Conteúdo de setembro/2009

Desenvolvimento fetal – video

29-set-09

Esse vídeo mostra o desenvolvimento de um feto – a evolução do feto desde a Fecundação.

Vale a pena conferir!

by National Geografic Feito por Ju Santos

Vitaminas importantes na gestação – vitamina A

25-set-09

Grupo Stancanelli

A vitamina A necessita de gorduras e minerais para ser adequadamente absorvida pelo aparelho
digestivo. Como pode ser armazenada no organismo, não precisa ser fornecida diariamente.


Benefícios

· Combate a cegueira noturna, a vista fraca e auxilia no tratamento de diversos problemas visuais (permite a formação de púrpura visual no olho).

· Cria resistência às infecções respiratórias.

· Encurta a duração das enfermidades.

· Mantém saudáveis as camadas externas de nossos tecidos e órgãos.

· Ajuda a remover as manchas da velhice.

· Propicia o crescimento, ossos fortes e pele, cabelo, dentes e gengivas saudáveis.

· Auxilia no tratamento da acne, impetigo e furúnculos

 

Doença causada pela deficiência

- Cegueira noturna;

- Ressecamento da esclera (parte branca) e córnea dos olhos, podendo levar à cegueira;
- Inflamação da pele (dermatite);
- Endurecimento das membranas mucosas dos trato respiratório, gastrointestinal e geniturinário;
- Risco de infecções e morte.

Fontes Naturais

A vitamina A é encontrada em alimentos de origem animal (leite, ovos, fígado). Os vegetais folhosos verde-escuros, vegetais e frutas amarelo-alaranjados possuem carotenóides que são convertidos em vitamina A pelo organismo.


A cólica do recém-nascido

14-set-09

Matéria cedida pelo Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO – extraída do site: www.doutormoises.com.br

CIENTISTAS DÃO MAIS UM PASSO PARA UM TRATAMENTO EFICAZ DESTE DESCONFORTO, QUE AFETA CERCA DE 15% DOS BEBÊS

Que mãe nunca sofreu ao presenciar uma crise de cólicas de seu filho recém-nascido? Por mais que se tenha cuidado com a alimentação – dela e do bebê – em algum momento o desconforto intestinal aparece. No entanto, uma descoberta feita por pesquisadores da University of Texas Health Science Center, em Houston, promete melhorar a situação daquelas crianças que sofrem frequentemente com este problema.

Depois de analisar o organismo de 36 bebês, o estudo descobriu na bactéria Klebsiella uma possível causa das cólicas intestinais no início da vida. Os recém-nascidos sem cólicas, apresentavam diversos tipos de “boas” bactérias, enquanto aqueles com incômodo intestinal expunham apenas uma grande quantidade da Klebsiella e inflamação intestinal. Com a pesquisa, a bactéria entra para a lista de possíveis causas de dor intestinal em crianças com menos de 1 ano. Mas, as causas anteriores ainda são levadas em consideração.

Alguns pediatras afirmam que o motivo das cólicas – que atingem cerca de 15% dos recém-nascidos e costumam se manifestar no finalzinho da tarde ou no começo da noite – é a imaturidade do sistema digestivo. “No recém-nascido, os movimentos peristálticos (contrações da musculatura do intestino) ainda não estão coordenados e são um dos fatores para as cólicas dos bebês”, diz o pediatra Moisés Chencinski.

Outra hipótese para o problema é o ar deglutido pelo bebê ao mamar no peito ou na mamadeira. Esse ar passa para o intestino, causando dor e fortes contrações. Por isso, os pediatras sempre recomendam que a mãe faça o bebê arrotar depois das mamadas.

E, ainda, a alimentação da mãe pode contribuir para o desconforto do bebê. Os médicos aconselham que sejam evitados alimentos que provocam gases, como chocolate, leite de vaca e seus derivados.

Segundo o estudo da University of Texas Health Science Center, cólicas podem preceder problemas de intestino mais graves, como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca. Por isso, é importante tomar medidas que amenizem este desconforto. “Um paciente que tem muitas cólicas deve ser observados durante os dois primeiros anos de vida”, explica Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo, em São Paulo.

Amamentar previne cólicas
O leite materno possui lactobacillus bifidus que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança. “Ele também é rico em imunoglobulina A, que protege a mucosa intestinal”, diz Hamilton Robledo. Além disso, o leite estimula o funcionamento do intestino pois é rico em lactose, o que faz com que o bebê evacue várias vezes e elimine muitos gases.

Na hora da dor
-Nunca deixe seu bebê chorando sozinho no berço. Pegue-o no colo e acalente-o, cantando músicas de ninar e fazendo movimentos suaves e ritmados.
-Ande pela casa, afague sua cabeça e faça massagens com uma leve pressão em sua barriguinha.
-Coloque-o de bruços sobre um lugar quentinho, que pode ser sua barriga ou um saco de água morna envolto numa fraldinha.
-Experimente dar um chá morno de erva-doce, sem açúcar. Ele quebra as moléculas dos gases e facilita a eliminação.
-Não perca a calma. Tenha em mente que seu bebê não está doente e que esse desconforto passará em pouco tempo.

Para mais informações e matérias acesse o site www.doutormoises.com.br

Este artigo foi publicado no site da Revista Crescer (28/07/2009), no site Femina Hospital Infantil e Maternidade - Mato Grosso (29/07/2009), no blog Meu Pequeno Príncipe (29/07/2009), no blog A cegonha cor-de-rosa (31/07/2009), no site Jornal Informativo 10 - Minas Gerais (02/08/2009).

O bebê chegou e agora?

13-set-09

UMA NOVA VIDA!

Matéria cedida pelo Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO – extraída do site: www.doutormoises.com.br

DEPOIS DE 9 MESES DE GESTAÇÃO E DAS DORES DO PARTO, VOCÊ TEM EM SEUS BRAÇOS UM LINDO BEBÊ. E AGORA?


A chegada do recém-nascido em casa marca o início de uma nova vida para toda a família. Embora o bebê já tenha sido amamentado e banhado na maternidade, será a primeira vez que a mãe e o pai assumem todos os cuidados sozinhos. Amamentação, banho e troca de fraldas são algumas das “estréias” previstas. É o momento de pais e filho se conhecerem, fazerem ajustes e respeitarem seus limites. Cada bebê tem seu próprio ritmo: alguns dormem mais, outros menos, alguns choram muito e outros são mais tranqüilos, e há os “comilões” e os comedidos. Aos poucos, com carinho e paciência, todos se entendem. Confira a seguir algumas dicas de cuidados diários, um delicioso pretexto para ficar pertinho do bebê.

Cordão umbilical
Assim como a placenta e o líquido amniótico, o cordão umbilical é responsável pela respiração, nutrição e proteção do bebê durante a gravidez. Assim que ele nasce, o obstetra coloca um grampo no cordão umbilical e corta-o, deixando no local apenas o coto umbilical, onde é feito um curativo.
O coto escurece, cicatriza e geralmente cai nos dez primeiros dias de vida. Ele deve ser limpo diariamente com o uso de haste de algodão (cotonete) umedecida em álcool 70% a cada troca de fralda, sempre antes da limpeza das fezes e da urina. O bebê não sente dor, pois não há nervos na região, e a cicatrização é mais rápida se o coto for mantido sempre limpo e seco. Caso a área em volta do umbigo fique avermelhada ou pareça quente ao tato e surja alguma secreção malcheirosa, o pediatra deve ser procurado.

Hora do banho
“O essencial é a limpeza feita de forma adequada. O banho com sabonete neutro e água morna, em um ambiente tranqüilo, e enxugando muito bem todo o corpo do bebê, especialmente as dobrinhas, é suficiente”, comenta Yechiel Moises Chencinski, pediatra. “Evite usar lenços umedecidos. Além disso, talco, creme ou óleo não são necessários. Mantenha os cuidados básicos e, dependendo da situação, como assadura e pele ressecada, procure a orientação do médico”, completa. Confira alguns cuidados e dicas importantes para a rotina do banho.
- Para não machucar o bebê, a mãe deve manter as unhas curtas, retirar anéis, pulseiras e relógio e lavar bem as mãos antes de iniciar o banho.
- O banho deve ser dado preferencialmente entre 10 e 15 horas (quando geralmente está mais quente) e nunca após as mamadas.
- A banheira deve ser colocada em um móvel que ofereça absoluta estabilidade. O local deve ter temperatura agradável e espaço adequado.
- A temperatura da água deve ser morna, em torno de 36,5 graus. A dica é testá-la com o cotovelo. Se estiver boa para quem a experimentou, certamente será boa para o bebê.
- A água na banheira deve atingir no máximo 12 centímetros de profundidade. O ideal é que o bebê, ao ficar deitado e apoiado sobre o braço da mãe, numa inclinação de cerca de 30 graus, fique com o tórax coberto de água.
- Não se deve acrescentar água fria ou quente na banheira depois que o bebê estiver dentro dela, por conta do risco de queimaduras. Só depois de colocar água fria e quente na banheira e testar se a temperatura está agradável a criança deve ser colocada na água.

Assadura
Para grande parte dos bebês ter assaduras é tão comum quanto o uso de fraldas. Esse quadro de irritação cutânea acontece porque o uso de fraldas úmidas mantém o contato mais freqüente da pele com a urina, tornando-a mais vulnerável. As fezes também contêm substâncias irritantes e a diarréia inicia ou agrava o problema, que pode ser intensificado por conta de resíduos de sabões, detergentes ou substâncias para amaciar roupas, usados na lavagem de fraldas e toalhas.
Quando a pele da área das fraldas é lesada, torna-se mais suscetível à ação de uma variedade de microorganismos, bactérias ou fungos. Os resultados vão desde sintomas mais simples, como a vermelhidão brilhante e difusa, passando pela formação de pequenas bolhas, descamação, lesões elevadas e avermelhadas até a ulceração (feridas).
A principal medida para prevenir a dermatite de fraldas é a troca regular, que deve ocorrer entre três e quatro horas, com freqüência maior no período neonatal. A lavagem da área das fraldas, quando houver presença de urina, deve ser feita apenas com água morna. Caso exista presença de fezes, deve ser usado sabonete de glicerina ou suave, seguido de enxágüe com bastante água e secagem com toalha macia.
As toalhas não devem conter resíduos de produtos químicos, por isso o ideal é fazer sua lavagem com sabão de coco em pedra.

Sono
O ritmo do sono do bebê pode mudar durante os primeiros 40 dias. Não se preocupe se ele dormir por muitas horas seguidas. Não é necessário despertá-lo para amamentar. “Um recém-nascido pode dormir até 18 horas por dia. E sua necessidade de sono vai diminuindo conforme ele cresce”, diz Chencinski.
“É importante criar um ritual de sono. Os bebês não sabem, por exemplo, diferenciar o dia da noite. Cabe à mamãe encontrar artifícios que façam com que ele reconheça quando é hora de dormir”, destaca Márcia Pradella-Hallinan, neuropediatra coordenadora do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Um deles é colocá-lo para tirar uma soneca durante o dia em um quarto iluminado e que tenha sons cotidianos como ruído de telefone e conversa. À noite, é importante que a criança durma em um ambiente tranqüilo e silencioso.
Outra dica é dar um banho antes da hora de dormir, dessa forma ele irá se sentir mais relaxado.

Mais
- Nos seis primeiros meses, a amamentação é exclusiva, sem a introdução de qualquer tipo de alimento. O leite materno dará ao bebê todas as energias necessárias. “Além disso, ele previne doenças como obesidade infantil”, afirma Chencinski. “O aleitamento deve continuar até um ou dois anos de idade, com a introdução gradual de outros tipos de alimentos”, completa.
- É preciso prestar atenção nas unhas para mantê-las sempre aparadas, evitando que o bebê se arranhe involuntariamente. Comece a cortá-las a partir dos 15 dias. O melhor momento é enquanto ele dorme. Não use lixa e prefira tesouras especiais para bebês.
- Ao trocar de fralda, limpe muito bem as nádegas e a genital do bebê. Use algodão ou toalha umedecidos em água. Os lenços úmidos podem ser usados apenas depois do segundo mês de vida. Evite as marcas que contenham álcool e prefira fazer uso somente quando estiver fora de casa.
- Nas meninas, limpe no sentido de frente para trás, para evitar infecções. Nos meninos, cuide de limpar bem em torno do pênis.
- Quando o bebê começar a chorar, mantenha a calma e resolva as possíveis causas da choradeira. Primeiro verifique se ele não está com fome, depois veja a fralda, passeie com ele no colo e, por fim, faça uma massagem na barriga, pois pode ser cólica. Se nada funcionar, procure o médico.

Para mais informações e matérias acesse o site www.doutormoises.com.br

FONTES: Departamento de comunicação da JOHNSON & JOHNSON, com consultoria de informações de RENATA WAKSMAN, Pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein e Presidente do departamento de segurança da criança de do adolescente na Sociedade Brasileira de Pediatria e Dr. YECHIEL MOISES CHENCINSKI, Pediatra e autor do livro LIVRO “GERAR E NASCER – UM CANTO DE AMOR E ACONCHEGO”.

Matéria publicada na Revista FARMAIS – Mulher nº 111 – pgs. 11 e 12 (10/2008)

Projeto de Lei prevê prevenção e tratamento à depressão pós-parto

10-set-09

Profa. Ms Gizele Monteiro

Texto extraído do site: http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/index.php?option=com_content&view=article&id=11014:projeto-de-lei-preve-prevencao-e-tratamento-a-depressao-pos-parto-&catid=42:politica&Itemid=67

Autora: Marília (14/05-2009)

A depressão pós-parto está se tornando cada vez mais comum entre as mulheres que acabaram de dar à luz. Infelizmente, o Ministério da Saúde não tem estimativas sobre a doença, mas trabalha com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS): entre 60% e 80% das mulheres apresentam alterações emocionais após o parto.

 

Pensando nessas mulheres, a deputada Celina Jallad apresentou um projeto de lei que cria a política de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto nas redes pública e privada de saúde. Questionada sobre a proposição, a parlamentar explica que na gestação a mulher sofre mudanças física, emocional e hormonal e estas costumam resultar em alegria, tristeza ansiedade e até medo.

 

“Para muitas mulheres, esses sentimentos são passageiros, mas quando não cessam rapidamente ou se agravam podem levar à depressão pós-parto, uma condição séria que acomete 15% das novas mães e requer tratamento médico imediato. Participo a anos de movimentos envolvendo mulheres e nunca me atentei para essa dificuldade. O número de mulheres com essa doença está aumentando e temos que fazer alguma coisa urgentemente”, disse ela.

Celina lembrou que, por desconhecimento, em grande parte dos casos, as mães que apresentam depressão pós-parto são tratadas como pessoas mimadas, temperamentais, imaturas, mal acostumadas, agravando ainda mais o quadro que poderia ser de fácil resolução. O psiquiatra Joel Rennó Júnior, do Instituto de psiquiatria da USP defende que a maioria dos transtornos resultante da depressão pós-parto pode ser revertida com psicoterapia ou técnicas de relaxamento.

 

Os principais sintomas dessa doença são o choro incontrolável, a perda de memória, a apatia, a falta de interesse pelo bebê, irritação, insônia, sentimento de culpa, medo de machucar a criança ou se machucar, fadiga, tristeza constante, confusão, falta de concentração, falta de desejo sexual e distúrbios do sono ou do apetite.

 

Um dado alarmante: a doença pode até mesmo levar a mãe a tentar o suicídio. “Com nossa proposta, esperamos que a política instituída sirva para atender gestantes e mães em todas as suas dúvidas, além de encaminhá-las para um tratamento específico sempre que necessário”, completou a proponente.

 

Fique por dentro - O período que vai do parto até o completo restabelecimento da mãe é chamado puerpério. É um período variável, de evolução diferente de mulher para mulher, em que, concomitantemente ao efetivo exercício da maternidade, a mulher experimenta profundas modificações genitais, gerais e psíquicas, com o gradativo retorno ao período não gravídico. Este projeto de lei assegura a criação de ações destinadas à prevenção e tratamento da depressão pós-parto, que ocorre naquele período.

 

O Estado tem a responsabilidade social de implementar ações não apenas para proteger a saúde das gestantes e mães, mas principalmente porque, ao fazê-lo, protegerá as crianças, que não teriam como se defender de uma situação em que a doente não pode responder por seus atos.

 

 A proteção à saúde e à vida da criança é assegurada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que em seu art. 7º prevê: “a criança e o adolescente têm o direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”.

           

Veja a íntegra do projeto de lei:

 

“Cria a política de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto nas redes pública e privada de saúde e dá outras providências.

 

A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul decreta:

 

Art. 1º - Fica criada nas redes pública e privada de saúde a política de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto.

 

§ 1º  Entende-se por depressão a doença que tem como característica afetar o estado de humor da pessoa, no qual passa a predominar a tristeza.

 

§ 2º Depressão  pós-parto é entendida como a manifestação da depressão quando iniciada nos primeiros seis meses após o parto.

 

Art. 2º - Esta política deverá dar atendimento às gestantes atendidas no âmbito do Estado, tendo ocorrido o parto em unidade pública ou privada de saúde, inclusive em unidade mantida por entidade filantrópica que receba verbas do Estado.

 

Art. 3º - São objetivos da política de que trata esta lei:

 

I – detectar a doença ou evidências de que ela possa vir a ocorrer, visando prevenir seu aparecimento;

II – efetuar pesquisas visando ao diagnóstico precoce da depressão pós-parto;

III – evitar ou diminuir as graves complicações para a mulher decorrentes do desconhecimento do fato de ser portadora da depressão pós-parto;

IV – aglutinar ações e esforços tendentes a maximizar seus efeitos benéficos;

V- identificação, cadastramento e acompanhamento de mulheres portadoras de depressão pós-parto;

VI – conscientização de pacientes e de pessoas que desenvolvam atividades junto às unidades de saúde estaduais e privadas quanto aos sintomas e à gravidade da doença;

VII – abordagem do tema, quando da realização de reuniões, como forma de disseminar as informações a respeito da doença.

 

Art. 4º - Para a realização da política de que trata esta Lei; poderão ser realizados convênios com a iniciativa privada, conforme as necessidades apresentadas para sua implantação.

 

Art. 5º - Fica instituída, no calendário oficial de eventos do Estado, a “Semana de Prevenção e Combate à Depressão Pós-Parto”.

 

Parágrafo único - A Semana a que se refere o “caput” deste artigo deverá ser comemorada anualmente na semana que compreender o dia 28 de maio, Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher.

 

Art. 6º - Farão parte da Semana de que trata o art. 5º, seminários, aulas, palestras, concursos, cartazes e outras atividades que contribuam para a divulgação dos propósitos estabelecidos por esta lei.

 

Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Gerar e Nascer – livro

06-set-09

“É muito importante que a futura mamãe tenha conhecimento para ficar mais tranquila durante a gravidez e também nos cuidados com seu bebê no pós-parto. O conhecimento faz a ansiedade diminuir e também ajuda a identificar o cuidado necessário quando realmente há um problema”.

A Equipe do método Mais Vida Gestantes gostaria de indicar um livro que fala da história da gestação e parto através dos tempos, acompanha a mudança dessa mulher, agora grávida, de seu companheiro e do bebê durante essas, aproximadamente, 40 semanas de transformação, passa pelo momento do parto e segue o bebê e seus pais através dos primeiros seis meses dessa vida nova, cheia de emoções, inseguranças, medos, alegrias, surpresas.

O livro “Gerar e Nascer – Um Canto de Amor e Aconchego“ escrito pelos Doutores Yechiel Moises Chencinski e Eliezer Berenstein, traz informações úteis sobre os cuidados do bebê na maternidade e em casa, sobre aleitamento materno, vacinação, o tão temido primeiro banho (e os outros banhos seguintes também), o sono, fezes, urina e outras tantas dicas são passadas de forma clara, simples e divertida.

Capa do Livro Gerar e Nascer

A intenção dos autores foi ir além da informação, compartilhando não só as informações, mas também as emoções e as sensações, desta fase da gravidez e dos primeiros meses de seu bebê.

O objetivo assim é esclarecer, e com isso diminuir a ansiedade dessa nova família, devolvendo nos pais (e ao bebê) a possibilidade de vivenciar as emoções sem medo, passando por todas as fases e curtindo cada uma delas, desde a gestação até os primeiros seis meses de vida.

Mas como então atingir esse objetivo? O que poderia unir essa família, além da leitura e das informações? O que pode tocar o coração dessa família?

A resposta é: a música!

Incentivando a cultura musical brasileira e, num projeto inédito na área de obstetrícia e puericultura, o projeto junta, à obra escrita, um CD de músicas para acalanto e aconchego, encartado na última página.

No CD que acompanha o livro, os pais ouvirão músicas dedicadas aos momentos de intimidade dessa família, com composições inéditas que as mães podem cantar para seus filhos, com direção musical de Eduardo Santhana (do grupo Trovadores Urbanos).

O livro traz muitas informações úteis sobre os cuidados do bebê na maternidade e em casa, sobre aleitamento materno, vacinação, o tão temido primeiro banho (e os outros banhos seguintes também), o sono, fezes, urina e outras tantas dicas são passadas de forma clara, simples e divertida.

As músicas foram compostas por Eduardo Santhana e Juca Novaes (ambos do grupo de serestas Trovadores Urbanos) e conta com a participação do Dr. Moises Chencinski na autoria de uma das composições (Contrastes) e co-autoria de uma outra (Mamãe, amar e amar).

A interpretação está a cargo de Maida Novaes e Valéria Caram (ambas do grupo Trovadores Urbanos), Isadora e Yuri Santana (filhas do Eduardo). Beatriz (filha do Juca Novaes) e dos Trovadores Mirins.

O livro esta custando na faixa de R$40,00.

Para saber mais e onde adquirir, ligue para: (11) 3045.52.05

BOA LEITURA!

EQUIPE MAIS VIDA GESTANTES

Saúde bucal do bebê

05-set-09

Profa. Ms Gizele Monteiro – matéria publicada no site boasaude.uol.com.br

Especialista destaca passos importantes para a saúde bucal do
bebê (31/08/2009)

Os cuidados com a saúde bucal do bebê devem
começar cedo, com a amamentação, que, além de ser a principal fonte de alimento
nos primeiros meses de vida, é essencial para sua saúde bucal, segundo
especialistas. “O aleitamento natural é a melhor opção para favorecer o
exercício da sucção do bebê, muito importante para o desenvolvimento muscular e
ósseo do rosto. Ele ajuda a projetar para frente o queixo do bebê, que, em
geral, nasce posicionado mais para trás. Ao mamar no peito, a criança também
aprende a respirar pelo nariz e a posicionar a língua”, explica a odontopediatra
Celina Gavini.

Segundo a especialista, mesmo quando os pequenos se alimentam
apenas com leite materno e ainda não têm dentes, é fundamental cuidar da higiene
da boca, pois é comum o leite se acumular em algum cantinho e fermentar, o que
torna a cavidade bucal um local para o desenvolvimento de fungos e bactérias.
“Para evitar que isso aconteça, o ideal é que a higiene seja feita com uma
fralda ou gaze umedecida com água filtrada ou fervida em toda a gengiva do bebê,
logo após as mamadas ou, rotineiramente, toda noite”.

A partir do nascimento do primeiro dente, pode ser utilizada
uma escova de dente, de preferência com cabeça pequena e cerdas macias. E o
creme dental só deve entrar em cena quando a criança tiver os oito incisivos –
quatro superiores e quatro inferiores –, com a primeira opção sendo produtos sem
flúor, até os três anos de idade. “Isso (o uso de creme dental sem flúor deve
ocorrer
) porque, nessa idade, a criança ainda não consegue cuspir a espuma,
e, se engolir essa substância em excesso e constantemente, pode desenvolver uma
doença chamada fluorose, que altera os dentes em formação”, alerta.

Quando a primeira dentição começa a nascer, chega a hora de
introduzir os alimentos mais sólidos à dieta do bebê. Segundo a dentista, o
hábito de bater tudo no liquidificador deve ser evitado porque, ao comer
alimentos mais pastosos, a criança já começa a treinar os movimentos
mastigatórios. Além disso, a criança deve tomar, no copo, água, sucos e outros
líquidos, para estimular o movimento de sorver, que também é importante.
“Alternar colher, canudo e caneca ajuda a exercitar movimentos musculares
diversos. Após a introdução dos alimentos sólidos, os pais devem retirar,
gradativamente, o hábito da mamadeira noturna”, destaca a odontopediatra.

Outro fator importante a ser considerado é que uma das maneiras
do bebê interagir com o mundo é por meio da boca. Ele vive essa fase oral no
primeiro ano de vida e, na hora de explorar os objetos, coloca tudo o que
encontra na boca, sua maior fonte de prazer. “Por isso, todo cuidado com a
higiene dos brinquedos é pouco. Eles devem ser lavados constantemente com água e
sabão”, recomenda a especialista.

Em relação ao hábito de chupar dedo e chupeta, a dentista
ressalta a necessidade de uma intervenção dos pais para evitá-los, pois são
prejudiciais para o desenvolvimento muscular e ósseo da criança. Esses hábitos
podem causar problemas como dentes superiores projetados para frente e
interposição da língua no meio dos dentes. “Os efeitos desses hábitos sobre o
desenvolvimento da maxila e da mandíbula e sobre os arcos dentários dependem do
desenvolvimento osteogênico da criança, da duração, da frequência e da
intensidade com os quais eles são praticados”, conclui a dentista, destacando a
importância da atenção dos pais e da consulta regular ao dentista para manter
uma boa saúde bucal.

link para acesso: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=8263&mode=browse&fromhome=y

Sistema Imunológico Materno

01-set-09

Profa. Gizele Monteiro

Os processos imunológicos envolvidos no desenvolvimento humano são fundamentais para a evolução saudável da gravidez. Estes princípios imunes têm sido amplamente estudados nas últimas décadas, mas alguns aspectos ainda não estão totalmente esclarecidos.

Alguns autores têm proposto vários mecanismos para explicar o fenômeno de tolerância imunológica que ocorre entre o feto e a mãe durante a gestação:

1- Separação anatômica entre o feto e a mãe;

2 – Imaturidade antigênica do feto e;

3 – Inexistência de resposta imunológica por parte da mãe.

Provavelmente todos estes processos estão envolvidos e são essenciais para o normal desenvolvimento da gravidez.

O feto pode ser considerado como um semi-enxerto, uma vez que tem antígenos de origem paterna e materna.

Grande parte do que se sabe acerca da imunologia materno-fetal resulta de estudos concebidos para explicar como o feto e o sistema placentário semi-enxerto evitam a agressão imunológica por parte da mãe.

Não é surpreendente uma abordagem deste tipo, uma vez que existe uma tendência da imunologia para enfatizar aspectos relacionados com o transplante. Como resultado, os imunologistas que se dedicam ao estudo da reprodução dispenderam mais de duas décadas a tentar fazer com que os conceitos de imunologia materno-fetal se adequassem aos conceitos obtidos através de estudos de aceitação e rejeição imunológica de enxertos.

Existem, no entanto, evidências crescentes de que a relação imunológica entre mãe e feto não se enquadra facilmente no paradigma do enxerto. Em vez de ser essencialmente destrutiva, e como tal necessitar de ser interrompida, a interação imunológica normal entre a mãe e tecidos fetais poderá servir para promover o crescimento e desenvolvimento do feto, um conceito que faz bastante mais sentido do ponto de vista causal.

A aceitação materna do feto resulta do isolamento do embrião num ambiente semi-permeável. Deste modo, a resposta imunitária materna é modulada, permitindo esse reconhecimento, e tornando-se compatível com o desenvolvimento de uma gravidez bem sucedida.

Texto extraído do artigo : Sofia Sarafana, Raquel Coelho, Ana Neves, José Costa Trindade. ASPECTOS DA IMUNOLOGIA DA GRAVIDEZ. Acta Med Port 2007; 20: 355-358.

* o artigo pode ser encontrado no blog: www.gizelemonteiro.com.br/artigos-e-trabalhos-cientificos/