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	<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Saúde</title>
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		<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Saúde</title>
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		<title>&#8216;Gene da magreza&#8217; é associado a problemas no coração</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 23:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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		<description><![CDATA[Genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à Diabetes do tipo 2 &#8211; condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.
O estudo, feito pelo Medical Research Council da Grã-Bretanha, sugere que variantes do gene IRS1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à Diabetes do tipo 2 &#8211; condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.</p>
<p>O estudo, feito pelo Medical Research Council da Grã-Bretanha, sugere que variantes do gene IRS1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como o coração e o fígado &#8211; muito mais perigosa.</p>
<p>O trabalho foi publicado na revista científica Nature Genetics e envolveu estudos genéticos com 76 mil pessoas.</p>
<p>A associação entre as variantes genéticas e as doenças foi maior forte nos homens.</p>
<p><strong>Magros</strong></p>
<p>A chefe do estudo, Ruth Loos, pesquisadora da Epidemiology Unit do Institute of Metabolic Science, em Cambridge, na Inglaterra, disse que quando os cientistas perceberam a associação genética ficaram intrigados.</p>
<p>&#8220;Fizemos uma fascinante descoberta genética&#8221;, disse Loos. E aconselhou:</p>
<p>&#8220;Não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos a essas doenças metabólicas. Indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis com base em sua aparência&#8221;, disse Loos.</p>
<p>O médico Iain Frame, diretor de pesquisas da entidade de auxílio a diabéticos Diabetes UK, disse que o estudo pode &#8220;esclarecer por que 20% das pessoas com diabetes do tipo 2 sofrem da condição apesar de terem um peso saudável&#8221;.</p>
<p>(A pesquisa) &#8220;também é uma mensagem clara de que pessoas magras não podem ser complacentes em relação à sua saúde&#8221;.</p>
<p>Comentando o novo estudo, o médico Jeremy Pearson, um dos diretores da British Heart Foundation, entidade britânica de combate às doenças do coração, disse:</p>
<p>&#8220;Esses resultados reforçam a ideia de que, para riscos ao coração, é particularmente importante não apenas quão obeso você é, mas sim onde você deposita a gordura&#8221;.</p>
<p>&#8220;A gordura armazenada internamente é pior para você do que a armazenada sob a pele&#8221;.</p>
<p>&#8220;Entretanto, isto não elimina o fato de que ser obeso é ruim para a saúde do seu coração, então devemos continuar tentando ficar magros e em boa forma física&#8221;.</p>
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		<title>DOZE DICAS PARA UM INFARTO FELIZ</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 20:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Dr. Ernesto Artur &#8211; Cardiologista
Quando publiquei estes conselhos &#8216;amigos-da-onça&#8217; em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente. 

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Dr. Ernesto Artur &#8211; Cardiologista</strong></p>
<p><strong>Quando publiquei estes conselhos &#8216;amigos-da-onça&#8217; em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente. </strong><br />
<strong><br />
<strong>1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.</strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem. </strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.</strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!. .rs) </strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.</strong></strong><strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.</strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. </strong><br />
</strong><strong><br />
<strong>Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.</strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
<strong>IMPORTANTE:</strong></strong><br />
<strong><br />
<em>OS ATAQUES DE CORAÇÃO</em></strong><em><br />
</em><strong><em><br />
<em>Uma nota importante sobre os ataques cardíacos.</em><br />
<em>Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.</em></em></strong><strong><em><br />
</em></strong><strong><em><br />
<em>Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam não se levantaram&#8230; Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.</em></em></strong><em><strong> </strong></em><strong><em><br />
</em></strong><strong><em><br />
<em>Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga &#8221;ataque cardíaco&#8221; e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro. NÃO SE DEITE!</em></em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><em>Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida!</em></em></strong></p>
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		<title>Método Mais Vida promove caminhada para gestantes no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/12/metodo-mais-vida-promove-caminhada-para-gestantes-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 12:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Método Mais Vida promove caminhada para gestantes no Rio de JaneiroNo dia 21/11, o Mais Vida promoveu na lagoa Rodrigo de Freitas uma caminhada para gestantes supervisionada pela Profa. Gizele de Assis Monteiro.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Método Mais Vida promove caminhada para gestantes no Rio de JaneiroNo dia 21/11, o Mais Vida promoveu na lagoa Rodrigo de Freitas uma caminhada para gestantes supervisionada pela Profa. Gizele de Assis Monteiro.</p>
<p><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dsc07065.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" title="dsc07065" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dsc07065.jpg" alt="" width="314" height="235" /></a><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dsc07075.jpg"><img style="float: right; border: 0px initial initial;" title="dsc07075" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dsc07075.jpg" alt="" width="235" height="314" /></a><br />
<a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/12/dsc07075.jpg"></a></p>
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		<title>Radicais livres de oxigênio e exercício: mecanismos de formação e adaptação ao treinamento físico</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 14:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Oliveira AR e Schneider, CD
O interesse acerca dos mecanismos de geração e adaptação de radicais livres de oxigênio (RLO) ao exercício aumentou significativamente a partir da demonstração de sua relação com o consumo de oxigênio. Os RLO são formados pela redução incompleta do oxigênio, gerando espécies que apresentam alta reatividade para outras biomoléculas, principalmente lipídios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Oliveira AR e Schneider, CD</p>
<p>O interesse acerca dos mecanismos de geração e adaptação de radicais livres de oxigênio (RLO) ao exercício aumentou significativamente a partir da demonstração de sua relação com o consumo de oxigênio. Os RLO são formados pela redução incompleta do oxigênio, gerando espécies que apresentam alta reatividade para outras biomoléculas, principalmente lipídios e proteínas das membranas celulares e, até mesmo, o DNA. As injúrias provocadas por estresse oxidativo apresentam efeitos cumulativos e estão relacionadas a uma série de doenças, como o câncer, a aterosclerose e o diabetes. O exercício físico agudo, em função do incremento do consumo de oxigênio, promove o aumento da formação de RLO. No entanto, o treinamento físico é capaz de gerar adaptações capazes de mitigar os efeitos deletérios provocados pelos RLO. Estas adaptações estão relacionadas a uma série de sistemas, dos quais os mais importantes são os sistemas enzimáticos, compostos pela superóxido dismutase, catalase e glutationa peroxidase, e o não enzimático, composto por ceruloplasmina, hormônios sexuais, coenzima Q, ácido úrico, proteínas de choque térmico e outros. Tais adaptações, apesar das controvérsias sobre os mecanismos envolvidos, promovem maior resistência tecidual a desafios oxidativos, como aqueles proporcionados pelo exercício de alta intensidade e longa duração. As técnicas de avaliação de estresse oxidativo, na maioria das vezes, não são capazes de detectar injúria em exercícios de curta duração. Dessa forma, esforços estão sendo feitos para o estudo de esforços físicos realizados por longos períodos de tempo ou efetuados até a exaustão. Novos marcadores de lesão por ação dos RLO estão sendo descobertos e novas técnicas para sua determinação estão sendo criadas. O objetivo deste trabalho é discutir os mecanismos da formação dos RLO e das adaptações ao estresse oxidativo crônico provocado pelo treinamento físico.</p>
<p>Para acessar o artigo na íntegra (<a href="http://artigocientifico.uol.com.br/uploads/artc_1154964122_74.pdf">http://artigocientifico.uol.com.br/uploads/artc_1154964122_74.pdf</a>).</p>
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			<itunes:subtitle>Por Oliveira AR e Schneider, CD - O interesse acerca dos mecanismos de geração e adaptação de radicais livres de oxigênio (RLO) ao exercício aumentou significativamente a partir da demonstração de sua relação com o consumo de oxigênio.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Por Oliveira AR e Schneider, CD

O interesse acerca dos mecanismos de geração e adaptação de radicais livres de oxigênio (RLO) ao exercício aumentou significativamente a partir da demonstração de sua relação com o consumo de oxigênio. Os RLO são formados pela redução incompleta do oxigênio, gerando espécies que apresentam alta reatividade para outras biomoléculas, principalmente lipídios e proteínas das membranas celulares e, até mesmo, o DNA. As injúrias provocadas por estresse oxidativo apresentam efeitos cumulativos e estão relacionadas a uma série de doenças, como o câncer, a aterosclerose e o diabetes. O exercício físico agudo, em função do incremento do consumo de oxigênio, promove o aumento da formação de RLO. No entanto, o treinamento físico é capaz de gerar adaptações capazes de mitigar os efeitos deletérios provocados pelos RLO. Estas adaptações estão relacionadas a uma série de sistemas, dos quais os mais importantes são os sistemas enzimáticos, compostos pela superóxido dismutase, catalase e glutationa peroxidase, e o não enzimático, composto por ceruloplasmina, hormônios sexuais, coenzima Q, ácido úrico, proteínas de choque térmico e outros. Tais adaptações, apesar das controvérsias sobre os mecanismos envolvidos, promovem maior resistência tecidual a desafios oxidativos, como aqueles proporcionados pelo exercício de alta intensidade e longa duração. As técnicas de avaliação de estresse oxidativo, na maioria das vezes, não são capazes de detectar injúria em exercícios de curta duração. Dessa forma, esforços estão sendo feitos para o estudo de esforços físicos realizados por longos períodos de tempo ou efetuados até a exaustão. Novos marcadores de lesão por ação dos RLO estão sendo descobertos e novas técnicas para sua determinação estão sendo criadas. O objetivo deste trabalho é discutir os mecanismos da formação dos RLO e das adaptações ao estresse oxidativo crônico provocado pelo treinamento físico.

Para acessar o artigo na íntegra (http://artigocientifico.uol.com.br/uploads/artc_1154964122_74.pdf).</itunes:summary>
		<itunes:author>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais</itunes:author>
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		<item>
		<title>A obesidade no Brasil e a carência de profissionais qualificados</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/09/a-obesidade-no-brasil-e-a-carencia-de-profissionais-qualificados/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 14:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 

Prof. Dra. Bruna Oneda
O excesso de peso corporal ou obesidade são considerados graves problemas de saúde pública. O número de pessoas com excesso de peso e obesidade crescem assustadoramente a cada ano. No Brasil, 41% da população brasileira adulta está acima do peso o que representa 38 milhões de pessoas com sobrepeso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #ffffff; font: normal normal normal 13px/19px 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, Verdana, sans-serif; line-height: normal; padding: 0.6em; margin: 0px;">
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal; font-size: 13.3333px;">Prof. Dra. Bruna Oneda</span></div>
<p></strong>O excesso de peso corporal ou obesidade são considerados graves problemas de saúde pública. O número de pessoas com excesso de peso e obesidade crescem assustadoramente a cada ano. No Brasil, 41% da população brasileira adulta está acima do peso o que representa 38 milhões de pessoas com sobrepeso e 10 milhões de obesos.</p>
<p><img style="border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-top-style: dotted; border-top-color: #cccccc; display: block; width: 847px; height: 12px; margin-top: 15px; background-image: url(http://www.arturmonteiro.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/more_bug.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #ffffff; background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat;" title="Mais..." src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/09/obesidade_no_brasil.jpg"><img style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: 0px initial initial;" title="obesidade_no_brasil" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/09/obesidade_no_brasil.jpg" alt="" width="240" height="253" /></a>Para se determinar se o peso de uma pessoa está ou não adequado, usa-se a fórmula do Índice de Massa Corporal (IMC) que consiste em dividir o peso pela estatura ao quadrado (peso/estatura<sup>2</sup>). Valores entre 18,5Kg/m<sup>2</sup>e 24,9Kg/m<sup>2</sup> são considerados normais.  O IMC entre 25Kg/m<sup>2</sup> e 29,9Kg/m<sup>2</sup>caracterizam as pessoas como acima do peso (sobrepeso) e IMC maior ou igual a 30Kg/m<sup>2</sup> representa a obesidade. Dos obesos no Brasil, 1,5 milhões são considerados mórbidos, isto é que apresentam o IMC maior ou igual a 40kg/m<sup>2</sup>.</p>
<p>Um grande agravante é que as crianças e adolescentes também entraram para as estatísticas e hoje o país apresenta cerca de 38% das crianças e 12% dos adolescentes com sobrepeso. Esses números se relacionam a dois principais fatores que são a má alimentação e a inatividade física.</p>
<p>Observa-se que as crianças não adquirem o hábito da prática regular de atividade física por falta de estímulos e treinamento adequado e fatalmente chegam à idade adulta mais obesos e mais sedentários.</p>
<p>Sabe-se que além de evitar o sobrepeso e obesidade, os exercícios físicos regulares melhoram as condições de saúde de grande parte das doenças relacionadas à obesidade como por exemplo a diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemias. Mesmo que o indivíduo não reduza seu peso corporal, o exercício pode melhorar as condições relacionadas a essas doenças e reduzir significativamente o risco cardiovascular.</p>
<p>Desta forma, é importante que o exercício seja realizado de forma regular, isto é, pelo menos três vezes na semana e com auxilio de um profissional qualificado.  É fundamental que os profissionais de Educação Física tenham conhecimentos de como trabalhar com essa população em todas as fases da vida. É importante que o professor tenha em mente que o emagrecimento &#8220;a todo custo&#8221; pode ser prejudicial e então ele deve ter conhecimentos aprofundados sobre o real estado de saúde de seu aluno, de como lidar com as doenças associadas à obesidade e os métodos de treinamento adequados.</p>
<p>Frente à demanda de sobrepeso e obesidade no país, o mercado de atividade física é carente de profissionais especializados que saibam trabalhar com sobrepeso e obesidade de maneira eficiente e segura, garantindo a melhora da saúde e qualidade de vida dos seus clientes.</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Obesidade Infantil &#8211; uma realidade brasileira</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/09/obesidade-infantil-uma-realidade-brasileira/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 22:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gizele Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.
O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.

Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.

&#8220;O Método Mais Vida, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria">
<p>Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.</p>
<p>O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.</p>
<p><a id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_perfil1_hlkFotoEsp" title=" Moises  Chencinski" rel="nofollow" href="/especialistas/13-Moises-Chencinski.htm"><img style="BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px" title=" Moises  Chencinski" src="http://images.minhavida.com.br/fotosEspecialistas/13/moises_13_128_128.jpg" alt="" /></a></p>
<h6>Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.</h6>
<div>
<p><em>&#8220;O Método Mais Vida, por ser um programa de exercícios especializado no atendimento de grupos especiais (pessoas com diabetes, cardiopatia e hipertensão, obesidade) faz da preocupação do Dr. Moisés a nossa e alerta para a importância de uma infância ativa e saudável, assim como a busca de profissionais especializados uma vez que a doença já ocorreu&#8221;.</em></p>
<p><em> </em></p>
<h3 id="tituloMateria">Obesidade infantil afeta uma em cada três crianças brasileiras</h3>
<h4>Entenda porque as nossas crianças estão engordando</h4>
</div>
<p>O IBGE publicou em 27 de agosto o resultado do POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), com a evolução dos dados de peso e estatura de crianças e adultos no Brasil em 2008 e 2009, comparando essa pesquisa com as estatísticas de 1974 (quando eu comecei meu curso na Faculdade de Medicina) e de 1989. O resultado? Assustadoramente previsível.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1903" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="obesidade infantil" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/obesidade-infantil.jpg" alt="obesidade infantil" width="169" height="299" />A <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=obesidade&amp;secCodigo=1" target="_blank">obesidade</a>, que é uma doença crônica, avança a passos largos e pesados e pode ser a maior epidemia em curso no nosso país, superando a dengue, o H1N1 e até a AIDS, entre outras, sem respeitar sexo, idade ou classe social. <strong>Mais da metade da população adulta no Brasil está com sobrepeso ou obesidade</strong> e a <strong><em>doença já atinge uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos</em></strong> de idade.</p>
<p>Quando falamos sobre o grave problema que representa a obesidade infantil hoje em dia, muitas vezes nos esquecemos da atribuir a responsabilidade a quem realmente a merece. Nenhuma criança (pelo menos até seus 4 anos de idade) come o que não lhe é oferecido ou não está ao seu alcance. Assim, grande parte dos quilos a mais da criança vem por causa dos <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=pais&amp;secCodigo=5" target="_blank">pais</a> e familiares.</p>
<p>O ambiente familiar, primeiro nicho social do qual a criança faz parte, além de prover um teto, boas condições de saúde, amor e segurança deve cuidar de toda a alimentação. Dessa forma, o <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=aleitamento materno&amp;secCodigo=5" target="_blank">aleitamento materno</a> exclusivo até o sexto mês de vida deve ser a meta, a base para uma vida saudável. Depois disso, a introdução de outros alimentos deve seguir uma orientação adequada, fornecida nas consultas pediátricas de rotina e seguida por todos no ambiente familiar (em casa e na casa de parentes), escolar e social.</p>
<div>
<blockquote><p>&#8220;O ambiente familiar é o primeiro nicho social do qual a criança faz parte e deve cuidar de toda a alimentação da criança&#8221;</p></blockquote>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"><strong>Como ajudar a criança?</strong><br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-1904" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Obesity-in-Children 2" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/Obesity-in-Children-2-300x180.jpg" alt="Obesity-in-Children 2" width="259" height="166" />É muito difícil colocar na criança a obrigação de se alimentar de forma correta, principalmente se as ofertas, guloseimas, são praticamente constantes, quer seja através do apelo da mídia, quer seja pelos amigos, pela escola ou pela própria família. Com a colaboração da comunidade que cerca essa criança, esse objetivo terá mais condições de ser atingido de forma eficaz e duradoura.</div>
<p>Isso pode ser comprovado por trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition (Volume 91, Number 4, April 2010, Pages 831-840). Entre 2004 e 2008, foram avaliadas e acompanhadas 12.000 crianças com idades de 0 a 5 anos, em uma comunidade da Austrália.</p>
<p>Foram instituídas alterações nessa comunidade (políticas, físicas e socioculturais) visando melhorar a qualidade da alimentação e da <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=atividade física&amp;secCodigo=5" target="_blank">atividade física</a> dessas crianças, com participação fundamental das escolas e creches e apoio financeiro no valor de 112.000 dólares australianos (cerca de R$ 172.000,00).</p>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div>
<p>O programa contou com suporte de universidades (para treinamento e avaliação dos projetos), parceiros nas áreas psicológicas, dentais, entre outros, mobilizando a sociedade em prol dessa meta. Os resultados foram uma redução significativa no peso e IMC dessa população entre 3 a 5 anos e redução significativa do sobrepeso e obesidade em crianças entre 2 a 3 anos e meio, após redução significativa da oferta e consumo de sanduíches e refresco.</p>
<p>O que falta para que haja uma conscientização nacional da gravidade da situação de crianças com doenças de adultos (diabetes, <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=hipertensão&amp;secCodigo=5" target="_blank">hipertensão</a> arterial, obesidade, entre outros)?</p>
<p>Quantos quilos extras e quantos dólares a mais precisaremos gastar para que a sociedade se mobilize em prol de uma infância saudável, gerando adolescentes e adultos produtivos e equilibrados?</p>
<p>Até quando continuaremos a cobrar apenas dessas crianças o controle de sua saúde, eximindo os familiares, a escola, a mídia, o governo e a sociedade dessa responsabilidade? Demorou para tomarmos alguma atitude.</p>
<p>Fonte: <a href="http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm">http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm</a></p>
<p>Nossos contatos e atendimentos:</p>
<p>e-mail: <a href="mailto:contato@metodomaisvida.com.br">contato@metodomaisvida.com.br</a></p>
<p>São Paulo - (11) 2867.3307</p>
<p>Valinhos - (19) 9748.6185</p></div>
</div>
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		<title>Brasileiro está mais gordo, de acordo com nova pesquisa do IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 19:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[OBESIDADE UM CASO DE SAÚDE PÚBLICA NACIONAL E MUNDIAL
Equipe Mais Vida
Os dados são alarmantes para a saúde pública. Lembre-se que o Método Mais Vida atua com a prevenção e controle de doenças. Procure um profisisonal qualificado e mexa-se.
 
A população brasileira está ficando mais gorda, em velocidade acelerada. O excesso de peso já atinge metade da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>OBESIDADE UM CASO DE SAÚDE PÚBLICA NACIONAL E MUNDIAL</strong></p>
<p><strong>Equipe Mais Vida</strong></p>
<p>Os dados são alarmantes para a saúde pública. Lembre-se que o Método Mais Vida atua com a prevenção e controle de doenças. Procure um profisisonal qualificado e mexa-se.</p>
<p> </p>
<p>A população brasileira está ficando mais gorda, em velocidade acelerada. O excesso de peso já atinge metade da população adulta; uma em cada três crianças (de 5 a 9 anos); e um quinto dos adolescentes no País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hoje, o instituto divulgou o levantamento Antropometria &#8211; Estado Nutricional de Crianças, Adolescentes e Adultos no Brasil &#8211; da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009.</p>
<p>Para o levantamento, foram entrevistadas 188.461 pessoas, sendo 93.175 homens e 95.286 mulheres, entre maio de 2008 e maio de 2009. A população acima do peso está espalhada em todas as regiões, com leve prevalência no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O problema atingiu cerca de metade dos adultos em todas as regiões, com destaque para o Sul (56,8% dos homens, 51,6% das mulheres) e Sudeste (52,4 e 48,5% para homens e mulheres respectivamente). Os menores índices de sobrepeso para homens estão no Nordeste (42,9%) e, para mulheres, no Centro-Oeste (45,6%). Entre as mulheres, a obesidade atingia quase um quinto das mulheres no Sul (19,2%) e a participação dos obesas nas populações das regiões só esteve abaixo dos 10% para as moradoras do Nordeste (9,9%).</p>
<p>Ainda segundo o levantamento, o aumento de peso em adolescentes de 10 a 19 anos foi contínuo nos últimos 34 anos, e foi mais freqüente em áreas urbanas do que em rurais, em ambos os sexos.</p>
<p>O IBGE informou ainda que, na população de 20 anos ou mais, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974-1975 para 50,1% em 2008-2009. No sexo feminino, o avanço foi menos intenso, e a participação saltou 28,7% para 48%, no mesmo período.</p>
<p>Embora o instituto tenha detectado pessoas com excesso de peso em todas as faixas de renda, entre os homens a concentração de pessoas mais obesas é maior no grupo dos 20% mais ricos, entrevistados para a análise. Entre os homens adultos, 61,8% dos 20% mais ricos estavam acima do peso, ante 36,9% no grupo dos 20% com menor rendimento. No caso das mulheres, as proporções ficaram em 47,4% e 45%, nos grupos das 20% mais ricas e das 20% mais pobres, respectivamente. Entretanto, a obesidade atingia quase um quarto (23,6%) das crianças do sexo masculino de maior renda &#8211; sendo que alcançava 10,8% das crianças em faixa de renda menos elevada.</p>
<p>O levantamento também mostrou que a altura mediana dos brasileiros jovens está praticamente coincidente com a curva padrão recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O declínio do déficit de altura é um dos fatores que servem para medir a redução na desnutrição infantil, e a pesquisa confirma a progressiva redução desse problema. Entre as pesquisas de 1974-1975 a de 2008-2009, a predominância de déficit de altura em ambos os sexos em crianças de 5 a 9 anos recuou de 29,3% para 7,2%.</p>
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		<title>A importância do exercício aeróbio para a saúde</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/08/a-importancia-do-exercicio-aerobio-para-a-saude/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 23:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Personal Training]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[OS  BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS AERÓBICOS

Artur Monteiro
As vantagens dos exercícios  aeróbicos para o coração são bem conhecidas. O corpo todo, entretanto, se  beneficia. Estes exercícios trabalham o coração, que é um músculo,  fortalecendo-o.
Os benefícios incluem:
Aumento da eficiência  cardíaca
O coração bombeia mais sangue a cada batida, permitindo reduzir  a freqüência cardíaca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none; border: medium none;">OS  BENEFÍCIOS DOS EXERCÍCIOS AERÓBICOS</div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none; border: medium none;"></div>
<div style="text-align: left; background-color: transparent; color: #000000; overflow: hidden; text-decoration: none; border: medium none;">Artur Monteiro</p>
<p>As vantagens dos exercícios  aeróbicos para o coração são bem conhecidas. O corpo todo, entretanto, se  beneficia. Estes exercícios trabalham o coração, que é um músculo,  fortalecendo-o.<br />
Os benefícios incluem:</p>
<p><strong>Aumento da eficiência  cardíaca</strong><br />
O coração bombeia mais sangue a cada batida, permitindo reduzir  a freqüência cardíaca em repouso e durante a atividade física.</p>
<p><strong>Perda  de peso</strong><br />
Como estes exercícios queimam gordura, é possível reduzir a  quantidade de gordura corporal.</p>
<p><strong><a href="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/07/exercicio_fisico.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1824" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="exercicio_fisico" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/07/exercicio_fisico-300x191.jpg" alt="exercicio_fisico" width="300" height="191" /></a>Garantia de saúde mental</strong><br />
A  prática regular de exercícios aeróbicos promove a liberação de endorfinas,  substâncias que atuam como analgésicos naturais, além de combater o estresse, a  depressão e ansiedade.</p>
<p><strong>Melhora do sistema imunológico</strong><br />
Muitos  estudos demonstraram que as pessoas que praticam exercícios regularmente são  menos vulneráveis a doenças virais, como gripe e resfriado.</p>
<p><strong>Prevenção  de doenças</strong><br />
A obesidade é um fator que contribui para o desenvolvimento  de doenças cardíacas, hipertensão arterial, acidentes vasculares cerebrais,  diabetes e alguns tipos de câncer. Na medida em que você emagrece, reduz o risco  de desenvolver estas doenças. Também existem evidências de que alguns  exercícios, como a caminhada, por exemplo, podem diminuir o risco da osteoporose  e suas complicações, enquanto exercícios de baixo impacto, como a natação e a  hidroginástica, podem aliviar os sintomas de pacientes com artrite ou artrose.</p>
<p><strong>Maior expectativa de vida</strong><br />
Em 1986, estudos americanos  publicados no <em>New England Journal of Medicine</em> mostraram pela primeira vez  a associação entre a prática de exercícios e o aumento da expectativa de vida.  Posteriormente, outros estudos obtiveram resultados semelhantes.</p>
<p><strong>Maior disposição</strong><br />
A atividade física pode deixá-lo cansado a  curto prazo, durante e logo após os exercícios, mas a longo prazo é responsável  por uma maior disposição e redução da fadiga.</div>
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		<title>A importância da força muscular para a saúde</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/08/a-importancia-da-forca-muscular-para-a-saude/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 23:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa condição  muscular proporciona maior  capacidade para realizar as atividades diárias com mais eficiência e  menos fadiga. Também permite realizar atividades esportivas com melhor  desempenho e menor risco de lesões, além de ajudar a manter uma boa  postura.
Músculos fortes também  protegem as articulações, resultando em menor risco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 11pt; font-weight: normal;">Uma boa </span></strong><strong><span style="font-size: 11pt;">condição  muscular</span></strong><span style="font-size: 11pt;"> proporciona maior  capacidade para realizar as atividades <strong>diárias</strong> com mais eficiência e  menos fadiga. Também permite realizar atividades <strong>esportivas</strong> com melhor  desempenho e menor risco de lesões, além de ajudar a manter uma boa  postura.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><a href="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/07/idosa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1820" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="idosa" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/07/idosa.jpg" alt="idosa" width="226" height="212" /></a>Músculos fortes também  protegem as articulações, resultando em menor risco de lesões ligamentares e  problemas como dores nas costas (lombalgias). A partir da <strong>meia idade</strong>, bom  nível de força muscular ajuda a prevenir a <strong>osteoporose</strong> e as  <strong>quedas</strong>, preservando a independência das pessoas durante o  envelhecimento.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;">É particularmente  importante o desenvolvimento e a manutenção de boa condição muscular de  <strong>membros superiores</strong>, pois a maioria das atividades da vida diária envolvem  algum grau de força e resistência muscular. Exercícios com cargas moderadas  (40-60% do máximo) são suficientes para desenvolver e manter a resistência  muscular, preservando a massa muscular durante os programas de emagrecimento e  reduzindo as perdas de tecido muscular durante o processo de envelhecimento. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Programa Esporte e Atividade Física</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/07/programa-esporte-e-atividade-fisica/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 21:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista o um trecho do Programa Esporte e Atividade Física sobre o tema obesidade com participação do Prof. Artur Monteiro e da Profa. Bruna Oneda.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista o um trecho do Programa Esporte e Atividade Física sobre o tema obesidade com participação do Prof. Artur Monteiro e da Profa. Bruna Oneda.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AmxdBw36KwY&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/AmxdBw36KwY&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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