Diabetes Gestacional – efeitos sobre o bebê

Profa. Gizele Monteiro

O Diabetes Gestacional é temporário e tratável, mas se não for tratado pode causar problemas com a gravidez.

Se tratado, raramente causa problemas congênitos (ao nascimento) sérios porque na maioria dos casos ele não aparece antes do último trimestre de gravidez, mas seu tratamento tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia fetal (peso elevado do bebê ao nascer), evitar a queda do açúcar (hipoglicemia) que ocorre com o bebê ao nascer e diminuir a taxa de cesariana.

A macrossomia ocorre como resultado da exposição excessiva à glicose, o que pode levar a complicações durante o parto porque o bebê pode ser maior que o normal, aumentando dessa forma também o risco de cesariana.

A hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue do bebê imediatamente após o parto) pode produzir complicações afetando o bebê depois do nascimento. Após o parto os níveis de insulina do bebê ainda são elevados – o feto produz quantidades abundantes de insulina enquanto está exposto aos níveis elevados de açúcar da mãe. Depois do parto, antes de sua própria produção de insulina e o bebê ter condições de se ajustar, pode ocorrer uma hipoglicemia pós-natal (queda acentuada do açúcar no sangue do bebê). Neste caso é necessário administrar glicose via intra-venosa no bebê).

Diabetes Gestacional requer supervisão médica cuidadosa durante a gravidez.

Embora possa ser temporária, pode trazer danos à saúde do feto e/ou da mãe, e cerca de 20% a 50% das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes tipo 2 mais tardiamente na vida.

O exercício bem orientado para gestantes que já eram diabéticas ou desenvolveram o diabetes gestacional pode proprocionar, além do bem-estar e auxílio no controle do ganho de peso, o controle da própria doença.

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