Depressão Pós-parto (Pt. 1)

Profa. Ms Gizele Monteiro

A depressão Pós-parto pode ser conhecida também com o termo depressão Puerperal e é uma forma de depressão clínica. É uma instabilidade emocional que surge nas primeiras semanas após o parto.

Estudos relatam taxas de prevalência entre as mulheres de 5% a 25%, mas diferenças metodológicas entre os estudos pode tornar essa taxa não real. Alguns estudos mostram que cerca de 13% das mulheres apresentam depressão no primeiro ano após o parto.

É um problema muito grave e não deve ser ignorado.

Alguns dados indicam que 5 a 9% das mulheres irão desenvolver depressão pós-parto, mas menos de um em cada cinco destas mulheres vai procurar ajuda profissional.

Em países desenvolvidos como a Inglaterra, a depressão pós-parto é considerada a principal causa de mortalidade materna. Além disso, a depressão pós-parto pode trazer muitas conseqüências para a família como um todo, especialmente o bebê, uma vez que reduz a interação mãe-bebê, diminuindo assim as chances de um adequado desenvolvimento afetivo, psicossocial, etc.

Uma das falhas é que o problema é pouco diagnosticado e tratado, freqüentemente por causa da dificuldade em reconhecer os sintomas, pela falta de informação das opções terapêuticas e ainda pelo receio das mães em serem estigmatizadas. Além disso, apesar do tratamento com medicações antidepressivas ser eficaz, muitas mulheres são relutantes em usá-lo, especialmente pelo fato de estarem amamentando.

O apoio psicológico individualizado, mesmo que por um leigo, é capaz de oferecer a sensação de pertencer a uma rede social podendo melhorar a auto-estima e o estado mental como um todo. Esse tipo de apoio por telefone assim como comunidades virtuais de ajuda mútua pela internet são estratégias de prevenção e apoio terapêutico que rompem barreiras geográficas e de dificuldades socioeconômicas e acessibilidade, e deverão ser cada vez mais fortalecidas como genuínas ações de promoção à saúde.

Sintomas:

Podem ocorrer em qualquer momento do primeiro ano pós-parto: tristeza, vazio, fadiga (cansaço ou sentimento de estar sobrecarregado), baixa auto-estima, insônia, alterações do apetite (podendo aparecer tabmém distúrbios alimentares), redução da libido, culpa, choro, ansiedade ou ataques de pânico, irritabilidade, sentir-se insuficiente ou incapaz para cuidar do bebê.

“SE VOCÊ TEM ALGUNS DOS SINTOMAS RELATADOS ACIMA, BUSQUE AJUDA PROFISSIONAL”


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