Obesidade durante a gravidez e sua influência para ter bebês grandes

Por Gizele Monteiro

A obesidade durante a gravidez é o mais forte preditor de saber se uma mãe vai dar à luz a um bebê grande, sugere estudo do Canadense.

O estudo mostra que, quanto maior o peso da mulher antes da gravidez, e quanto mais peso ganhou durante a gravidez, maior a chance dela dar à luz um a bebê grande. O problema é que isso pode gerar problemas de saúde para o bebê e a mãe. Em geral, os bebês que pesam mais de 4kg são considerados bebês grandes (ou macrossômicos).

Ao mesmo tempo, os pesquisadores não encontraram nenhuma associação entre os níveis de glicose no sangue ligeiramente elevados (abaixo do nível necessário para classificar uma mulher como tendo diabetes gestacional) e uma chance maior de ter um bebê grande. Esta conclusão foi importante, uma vez que a American Diabetes Association reduziu recentemente os critérios para a diabetes gestacional, uma vez que muito mais mulheres seriam classificadas como tendo a doença. Os novos critérios ainda não estão sendo adotados por autoridades de saúde norte-americanas, no entanto, no Canadá onde o estudo foi realizado esses padrões mudaram.

Se o peso, ao invés dos níveis de glicose, passa a ser um dos fatores mais importante para a mulher ter um bebê grande, os critérios não podem ser alvo do problema adequado, disse o pesquisador Dr. Ravi Retnakaran de Mount Sinai Hospital, em Ontário.

As formas mais eficientes de reduzir os riscos, então pode ser: chegar a um peso saudável antes da gravidez, e evitar um ganho de peso excessivo na gravidez, disse Retnakaran. O pesquisador continua dizendo que “a taxa de obesidade cresceu tanto que talvez os níveis de glicose não sejam tão importantes e grandes como um fator de risco como anteriormente. No entanto, mulheres com diabetes gestacional, o controle glicêmico continua sendo muito importante.

Riscos na gestação de bebês grandes

Os riscos que a mãe e o bebê grande enfrentam são pouco conhecidos:

  1. ossos quebrados durante o parto
  2. aumento do risco para a obesidade na infância e adolescência
  3. as mães tem maior risco de sofrer complicações no parto e ter seu assoalho pélvico dilacerado,
  4. maior risco de cesariana e complicações pós-parto.

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