao normal e há grandes influências hormonais ainda.

“Mesmo quem tem uma condição física melhor necessita retomar as atividades com bastante cuidado, de forma moderada, pois o corpo ainda está sob o efeito de hormônios. Há uma maior frouxidão nos ligamentos e uma perda da força muscular”. Por outro lado, hoje sabe-se que os exercícios físicos são muito importantes, no auxílio e na prevenção da depressão pós-parto, além de melhorarem a auto-estima e o bem-estar da mãe.

Qualquer atividade citada adiante deve ter a liberação e a concordância do médico que acompanha a mamãe.


MUSCULAÇÃO OU EXERCÍCIOS DE FORÇA NO PÓS-PARTO- uma das atividades mais utilizadas hoje nas academias e por Personal Trainers

A musculação,  por exemplo, é uma atividade muito usada hoje nas academias e por professores que trabalham com treinamento personalizado, porém não são todos os médicos que a liberam. Se bem orientada é uma atividade muito importante e interessante, uma vez que fortalece musculaturas responsáveis pelo controle postura. Há sempre a necessidade, independente do exercícios de realizar ajustes conforme a individualidade da gestante. Desde que liberada pelo médico, tanto a gestante que era sedentária, quanto a que já fazia musculação podem fazê-la.

Os exercícios de força, como qualquer outro, deve ter a intensidade bem controlada, podendo se não for bem orientado provocar lesões e também comprometer a amamentação. Eles são muito importantes para o retorno postural da mulher e a recuperação da força, a qual se encontra em queda durante a gestação. Outro ponto importante é prevenção de dores em algumas regiões comuns como coluna e quadril e braços, isso se dá pelas alterações hormonais mais a sobrecarga nos cuidados com o bebê.


PILATES NO PÓS-PARTO – a atividade do momento?

Hoje o Pilates é indicado por muitos especialistas e médicos de diversas áreas, inclusive pelos ginecologistas.

Constantemente vemos em sites, reportagens em revistas ou TV a indicação dessa atividade para gestantes.

Pilates é uma técnica que um dos princípios baseia-se no trabalho sobre o “core – centro do corpo”, referindo-se a região abdominal, músculos paravertebrais e assoalho pélvico.

De certa forma, essa filosofia é claramente aplicável na gravidez e no pós-parto. Existe grande importância no trabalho da região abdominal, músculos da coluna e assoalho pélvico que precisam recuperar-se das mudanças ocorridas na gestação, porém tudo isso com muito equilíbrio, organização e controle de carga (escolha do exercício, equipamento utilizado, número de repetições, etc).

Essa modalidade faz parte do conjunto dos exercícios de força (ou resistidos) e como tal deve respeitar algumas recomendações também estipuladas para treinamento com pesos, conforme princípio do treinamento e individualidade biológica.

O método MAIS VIDA GESTANTES tem profissionais que atendem com PILATES para Grávidas e mulheres no Pós-parto. O “Körper Studio – Pilates & Bem-estar” tem parceria e é um dos pontos de atendimento para o período Pós-parto.  Lá a mamãe e seu bebê poderão encontrar todo o carinho, cuidado e segurança através de profissionais capacitados e conhecedores das necessidades desse período.


TREINAMENTO FUNCIONAL NO PÓS-PARTO - uma atividade que vem ganhando força e espaço no mercado.

gestantesO  treinamento funcional veio para ficar, pelo menos por alguns anos essa modalidade estará na lista das academias e prioridade dos profissionais. No treinamento funcional existe uma variação muito grande de exercícios e equipamentos (materiais) que podem ser utilizados. O profissional deverá conhecer muito bem cada exercícios e material para adaptá-lo para o Pós-parto.

Não são todos que ela poderá fazer. As grandes instabilidades e exercícios arriscados devem ser tirados do quadro de exercícios selecionados. A orientação deve ser sempre a segurança da gestante não só pela superfície estável, mas também pelo grau de dificuldade ou ação do exercício. É importante que o profissional conheça bastante das alterações corporais do período gestacional, do pós-parto e dos princípios do treinamento funcional para aplicá-lo. O método Mais Vida Gestantes tem profissionais capacitados para trabalhar com toda a segurança necessária.

ATIVIDADES DE IMPACTO NO PÓS-PARTO– corrida

A corrida por ser uma atividade de intensidade e ação biomecânica elevada (devido o impacto) exige um grande nível de aptidão de quem irá praticá-la, portanto não é uma atividade indicada para se iniciar durante a gravidez ou no pós-parto. Para mulheres que já corriam antes de engravidar, indicamos que sempre seja acompanhado por um profissional e que distâncias e intensidade sejam controladas e reduzidas com o progresso da gravidez e a mesma recomendação segue para o Pós-parto.

GINÁSTICA NO PÓS-PARTO – atividade em grupo

Uma atividade em grupo é sempre bom para descontrair e motivar. As aulas devem ser programadas e direcionadas para as necessidades do momento, havendo sempre a ação em diferentes grupamento musculares e também exercícios com objetivos e materiais diferentes. Mesmo em mulheres sedentárias pode-se iniciar, mas sempre com o controle do profissional que irá atendê-la.


EXERCÍCIOS DE ALONGAMENTO - para o relaxamento e ação em músculos sobrecarregados pelas mudanças posturais.

Muito importantes, proporcionam o relaxamento e o equilíbrio para grupamentos musculares sobrecarregados pelas mudanças posturais.


HIDROGINÁSTICA NO PÓS-PARTO

Praticamente não há no mercado esse atendimento direcionado para a mulher no Pós-parto. Normalmente elas são encaixadas em aulas de gestantes ou outras turmas. A atividade em água sempre é positiva, porém temos que entender que ela não é a única. O método Mais Vida Gestantes oferece atendimento domiciliar (personal training) com hidroginástica.


Se você tem, dúvida ou se interessou por algum dos programas de exercícios citados, entre em contato e informe-se onde há um ponto de atendimento mais próximo, ou procure-nos para personal training ou consultoria.

Personal Trainer – irá até sua residência ou academia e a acompanhará durante a atividade.

Consultoria – vamos até você e elaboramos um programa conforme suas necessidades e objetivos. Pode ser proposta atividades realizadas com o seu bebê.

Contato: gizele@metodomaisvida.com.br / Fones: (11) 7871.41.62 – 2867.33.07.