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	<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Obesidade</title>
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		<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Obesidade</title>
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		<title>Aula com a Profa. Dra. Bruna Oneda &#8211; Obesidade</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 21:52:51 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Aula no Curso de Certificação Mais Vida &#8211; Prescrição de Exercícios para Grupos Especias com a Profa. Dra. Bruna Oneda. Para assistir o vídeo <a href="http://youtu.be/0quolH2Z5mM" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Cérebro de obesos é diferente dos magros, demonstra pesquisa brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 14:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obesidade é uma doença multifatorial – envolvendo aspectos psicológicos, genéticos e clínicos diversos – e disso todos já sabem. E um estudo brasileiro inédito acaba de achar mais uma pista que pode ajudar no combate a essa condição que leva a diversos outros problemas de saúde, impactando o indivíduo, sua família e a sociedade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é uma doença multifatorial – envolvendo aspectos psicológicos, genéticos e clínicos diversos – e disso todos já sabem. E um estudo brasileiro inédito acaba de achar mais uma pista que pode ajudar no combate a essa condição que leva a diversos outros problemas de saúde, impactando o indivíduo, sua família e a sociedade. De acordo com os pesquisadores, o cérebro de pessoas obesas parece ter traços de inflamação e isso faz que órgão responda de forma diferente às informações sobre a gordura corporal, gasto calórico e ingestão alimentar.</p>
<p>A pesquisa feita por Simone van de Sande-Lee, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e<a href="http://diabetes.diabetesjournals.org/content/60/6/1699.abstract" target="_blank"><strong> publicada no periódico <em>Diabetes</em></strong></a>, partiu da observação da atividade cerebral de um grupo de indivíduos obesos. Esse grupo, mais tarde, participou de cirurgias de redução de estômago, o que serviu de dado comparativo. Além disso, indivíduos que não estavam em risco para obesidade também participaram, como grupo controle, da pesquisa.</p>
<p>“A coleta de dados durou aproximadamente um ano. Por meio de exames de ressonância magnética funcional – ou RMf – pudemos medir a atividade cerebral dos grupos de pessoas que participaram do estudo. E o que observamos foi que o hipotálamo de pessoas que estavam obesas tinha um menor nível de atividade. Essa estrutura do cérebro é responsável pelo controle do peso corporal, regulando fome e gasto calórico”, explica Sande-Lee.</p>
<p>Após a cirurgia de redução de estômago, os mesmos indivíduos que estavam obesos no início da pesquisa voltaram ao laboratório. E um efeito já conhecido pelos pesquisadores, mas somente observado anteriormente em modelos animais, foi comprovado em humanos.</p>
<p><strong>Após perda de peso o organismo passa a combater a inflamação no cérebro</strong></p>
<p>“Já sabíamos que o cérebro de indivíduos obesos parece sofrer um tipo de inflamação. Isso já havia sido comprovado em pesquisas com modelos animais. E essa hipótese foi corroborada em humanos a partir da nossa coleta de dados, observando o nível de substâncias anti-inflamatórias encontradas nesses indivíduos após a perda de peso. Ou seja, após iniciarem um processo de emagrecimento – o que inclui mudança de hábitos alimentares também – o corpo pareceu combater a inflamação”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Essa inflamação no cérebro dos indivíduos obesos é um dos principais fatores para que o processo de obesidade se instale. Normalmente a gordura corporal é monitorada pelo cérebro por meio da medição do nível de uma substância chamada leptina. Quando há excesso dessa substância, o hipotálamo controla a ingestão calórica, ficando mais sensível à saciedade, por exemplo. Mas quando há um processo inflamatório cerebral, o hipotálamo tem dificuldades de fazer essa relação entre ingestão calórica e saciedade.</p>
<p>Como foi observado no próprio estudo de Sande-Lee, pessoas obesas que ingeriam alimentos altamente calóricos – ricos em glicose, por exemplo – tinham fome mais rapidamente do que indivíduos magros. E os pacientes que haviam perdido muito peso após as cirurgias bariátricas se mostraram em um nível intermediário de sensação de saciedade, ou seja, em processo de recuperação dessa sensibilidade.</p>
<p><strong>Boa notícia também para os pacientes diabéticos</strong></p>
<p>De acordo com Lício Augusto Velloso, supervisor do estudo feito por Sande-Lee – junto com Fernando Cendes e Li Li Min –, dados de pesquisas anteriores demonstram que a principal causa de diabetes no mundo é a obesidade. Cerca de 80% das pessoas que têm diabetes tipo 2 desenvolvem a doença em decorrência da obesidade.</p>
<p>“Sabemos que o hipotálamo também tem um papel central no metabolismo de glicose. Um dos próximos passos seria observar, por exemplo, se há diferenças no padrão de funcionamento do hipotálamo entre pacientes obesos diabéticos e pacientes obesos não diabéticos”, indicam os pesquisadores.</p>
<p>-</p>
<p><strong><em>por Enio Rodrigo</em></strong></p>
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		<title>Mito ou verdade: manter o ar frio ajuda a queimar mais calorias?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 19:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Por C. Clairborne Ray
The New York Times





Queimamos mais calorias se o termostato estiver desligado no  inverno?
Sim, o gasto calórico aumentará se a pessoa se veste com pouca roupa, mas não  tanto, diz Wayne Askew, diretor da divisão de nutrição da Universidade de Utah.  Uma forma mais eficaz seria subir e descer alguns [...]]]></description>
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<div id="autor">Por C. Clairborne Ray</div>
<div id="local-noticia">The New York Times</div>
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</div>
</div>
<p><em>Queimamos mais calorias se o termostato estiver desligado no  inverno?</em></p>
<p>Sim, o gasto calórico aumentará se a pessoa se veste com pouca roupa, mas não  tanto, diz Wayne Askew, diretor da divisão de nutrição da Universidade de Utah.  Uma forma mais eficaz seria subir e descer alguns lances de escada, ele  disse.</p>
<p>O índice do metabolismo basal aumenta levemente em climas mais frios, e Askew  disse que pode haver um aumento muito pequeno nas calorias queimadas para o  aquecimento do ar frio pelos pulmões e da pele que foi exposta ao frio.</p>
<p>Um aumento mais significativo pode ser esperado se estiver frio o suficiente  para causar tremores, que aquecem o corpo através de contrações e relaxamentos  rápidos e involuntários dos músculos.</p>
<p>Não é uma técnica ideal de perda de peso, já que uma pessoa isolada por muita  gordura corporal geralmente treme menos de frio. &#8220;E é muito difícil trabalhar ou  realizar uma atividade que exige boa coordenação motora, como escrever ou usar o  computador, quando se está tremendo de frio&#8221;, disse Askew.</p>
<p>Quando a temperatura do corpo fica perigosamente baixa e a resposta dos  tremores é estimulada ao máximo, afirmou Askew, o gasto energético pode chegar  ao mesmo de um trabalho que exige de 40 a 50% da capacidade aeróbica máxima da  pessoa. Porém, se a temperatura atingir certo nível, a resposta dos tremores  cessa e a hipotermia rapidamente se estabelece.</p></div>
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		<title>Comer demais em pouco tempo pode aumentar gordura no longo prazo, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 01:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso &#8211; mesmo durante apenas um pequeno período de tempo &#8211; podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo.
No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso &#8211; mesmo durante apenas um pequeno período de tempo &#8211; podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos em gordura e praticando poucos exercícios físicos. Em média, eles engordaram 6,4 quilos. <span id="more-1859"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mais de dois anos depois, os indícios de aumento da gordura no corpo ainda eram evidentes.<img class="alignright size-full wp-image-1861" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="images5" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/08/images5.jpg" alt="images5" width="136" height="204" /> Durante a pesquisa, que foi publicada na revista científica Nutrition &amp; Metabolism, os 18 participantes do estudo tiveram sua atividade física limitada a 5 mil passos por dia, a média de uma pessoa com vida sedentária.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Longo prazo </strong><br />
Durante quatro semanas, eles aumentaram em 70% o consumo de alimentos com muitas calorias. Após seis meses, eles já haviam perdido quase todo o peso adquirido &#8211; por volta de 5kg.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, após 12 meses, o peso médio de cada um havia aumentado em 1,5kg, dos quais 1,4kg eram em gordura.<br />
Após dois anos e meio, aumento do peso foi de 3,1kg.<br />
A pesquisa sugere que até mesmo um período curto de ingestão excessiva de alimentos gordurosos e a falta de exercícios podem mudar psicologicamente cada pessoa, tornando mais difícil a perda de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O estudo sugere que até mesmo mudanças de comportamento de curto prazo podem ter efeito prolongado na saúde&#8221;, disse Asa Ernersson, que liderou a pesquisa feita pela Universidade de Linkoping.</p>
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		<title>A obesidade no Brasil e a carência de profissionais qualificados</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 14:07:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
 
 

Prof. Dra. Bruna Oneda
O excesso de peso corporal ou obesidade são considerados graves problemas de saúde pública. O número de pessoas com excesso de peso e obesidade crescem assustadoramente a cada ano. No Brasil, 41% da população brasileira adulta está acima do peso o que representa 38 milhões de pessoas com sobrepeso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #ffffff; font: normal normal normal 13px/19px 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Tahoma, Verdana, sans-serif; line-height: normal; padding: 0.6em; margin: 0px;">
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-weight: normal; font-size: 13.3333px;">Prof. Dra. Bruna Oneda</span></div>
<p></strong>O excesso de peso corporal ou obesidade são considerados graves problemas de saúde pública. O número de pessoas com excesso de peso e obesidade crescem assustadoramente a cada ano. No Brasil, 41% da população brasileira adulta está acima do peso o que representa 38 milhões de pessoas com sobrepeso e 10 milhões de obesos.</p>
<p><img style="border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; border-top-style: dotted; border-top-color: #cccccc; display: block; width: 847px; height: 12px; margin-top: 15px; background-image: url(http://www.arturmonteiro.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/more_bug.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: #ffffff; background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat no-repeat;" title="Mais..." src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/09/obesidade_no_brasil.jpg"><img style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: 0px initial initial;" title="obesidade_no_brasil" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/09/obesidade_no_brasil.jpg" alt="" width="240" height="253" /></a>Para se determinar se o peso de uma pessoa está ou não adequado, usa-se a fórmula do Índice de Massa Corporal (IMC) que consiste em dividir o peso pela estatura ao quadrado (peso/estatura<sup>2</sup>). Valores entre 18,5Kg/m<sup>2</sup>e 24,9Kg/m<sup>2</sup> são considerados normais.  O IMC entre 25Kg/m<sup>2</sup> e 29,9Kg/m<sup>2</sup>caracterizam as pessoas como acima do peso (sobrepeso) e IMC maior ou igual a 30Kg/m<sup>2</sup> representa a obesidade. Dos obesos no Brasil, 1,5 milhões são considerados mórbidos, isto é que apresentam o IMC maior ou igual a 40kg/m<sup>2</sup>.</p>
<p>Um grande agravante é que as crianças e adolescentes também entraram para as estatísticas e hoje o país apresenta cerca de 38% das crianças e 12% dos adolescentes com sobrepeso. Esses números se relacionam a dois principais fatores que são a má alimentação e a inatividade física.</p>
<p>Observa-se que as crianças não adquirem o hábito da prática regular de atividade física por falta de estímulos e treinamento adequado e fatalmente chegam à idade adulta mais obesos e mais sedentários.</p>
<p>Sabe-se que além de evitar o sobrepeso e obesidade, os exercícios físicos regulares melhoram as condições de saúde de grande parte das doenças relacionadas à obesidade como por exemplo a diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemias. Mesmo que o indivíduo não reduza seu peso corporal, o exercício pode melhorar as condições relacionadas a essas doenças e reduzir significativamente o risco cardiovascular.</p>
<p>Desta forma, é importante que o exercício seja realizado de forma regular, isto é, pelo menos três vezes na semana e com auxilio de um profissional qualificado.  É fundamental que os profissionais de Educação Física tenham conhecimentos de como trabalhar com essa população em todas as fases da vida. É importante que o professor tenha em mente que o emagrecimento &#8220;a todo custo&#8221; pode ser prejudicial e então ele deve ter conhecimentos aprofundados sobre o real estado de saúde de seu aluno, de como lidar com as doenças associadas à obesidade e os métodos de treinamento adequados.</p>
<p>Frente à demanda de sobrepeso e obesidade no país, o mercado de atividade física é carente de profissionais especializados que saibam trabalhar com sobrepeso e obesidade de maneira eficiente e segura, garantindo a melhora da saúde e qualidade de vida dos seus clientes.</p></div>
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		<title>Obesidade Infantil &#8211; uma realidade brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 22:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gizele Monteiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.
O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.

Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.

&#8220;O Método Mais Vida, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria">
<p>Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.</p>
<p>O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.</p>
<p><a id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_perfil1_hlkFotoEsp" title=" Moises  Chencinski" rel="nofollow" href="/especialistas/13-Moises-Chencinski.htm"><img style="BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px" title=" Moises  Chencinski" src="http://images.minhavida.com.br/fotosEspecialistas/13/moises_13_128_128.jpg" alt="" /></a></p>
<h6>Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.</h6>
<div>
<p><em>&#8220;O Método Mais Vida, por ser um programa de exercícios especializado no atendimento de grupos especiais (pessoas com diabetes, cardiopatia e hipertensão, obesidade) faz da preocupação do Dr. Moisés a nossa e alerta para a importância de uma infância ativa e saudável, assim como a busca de profissionais especializados uma vez que a doença já ocorreu&#8221;.</em></p>
<p><em> </em></p>
<h3 id="tituloMateria">Obesidade infantil afeta uma em cada três crianças brasileiras</h3>
<h4>Entenda porque as nossas crianças estão engordando</h4>
</div>
<p>O IBGE publicou em 27 de agosto o resultado do POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), com a evolução dos dados de peso e estatura de crianças e adultos no Brasil em 2008 e 2009, comparando essa pesquisa com as estatísticas de 1974 (quando eu comecei meu curso na Faculdade de Medicina) e de 1989. O resultado? Assustadoramente previsível.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1903" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="obesidade infantil" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/obesidade-infantil.jpg" alt="obesidade infantil" width="169" height="299" />A <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=obesidade&amp;secCodigo=1" target="_blank">obesidade</a>, que é uma doença crônica, avança a passos largos e pesados e pode ser a maior epidemia em curso no nosso país, superando a dengue, o H1N1 e até a AIDS, entre outras, sem respeitar sexo, idade ou classe social. <strong>Mais da metade da população adulta no Brasil está com sobrepeso ou obesidade</strong> e a <strong><em>doença já atinge uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos</em></strong> de idade.</p>
<p>Quando falamos sobre o grave problema que representa a obesidade infantil hoje em dia, muitas vezes nos esquecemos da atribuir a responsabilidade a quem realmente a merece. Nenhuma criança (pelo menos até seus 4 anos de idade) come o que não lhe é oferecido ou não está ao seu alcance. Assim, grande parte dos quilos a mais da criança vem por causa dos <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=pais&amp;secCodigo=5" target="_blank">pais</a> e familiares.</p>
<p>O ambiente familiar, primeiro nicho social do qual a criança faz parte, além de prover um teto, boas condições de saúde, amor e segurança deve cuidar de toda a alimentação. Dessa forma, o <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=aleitamento materno&amp;secCodigo=5" target="_blank">aleitamento materno</a> exclusivo até o sexto mês de vida deve ser a meta, a base para uma vida saudável. Depois disso, a introdução de outros alimentos deve seguir uma orientação adequada, fornecida nas consultas pediátricas de rotina e seguida por todos no ambiente familiar (em casa e na casa de parentes), escolar e social.</p>
<div>
<blockquote><p>&#8220;O ambiente familiar é o primeiro nicho social do qual a criança faz parte e deve cuidar de toda a alimentação da criança&#8221;</p></blockquote>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"><strong>Como ajudar a criança?</strong><br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-1904" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Obesity-in-Children 2" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/Obesity-in-Children-2-300x180.jpg" alt="Obesity-in-Children 2" width="259" height="166" />É muito difícil colocar na criança a obrigação de se alimentar de forma correta, principalmente se as ofertas, guloseimas, são praticamente constantes, quer seja através do apelo da mídia, quer seja pelos amigos, pela escola ou pela própria família. Com a colaboração da comunidade que cerca essa criança, esse objetivo terá mais condições de ser atingido de forma eficaz e duradoura.</div>
<p>Isso pode ser comprovado por trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition (Volume 91, Number 4, April 2010, Pages 831-840). Entre 2004 e 2008, foram avaliadas e acompanhadas 12.000 crianças com idades de 0 a 5 anos, em uma comunidade da Austrália.</p>
<p>Foram instituídas alterações nessa comunidade (políticas, físicas e socioculturais) visando melhorar a qualidade da alimentação e da <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=atividade física&amp;secCodigo=5" target="_blank">atividade física</a> dessas crianças, com participação fundamental das escolas e creches e apoio financeiro no valor de 112.000 dólares australianos (cerca de R$ 172.000,00).</p>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div>
<p>O programa contou com suporte de universidades (para treinamento e avaliação dos projetos), parceiros nas áreas psicológicas, dentais, entre outros, mobilizando a sociedade em prol dessa meta. Os resultados foram uma redução significativa no peso e IMC dessa população entre 3 a 5 anos e redução significativa do sobrepeso e obesidade em crianças entre 2 a 3 anos e meio, após redução significativa da oferta e consumo de sanduíches e refresco.</p>
<p>O que falta para que haja uma conscientização nacional da gravidade da situação de crianças com doenças de adultos (diabetes, <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=hipertensão&amp;secCodigo=5" target="_blank">hipertensão</a> arterial, obesidade, entre outros)?</p>
<p>Quantos quilos extras e quantos dólares a mais precisaremos gastar para que a sociedade se mobilize em prol de uma infância saudável, gerando adolescentes e adultos produtivos e equilibrados?</p>
<p>Até quando continuaremos a cobrar apenas dessas crianças o controle de sua saúde, eximindo os familiares, a escola, a mídia, o governo e a sociedade dessa responsabilidade? Demorou para tomarmos alguma atitude.</p>
<p>Fonte: <a href="http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm">http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm</a></p>
<p>Nossos contatos e atendimentos:</p>
<p>e-mail: <a href="mailto:contato@metodomaisvida.com.br">contato@metodomaisvida.com.br</a></p>
<p>São Paulo - (11) 2867.3307</p>
<p>Valinhos - (19) 9748.6185</p></div>
</div>
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		<title>Gordura abdominal enfraquece os ossos das crianças, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 02:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças que estão acima do peso e apresentam gordura abdominal, além de já apresentarem alterações precoces que indicam risco cardiovascular futuro, podem enfrentar maior probabilidade de ter enfraquecimento ósseo e maior risco de fraturas, segundo estudo publicado neste mês noJournal of Bone and Mineral Research.
Avaliando 140 crianças com idades entre sete e 11 anos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças que estão acima do peso e apresentam gordura abdominal, além de já apresentarem alterações precoces que indicam risco cardiovascular futuro, podem enfrentar maior probabilidade de ter enfraquecimento ósseo e maior risco de fraturas, segundo estudo publicado neste mês no<em>Journal of Bone and Mineral Research</em>.</p>
<p>Avaliando 140 crianças com idades entre sete e 11 anos que não eram muito fisicamente ativas, os pesquisadores descobriram que 30% já apresentavam sinais de problemas na regulação do açúcar no sangue &#8211; aumentando os riscos de diabetes &#8211; e até 5% tinham menos massa óssea do que o normal. Entretanto, segundo os pesquisadores, o sobrepeso é relativo, sendo mais importante o acúmulo de gordura no abdome &#8211; comum em crianças com pré-diabetes -, para os riscos de as crianças terem ossos mais fracos.</p>
<p>“Embora as crianças com sobrepeso possam ter mais massa óssea que as crianças de peso normal, isso pode não ser grande ou forte o suficiente para compensar seu maior peso”, destacou o pesquisador Norman Pollock. “Nossa maior janela de oportunidade para aumentar a força dos ossos e reduzir os risco de osteoporose é durante a infância, antes que a capacidade de formar massa óssea diminua”, explicou o especialistas. Para isso, ele destaca a importância dos exercícios regulares e de uma alimentação equilibrada na prevenção do diabetes e de problemas ósseos</p>
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		<title>Brasileiro está mais gordo, de acordo com nova pesquisa do IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 19:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[OBESIDADE UM CASO DE SAÚDE PÚBLICA NACIONAL E MUNDIAL
Equipe Mais Vida
Os dados são alarmantes para a saúde pública. Lembre-se que o Método Mais Vida atua com a prevenção e controle de doenças. Procure um profisisonal qualificado e mexa-se.
 
A população brasileira está ficando mais gorda, em velocidade acelerada. O excesso de peso já atinge metade da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>OBESIDADE UM CASO DE SAÚDE PÚBLICA NACIONAL E MUNDIAL</strong></p>
<p><strong>Equipe Mais Vida</strong></p>
<p>Os dados são alarmantes para a saúde pública. Lembre-se que o Método Mais Vida atua com a prevenção e controle de doenças. Procure um profisisonal qualificado e mexa-se.</p>
<p> </p>
<p>A população brasileira está ficando mais gorda, em velocidade acelerada. O excesso de peso já atinge metade da população adulta; uma em cada três crianças (de 5 a 9 anos); e um quinto dos adolescentes no País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hoje, o instituto divulgou o levantamento Antropometria &#8211; Estado Nutricional de Crianças, Adolescentes e Adultos no Brasil &#8211; da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009.</p>
<p>Para o levantamento, foram entrevistadas 188.461 pessoas, sendo 93.175 homens e 95.286 mulheres, entre maio de 2008 e maio de 2009. A população acima do peso está espalhada em todas as regiões, com leve prevalência no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O problema atingiu cerca de metade dos adultos em todas as regiões, com destaque para o Sul (56,8% dos homens, 51,6% das mulheres) e Sudeste (52,4 e 48,5% para homens e mulheres respectivamente). Os menores índices de sobrepeso para homens estão no Nordeste (42,9%) e, para mulheres, no Centro-Oeste (45,6%). Entre as mulheres, a obesidade atingia quase um quinto das mulheres no Sul (19,2%) e a participação dos obesas nas populações das regiões só esteve abaixo dos 10% para as moradoras do Nordeste (9,9%).</p>
<p>Ainda segundo o levantamento, o aumento de peso em adolescentes de 10 a 19 anos foi contínuo nos últimos 34 anos, e foi mais freqüente em áreas urbanas do que em rurais, em ambos os sexos.</p>
<p>O IBGE informou ainda que, na população de 20 anos ou mais, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974-1975 para 50,1% em 2008-2009. No sexo feminino, o avanço foi menos intenso, e a participação saltou 28,7% para 48%, no mesmo período.</p>
<p>Embora o instituto tenha detectado pessoas com excesso de peso em todas as faixas de renda, entre os homens a concentração de pessoas mais obesas é maior no grupo dos 20% mais ricos, entrevistados para a análise. Entre os homens adultos, 61,8% dos 20% mais ricos estavam acima do peso, ante 36,9% no grupo dos 20% com menor rendimento. No caso das mulheres, as proporções ficaram em 47,4% e 45%, nos grupos das 20% mais ricas e das 20% mais pobres, respectivamente. Entretanto, a obesidade atingia quase um quarto (23,6%) das crianças do sexo masculino de maior renda &#8211; sendo que alcançava 10,8% das crianças em faixa de renda menos elevada.</p>
<p>O levantamento também mostrou que a altura mediana dos brasileiros jovens está praticamente coincidente com a curva padrão recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O declínio do déficit de altura é um dos fatores que servem para medir a redução na desnutrição infantil, e a pesquisa confirma a progressiva redução desse problema. Entre as pesquisas de 1974-1975 a de 2008-2009, a predominância de déficit de altura em ambos os sexos em crianças de 5 a 9 anos recuou de 29,3% para 7,2%.</p>
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		<title>Programa Esporte e Atividade Física</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 21:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista o um trecho do Programa Esporte e Atividade Física sobre o tema obesidade com participação do Prof. Artur Monteiro e da Profa. Bruna Oneda.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista o um trecho do Programa Esporte e Atividade Física sobre o tema obesidade com participação do Prof. Artur Monteiro e da Profa. Bruna Oneda.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AmxdBw36KwY&amp;hl=pt&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/AmxdBw36KwY&amp;hl=pt&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Programa Esporte e Atividade Física pela WEB (Gratuito) &#8211; Obesidade Tratamento e Prevenção</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 13:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Não perca 21/07 às 16 horas o programa Esporte e Atividade Física , com o tema Obesidade &#8211; Tratamento e Prevenção, o qual o Prof. Artur Monteiro entrevistará a Profa. Dr. Bruna Oneda.
O programa é transmitido diretamente no canal da Phorte TV.
Para assistir ao programa, não é necessária inscrição prévia. Basta acessar o blog na data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não perca 21/07 às 16 horas o programa Esporte e Atividade Física , com o tema Obesidade &#8211; Tratamento e Prevenção, o qual o Prof. Artur Monteiro entrevistará a<strong> </strong>Profa. Dr. Bruna Oneda.</p>
<p><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/esporte-e-atividade-fisica.jpg"><img style="float: left; border: 0px initial initial;" title="esporte-e-atividade-fisica" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/esporte-e-atividade-fisica.jpg" alt="" width="161" height="98" /></a>O programa é transmitido diretamente no canal da Phorte TV.</p>
<p>Para assistir ao programa, não é necessária inscrição prévia. Basta acessar o blog na data e hora marcada e inserir o seu email no canal da Phorte TV disponível no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/phortetvaovivo/" target="_self">http://www.phortetv,com.br</a></p>
<p><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/phortetv1.jpg"><img style="margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: 0px initial initial;" title="phortetv1" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/phortetv1.jpg" alt="" width="140" height="28" /></a> Fica marcado nosso encontro 21/07 às 16h. Um grande abraço.</p>
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