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	<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Lesões Esportivas</title>
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		<title>Correr é um esporte que tem cada vez mais adeptos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 21:57:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Econômica e saudável, a corrida não é mais uma modalidade praticada somente por atletas e se transformou em coqueluche</strong></p>
<p>Márcia Maria Cruz &#8211; Estado de Minas</p>
<p>Publicação: 17/01/2010 08:07 Atualização: 17/01/2010 08:30<a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp"><img class="alignright size-medium wp-image-1003" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="untitled" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2010/01/untitled.bmp" alt="" width="208" height="314" /></a></p>
<p>A corrida deixou de ser modalidade exclusiva do atletismo para se transformar na coqueluche do momento para quem quer começar a se exercitar. Correr é a prática predileta da atualidade, adotada para quem quer afastar o sedentarismo, melhorar a performance cardiovascular ou simplesmente definir a silhueta. A atividade não exige investimento financeiro significativo, a exemplo de outros esportes que requerem equipamentos como o ciclismo ou até mesmo a malhação na academia e as pesadas mensalidades. Embora seja de fato uma prática esportiva bem econômica, exigindo apenas um tênis adequado e roupas que facilitem a transpiração, a corrida não deve ser praticada sem orientação.</p>
<p>Os riscos são inúmeros, desde a possibilidade de um mal súbito para quem tem problemas cardiovasculares até lesões nos pés e nas articulações, como tornozelos e joelhos &#8211; o que pode não só afastar da prática de exercícios físicos como dificultar a realização de afazeres rotineiros. No entanto, muitos ignoram os riscos no afã de conseguir a barriga de tanquinho, glúteos e pernas bem definidos. Simplesmente, disparam a correr. No verão, a preocupação é ainda maior: sedentários de carteirinha resolvem investir na vida saudável. A decisão é ótima, pois, como diz o ditado, antes tarde do que nunca. O problema está exatamente na forma como quem está há muito tempo parado vai começar a se exercitar.</p>
<p>Como para correr aparentemente basta estar com as pernas boas e escolher o local, as pessoas começam a praticar a atividade sem procurar um cardiologista, sem consultar professor de educação física e fisioterapeuta. É comum que a pessoa planeje por conta própria o número de voltas e os dias em que vai correr. Se jogar dessa maneira na prática esportiva, porém, não costuma dar certo. Primeiro, porque o fôlego rapidamente demonstra que de fato você ainda não está preparado para correr mais do que 100 metros. Depois, porque os músculos da perna respondem com uma dorzinha chata, que incomoda tanto que a corrida deixa de ser prazerosa para se tornar obrigação muito incômoda.</p>
<p>Quem começa a correr tomando os cuidados necessários costuma se apaixonar pela prática. Em alguns desses casos, a paixão é tão avassaladora que, muitas vezes, a pessoa exagera. O extremo também é bastante prejudicial e muitos corredores, como é o caso da psicóloga Kelly Montoaneli, de 39 anos, sofrem lesões. Há cinco anos praticando corrida, ela se dedicou tanto que chegou a largar em várias provas competitivas com o pelotão de elite, composto por atletas de alta performance. Em 2007, ela lesionou o quadril devido ao excesso de treinamento. Conseguiu se recuperar no ano passado depois de um tratamento fisioterápico e pela mudança no ritmo dos treinos. &#8220;Às vezes, a gente esquece que não há limite para os sonhos, mas há para o corpo&#8221;, alerta. Recuperada, ela continua correndo, mas com muito mais cuidado para evitar o estresse nas articulações.</p>
<p>Oferecemos serviço de acessoria. Entre em contato &#8211; <a href="mailto:contato@metodomaisvida.com.br">contato@metodomaisvida.com.br</a></p>
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		<title>Correr sem orientação profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 21:40:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Lesões Esportivas]]></category>
		<category><![CDATA[Personal Training]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisa revela que metade das mulheres ainda pratica corrida sem orientação profissional</h3>
<p><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/corrida.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2164" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="corrida" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/corrida.jpg" alt="" width="232" height="348" /></a>Maior pesquisa realizada no País com corredores amadores mostra que as mulheres iniciaram a prática de corrida há menos tempo que os homens; quase metade (48%) começou a correr regularmente há menos de dois anos. Entre as entrevistadas mulheres, 33% afirmaram correr até 25 km por semana e 25% até 50 km. Metade das mulheres que pratica corrida regularmente procura orientação profissional, número que cai para 33% entre os homens, segundo pesquisa QUAC &#8211; Questionário de Avaliação de Corredores &#8211; a maior já realizada no país, que avaliou 7.731 corredores amadores.</p>
<p>Apesar da maior preocupação das mulheres com orientação profissional o número de lesões em decorrência da corrida em ambos os sexos ainda é altíssimo: 50% em mulheres e 54% em homens. As lesões são causadas muitas vezes por falta de orientação sobre como correr corretamente. Corredores amadores precisam buscar supervisão adequada para a prática do esporte, afirma Teixeira. Entre as lesões mais frequentes em homens e mulheres, as mais relatadas foram tendinite no joelho (20% homens e 20% mulheres), dor na coluna (13% mulheres e 17% homens), e inflamação da tíbia (16% homens e 16% mulheres). As mulheres apresentaram mais tendinite no quadril do que homens, com 10% contra 4%.</p>
<p>Rogério Teixeira, presidente do Comitê de Traumatologia Desportiva da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e coordenador do estudo, afirma que a corrida é um esporte mais praticado por homens, mas as mulheres têm aumentado sua participação nos últimos anos. Outro dado interessante é que a média de quilômetros percorridos por semana se assemelha entre corredores e corredoras. Entre as entrevistadas, 33% afirmaram correr até 25 km por semana, 25% até 50 km e 5% até 75 km. Nos homens, o índice é um pouco maior: 30% percorrem em média 25 km, 33% até 50 km e 9% até 75 km. &#8220;Isso mostra que o importante para conseguir boas performances é o treinamento adequado, independente se é homem ou mulher&#8221;, diz Rogério.</p>
<p><strong>Contrate um consultor</strong> &#8211; <a href="mailto:contato@arturmonteiro.com.br">contato@metodomaisvida.com.br</a></p>
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		<title>Lesão de ligamento cruzado anterior</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2009/08/lesao-de-ligamento-cruzado-anterior/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 04:54:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Lesões Esportivas]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juliana V. S Zinni<br />
Flávia Aparecida Pussi</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="color: #663300;"><strong>1 &#8211;  INTRODUÇÃO</strong></span></span></p>
<p>O ligamento cruzado anterior, faz parte da  articulação do joelho, estando localizado na parte central da cápsula articular,  fora da cavidade sinovial. Durante a flexão o feixe ântero-medial tensiona-se e  o feixe póstero-lateral relaxa sendo que esse processo é invertido durante a  extensão. Com a ruptura do ligamento cruzado anterior o joelho perde a atuação  referente a este ligamento. A alta incidência de lesões neste ligamento leva a  uma evidência de instabilidade do joelho impõe uma solução terapêutica que seja  bem sucedida, uma vez que esta lesão pode trazer conseqüências desagradáveis  para as atividades da vida diária (ARAÚJO, 2003).</p>
<p>Baseados no fato de que  a maioria dos pacientes portadores de lesão do ligamento cruzado anterior  necessita de reabilitação, e sabendo-se que a fisioterapia tem atuado cada vez  mais nesta área, é necessário que o profissional da fisioterapia saiba como  atuar, auxiliando na reabilitação destes pacientes.</p>
<p>O propósito deste  trabalho é de estudar as características anâtomo-patológicas dos pacientes com  lesão do ligamento cruzado anterior, descrevendo os tratamentos  fisioterapêuticos utilizados no período de reabilitação.</p>
<p>A elaboração  desta pesquisa surgiu do interesse em aprender mais sobre a atuação da  fisioterapia nesta área, evidenciando as repercussões desses procedimentos em  lesões com ou sem indicações cirúrgicas.<span id="more-284"></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="color: #663300;"><strong>2 &#8211; REVISÃO DE LITERATURA</strong></span></span></p>
<p><strong>2. 1 &#8211;  ANATOMIA DO JOELHO</strong></p>
<p>Segundo DÂNGELO &amp; FATTINI (2000), a  articulação do joelho, é considerada uma das maiores e mais complexas estruturas  da anatomia humana. Sua articulação é do tipo gínglimo, permitindo o movimento  de flexão, extensão e um certo grau de rotação. A articulação do joelho é  formada por três ossos, fêmur, tíbia, patela (osso sesamóide) ao qual, por ser  um osso sesamóide, permite movimentos diferentes dos outros, e as estruturas são  cápsula articular, estruturas extracapsulares e intracapsulares, e membrana  sinovial.</p>
<p>Para SPENCE (1991), a articulação do joelho é complicada e  fácil de ser lesionada, pelo tipo de articulação e movimentos restritos, é uma  articulação condilar sendo que sua superfície no côndilo medial femural é mais  larga na parte anterior e menos encurvada do que a superfície do côndilo femural  lateral, por esta diferença estrutural a fase final da extensão envolve  movimentos do côndilo medial do fêmur sobre a tíbia, também chamado  translação.</p>
<p><strong>2.1.1 &#8211; Cápsula articular<br />
</strong><br />
Para DÂNGELO &amp;  FATTINI (2000) a cápsula articular é delgada, membranosa em sua parte posterior,  em sua parte anterior é formada em grande parte pelo tendão do quadríceps,  patela e ligamento patelar, ela se insere posteriormente na superfície articular  dos côndilos femorais e linha intercondilar, se fixa nos côndilos tibiais e ao  longo das linhas oblíquas se estendendo até a tuberosidade da tíbia. Esta  ausência da cápsula entre o tendão do quadríceps, na face anterior do fêmur esta  constituída a bolsa supra patelar que pode ser fechada ou isolada da cavidade  articular do joelho. Posteriormente a cápsula articular apresenta uma fenda na  qual o músculo poplíteo se origina, sendo esta reforçada constituindo o  ligamento arqueado.</p>
<p>Conforme WEINSTEIN et al.(2000), os tecidos fibrosos  densos ( tendão, ligamento e cápsula articular) são de suma importância na  estabilidade e mobilidade do sistema musculoesquelético, eles se diferem em  forma local, estrutura, composição e função, tendo em comum a inserção no osso e  a resistência à cargas. Os tendões demonstram a força do músculo para o osso, o  ligamento e a cápsula articular estabiliza a articulação entre o osso adjacente  e permitem a direção do movimento. Quaisquer tipos de lesão que os afeta podem  desestabilizar a articulação e levar a perda da função.</p>
<p><strong>2.1.2 &#8211;  Estrutura extracapsular e intracapsulares<br />
</strong><br />
De acordo com DÂNGELO &amp;  FATTINI (2000), os ligamentos extracapsulares são os ligamentos colaterais  mediais e laterais. O ligamento colateral medial se origina no epicôndilo medial  do fêmur e se insere na face ântero medial da tíbia, e sua superfície profunda  esta contactada a cápsula articular e menisco medial. O ligamento colateral  lateral se origina no epicôndilo lateral do fêmur estendendo-se até a cabeça da  fíbula.</p>
<p>As estruturas intracapsulares são: os meniscos lateral e medial  que são estruturas cartilaginosas situadas no côndilo da tíbia apresentam-se  mais espessos em suas bordas, os ligamentos transversos que se unem às porções  anteriores dos meniscos laterais e mediais, e ligamentos cruzados que são  responsáveis pela estabilidade do joelho (DÂNGELO &amp; FATTINI, 2000).</p>
<p>Segundo ROCKWOOD et al. (1994), os ligamentos cruzados foram descobertos  por Galeno em 170 d.C., não sendo descrita sua função. O primeiro registro sobre  uma ruptura de ligamento cruzado descrito foi em 1850. A descrição inicial da  tríade de lesão do ligamento cruzado anterior, menisco medial e ligamento  colateral medial, contribuindo desta maneira para um avanço no tratamento dos  ligamentos cruzados. O ligamento cruzado anterior mede aproximadamente 38mm de  comprimento e 10 mm de largura, originando-se na face póstero – medial do  côndilo femoral lateral, inserindo-se na interespinha da tíbia, a maior parte do  seu suprimento sangüíneo é dado pela artéria genicular média e sua inervação é  feita pelo nervo tibial (ROCKWOOD et al., 1994).</p>
<p>Segundo DÂNGELO &amp;  FATTINI (2000), eles se estendem da fossa intercondilar do fêmur à tíbia,  respectivamente, anterior e posterior a eminência intercondilar. Os ligamentos  cruzados se encontram estirados em todos os movimentos, obtendo estiramento  máximo com a perna em extensão, desta maneira o ligamento cruzado anterior  impede o deslizamento do fêmur sobre a tíbia posteriormente, enquanto o  ligamento cruzado anterior impede o deslizamento do fêmur sobre a tíbia para  frente.</p>
<p>Para SPENCE (1991), os ligamentos cruzados recebem esta  denominação pelo trajeto onde um cruza com o outro, por causa de suas estruturas  pelos quais realizam muitas funções; quando o joelho está em extensão o  ligamento cruzado anterior é esticado prevenindo a hiperextensão, estando o  joelho flexionado, o ligamento cruzado posterior é esticado prevenindo o  deslizamento posterior da tíbia.</p>
<p>Conforme WEINSTEIN et al. (2000), o  ligamento cruzado anterior é a principal estrutura que controla o deslocamento  anterior do joelho é composto por feixes ântero medial e póstero lateral, o  feixe ântero medial estende e o póstero-lateral encurta durante a  flexão.</p>
<p>AMATUZZI et al. (1992), referem em seus estudos que durante a  flexão o ligamento cruzado anterior enrola-se sobre o ligamento cruzado  posterior, a inserção tibial do ligamento cruzado anterior encontra-se à frente  do eixo de flexão do joelho estando as demais inserções posteriores a este eixo.  A porção ântero-medial do ligamento cruzado anterior tensiona-se desde os  primeiros graus de flexão, enquanto a porção anterior do ligamento cruzado  posterior faz a partir de 30 graus de flexão. O ligamento cruzado anterior tem  função de estabilizar tíbia anteriormente, principalmente quando o joelho se  encontra em extensão, e o ligamento cruzado posterior tem a função de  estabilizar a tíbia posteriormente, quando o joelho se encontra em  flexão.</p>
<p>Conforme CAMANHO (1996), O ligamento cruzado anterior é a  principal estrutura que estabiliza o joelho sendo a mais forte, ele impede a  anteriorização da tíbia em relação ao fêmur, sendo que a grande maioria das  estabilidades ocorre por lesões nas fibras deste  ligamento.</p>
<div>
<table id="AutoNumber1" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="500" bordercolor="#111111">
<tbody>
<tr>
<td align="middle"><img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/lca/lca.jpg" border="0" alt="" width="400" height="209" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="middle"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong>Figura 1 </strong>- Anatomia do joelho  (NABARRETE, 2003).</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p align="justify">
<p><span style="color: #663300;"><strong>2.2 &#8211;  BIOMECÂNICA DO LCA E MECANISMO DE LESÃO</strong></span></p>
<p>ROCKWOOD et al. (1994)  citando Noyes, inúmeros testes descritos relatam que o ligamento cruzado  anterior e osso são capazes de suportar um determinado peso antes da ruptura,  sendo este valor para atividades que exijam esforços, já em atividades normais é  exposto apenas 45Kg. Em adultos jovens o alongamento do LCA pode chegar até 25%  do seu valor normal sem ruptura, tendo neste valor uma redução com o aumento da  idade.</p>
<p>Para AMATUZZI et al. (1992), na avaliação clínica alguns aspectos  devem ser levados em consideração, pois muitas vezes uma lesão leve para um  esportista pode torná-lo incapaz de realizar suas atividades se não tratada, já  para um individuo de vida sedentária uma lesão moderada pode ser solucionada com  um tratamento conservador.</p>
<p>Segundo ROCKWOOD et al. (1994), as lesões do  LCA ocorrem geralmente por mecanismos onde o estresse no ligamento é grande o  suficiente para causar uma ruptura. As lesões podem ser parciais ou totais  dependendo do movimento, força e alongamento, seu trauma pode ser direto ou  indireto. Quase sempre a lesão é dada por uma manobra de torção, e desaceleração  súbita geralmente seguida de estalos e hemartroses presente dentro de poucas  horas, ou ainda abdução com rotação externa e hiperextensão.</p>
<p>Conforme  WEINSTEIN et al. (2000), a laceração do cruzado anterior ocorre a partir de uma  torção valga e rotação de joelho estando o pé firme no chão (exercício de cadeia  cinética fechada).</p>
<p>Para AMATUZZI et al. (1992), a pequena frouxidão  provocada por uma insuficiência do ligamento cruzado anterior poderá determinar  no joelho dos esportistas, a necessidade de uma intervenção para corrigir uma  instabilidade. É necessário diferenciar no tratamento das lesões ligamentares do  joelho todos os grupos de risco e procurar, na escolha correta de uma conduta  terapêutica, aquela mais adequada para o paciente.</p>
<p>Para LOUDON et al.  (1999), a laceração do ligamento cruzado anterior ocorre por um trauma súbito  com rotação do pivô, recurvamento e desaceleração brusca do movimento.</p>
<p>O  mecanismo de lesão é ocasionado por uma hiperextensão, rotações com o pé fixo no  chão, onde freqüentemente são observadas lesões de ligamento colaterais e  mediais, ambas envolvendo mecanismo de desaceleração do movimento (CAMANHO,  1996).</p>
<p>Para NABARRETE (2003), as lesões do ligamento cruzado anterior  podem ser graduadas em graus: I onde a lesão é leve, com presença de edema,  sensibilidade local, com rompimento de alguns ligamentos sem perda funcional; II  lesão do tipo moderada, onde grande parte dos ligamentos encontram-se rompidos  seguido de instabilidade na articulação, não demonstrando perda completa da  integridade do ligamento; III – lesão do tipo grave, havendo rompimento completo  das fibras ligamentares.</p>
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		<title>DISTENSÃO MUSCULAR: O que é, e como proceder quando ela ocorre</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Lesões Esportivas]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<tr>
<td>
<h3><span style="font-weight: normal;">Laís Bittencourt de Moraes*</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Não é raro ouvir  notícias a respeito das distensões musculares. Quem acompanha a transmissão de  eventos esportivos pela TV, certamente já ouviu falar bastante sobre elas.  Muitas pessoas que praticam exercícios, tanto as que o fazem de maneira regular  quanto os \&#8221;atletas de fim de semana\&#8221;, também já passaram por essa experiência  nada agradável e geralmente bastante dolorosa.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Não é difícil entender o  modo pelo qual ocorre uma distensão muscular. Os músculos são tecidos compostos  das chamadas fibras musculares, onde estão localizadas células capazes de  realizar contrações, encurtando determinas regiões e produzindo tensão. Essas  fibras musculares são tão abundantes em nosso organismo que normalmente  constituem cerca da metade do peso total do corpo humano.<span id="more-288"></span><br />
</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/08/lesc383omuscular.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-292" title="lesc383omuscular" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/08/lesc383omuscular.gif" alt="" /></a>Pois bem, a  distensão muscular ocorre exatamente quando há rompimento de fibras musculares.  Isso acontece, no mais das vezes, quando a pessoa sofre um traumatismo local,  quando a musculatura não está preparada para receber uma contração muscular  muito forte e rápida ou quando é executado um movimento brusco e exagerado  contra uma resistência.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">De qualquer modo, há circunstâncias que podem  favorecer significativamente a ocorrência de distensões, tais como a escassez de  flexibilidade corporal, o sobrepeso, o cansaço e a falta de aquecimento muscular  adequado.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Trata-se de um quadro clínico que pode ocorrer em diferentes  grupos musculares. Porém, as regiões da virilha, da coxa e da panturrilha,  apresentam distensões com maior freqüência. Quando ocorre a lesão, é comum o  paciente apresentar inchaços e queixar-se de fortes dores na região atingida.  Além disso, devido ao extravasamento interno de sangue, é comum surgirem  hematomas, cuja intensidade varia conforme a proximidade e a coloração da  pele.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Habitualmente, as distensões musculares são classificadas em graus,  de acordo com a gravidade da lesão. A de primeiro grau dá-se quando a quantidade  de fibras musculares rompidas é muito pequena. Já a de segundo grau, apresenta  um número considerável de roturas. E por fim, a distensão muscular de terceiro  grau, a mais grave, ocorre quando há uma ruptura completa da musculatura,  produzindo grande incapacidade de movimentar a região implicada e fortes  dores.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">É recomendável procurar orientação médica tão logo a distensão  ocorra, sendo que na maioria dos casos é aconselhável a aplicação imediata de  gelo, por cerca de 20 minutos, enquanto se aguarda a prestação do atendimento  por esse profissional da saúde.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Vale assinalar que a distensão é um  fenômeno diferente do estiramento muscular. Embora muitas pessoas confundam, é  certo que nos estiramentos há um alongamento exagerado da musculatura, mas, sem  que as fibras se rompam, como acontece nas distensões.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Os sintomas mais  comuns da distensão muscular são dores locais, principalmente durante o  movimento, edemas, enfraquecimento muscular e alterações na coloração e na  temperatura da pele do local da lesão. </span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O seu tratamento depende do grau,  da localização e outras particularidades de cada caso. Normalmente, são  prescritos pelo médico antiinflamatórios, analgésicos e Fisioterapia. </span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">O  Fisioterapeuta pode administrar uma série de condutas que vão depender da  situação concreta que lhe é apresentada. Em geral, no tratamento  fisioterapêutico dessa lesão, são empregados aparelhos para combater a  inflamação e promover alívio de dores e desconfortos; realizadas bandagens,  compressões locais e aplicações de gelo para combater a formação de edemas e  hematomas, acelerando-se assim o processo de recuperação; são, também,  prescritos exercícios terapêuticos específicos, intercalados com repouso  relativo.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Cuide de sua saúde, mantendo-se sempre bem  informado!</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal;">Laís Bittencourt de Moraes &#8211; FISIOTERAPEUTA.  CREFITO-9/847-F. laisbmoraes@gmail.com</span></h3>
</td>
</tr>
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		<title>Profissionais falam de epidemia de lesões nas academias</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 08:24:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Lesões Esportivas]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div>Treino sem dor<br />
Ortopedistas, fisioterapeutas e professores  identificam epidemia de lesões causadas pelo treino errado na maioria das 10 mil  academias do país</p>
<p>Recomeça a corrida maluca às academias. Como em toda  véspera de verão, as salas de musculação incham, as aulas de bike bombam. E sobe  o índice de sarados machucados.</p>
<p>Ali, onde se busca saúde, são fabricadas  também &#8211; com cinturas de pilão e barrigas de tanquinho- contusões, dores,  doenças que incapacitam.<span id="more-160"></span></p>
<p><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/exercicio-na-medida-certa-68-170-thumb-5701.jpg"><img class="size-medium wp-image-191 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="exercicio-na-medida-certa-68-170-thumb-5701" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/exercicio-na-medida-certa-68-170-thumb-5701.jpg" alt="" width="308" height="220" /></a>Não há estatística associando uma artrose  precoce ao abuso de &#8220;leg press&#8221;. Nem a mesa de cirurgia de hoje à mesa romana de  ontem (aparelho em que a vítima, de bruços, chuta o ar com a barra de ferro nos  tornozelos). Mas há ortopedistas, fisioterapeutas e professores de olho nessas  relações. Eles identificam uma epidemia de lesões causadas pelo tipo de treino  praticado na maioria das 10 mil academias do país (somadas também as  informais).</p>
<p>&#8220;As características genéticas de cada um não são respeitadas  nesses treinos&#8221;, diz a fisioterapeuta Mônica Gianotti, especializada em medicina  do comportamento pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). &#8220;Os  professores não sabem identificar sinais patológicos nem a má postura nos  aparelhos. O resultado são mais distúrbios musculoesqueléticos.&#8221;</p>
<p>O que a  fisioterapeuta vê na clínica o economista Rafael Biral sente na carne.  Acostumado a correr, jogar bola e passar duas horas na academia, parou tudo  depois de uma lesão no quadril, que se tornou crônica.</p>
<p>Não foi só o  quadril. Antes, Rafael, 29, já tinha rompido o tendão do ombro por estresse,  quer dizer: não por trauma, e sim pelo esforço feito num mesmo lugar do corpo  por longo período. Ou, em português claro: pela violência repetida de um  exercício que ou era contra-indicado, ou feito errado.</p>
<p>A dor estava lá  fazia tempo, mas o economista seguia treinando. Até que operou. &#8220;Meu ombro não  ficou cem por cento. Fui o maior culpado.&#8221;</p>
<p>Depois do castigo de dois anos  parado, Rafael diz ter descoberto uma fisioterapia &#8220;diferente&#8221; e outro jeito de  se exercitar. &#8220;Mudei o estilo. Freqüentei academias grandes e pequenas. Em  todas, a orientação era ruim. São espaços da estética, a saúde não é  considerada.&#8221;</p>
<p>É, academia não é mesmo um &#8220;ambiente cuidador&#8221;, comenta  Alexandre Blass, atual treinador de Rafael.</p>
<p>Mestre em esporte de alto  rendimento, Blass aponta a distância entre a universidade e o comércio de  fitness como uma das causas dessas falhas: &#8220;A complexidade da atividade física  exige mais conhecimento. Academias até têm médico, fisioterapeuta, educador. Mas  não integram essas áreas&#8221;.</p>
<p>Integrado ao fisioterapeuta Marcelo Semiatzh,  Blass trabalha na preparação de quem corre, ou treina, e quer melhorar seu  desempenho sem elevar o risco de lesão. A metodologia da dupla é desenvolver a  percepção e a coordenação da pessoa, reeducando sua postura.</p>
<p>Semiatzh diz  que a faixa etária do público de academia vem aumentando e que, se é bom que  mais gente saia do sedentarismo, nem todos estão preparados para tudo.  Especializado em reeducação postural, o fisioterapeuta diz que, em vez de tanta  puxação de ferro e aulas &#8220;energéticas&#8221;, o ideal seria treinar a pessoa a  suportar o peso do corpo e a elevar a eficiência nos gestos do  dia-a-dia.</p>
<p>Pesadelos de salto alto</p>
<p><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mod1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-192" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="mod1" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mod1.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a>Ao deixar a vida sedentária,  dez anos atrás, a empresária Priscilla Todeschini, 39, partiu para musculação,  spinning e esteira. &#8220;Aí entrei nessa de correr.&#8221; Com a meta da maratona de 2000  em Nova York, ela aumentou o ritmo. Teve contratura na panturrilha direita.  Depois, rompeu o músculo sóleo, na panturrilha esquerda. &#8220;Vivi nove anos com  dores incríveis. Acordava como se tivesse dormido de salto alto.&#8221; Também teve  fratura por estresse na perna direita. &#8220;Hoje, com a consciência que tenho, acho  sala de musculação um terror. Ninguém sabe que aparelho fazer, como sentar. A  orientação dada é generalizada.&#8221;</p>
<p>A empresária, mesmo com dores, não  desistiu de correr. Passou por equipes profissionais até conhecer, na academia,  um professor que fazia um trabalho específico em corrida e pesquisava dor e  prevenção de lesão. &#8220;Aprendi a entender meu corpo. Deixei de fazer uma série de  exercícios, mas corro o mesmo que antes. A diferença é que não tenho dor  nenhuma.&#8221;</p>
<p>O treinador de Priscilla, Luiz Fernando Alves, passou por sete  academias. Formado em esporte e pós-graduado em biomecânica, fisiologia,  traumatologia e reabilitação pela USP, ele critica o sistema da avaliação pro  forma, que impera: &#8220;Não existe uma análise postural capaz de guiar a orientação  na esteira, bicicleta ou musculação. A avaliação física nunca oferece  informações para uma conduta preventiva, que deve ser observada em  academias&#8221;.</p>
<p>Para esse professor, cuja linha de trabalho é a correção  sistemática de movimentos e o despertar da percepção do corpo, alguns simples  ajustes biomecânicos, tanto nas aulas coletivas como nos treinos individuais,  poderiam evitar dores. &#8220;Mas o profissional de educação física não é preparado  para ler o corpo do aluno e vetar exercícios que vão exacerbar os desequilíbrios  existentes&#8221;, diz.</p>
<p>O que &#8220;pega&#8221; mais</p>
<p>Hoje, segundo Luiz Fernando,  os cursos de atualização em biomecânica ensinam qual exercício &#8220;pega&#8221; mais o  músculo &#8220;X&#8221; ou &#8220;Y&#8221;. &#8220;Você aprende que aquele movimento vai ativar mais o  peitoral ou o glúteo, mas a custo de quê? Preserva articulação? Protege  ligamentos? Nada disso é visto na faculdade. O disseminado, hoje, é o que &#8220;pega&#8221;  mais. Se está &#8220;pegando&#8221;, está bom&#8221;, ironiza.</p>
<p>O que &#8220;pegou&#8221; para o médico  infectologista Décio Diamente, 50, foi ombro. E joelho. Ele freqüentava academia  de forma intermitente, como a maioria dos 5% de brasileiros matriculados.  &#8220;Fazia, parava, fazia, parava. Parava por questões profissionais, ou por  lesões&#8221;, diz.</p>
<p>O médico começou por recomendação, para fortalecer  clavícula e escápula. &#8220;Mas acabei entrando no sistema massificado: máquinas,  esteira. Quando percebia, estava com dor.&#8221; O problema virou crônico. Teve  tendinite com bursite no ombro (inflamação no tendão com a doença reumática que  inflama as bursas, cavidades que contêm o líquido sinovial). &#8220;Doía muito e dói  ainda.&#8221;</p>
<p>Pior foi o joelho esquerdo, que &#8220;abriu o bico&#8221; aos poucos.  Culminou com ruptura de menisco, neste ano. Operou em maio e, desde então, faz  fisioterapia e treinamento especial.</p>
<p>&#8220;Eu não associava as lesões aos  treinos. Mas, no caso do joelho, estava na esteira quando senti uma dor aguda  muito forte. Até ali, não passava pela cabeça que aquilo estivesse me  prejudicando. Aqueles aparelhos foram criados para o fisiculturismo, quando o  objetivo de gente como eu é, sim, ter definição muscular, mas sem pretensão de  Mister Universo.&#8221; Hoje, Décio não treina sem supervisão. &#8220;Não adianta ficar  solto na academia. Eu não pedia ajuda. Erro meu.&#8221;</p>
<p>Não buscar orientação  na atividade física &#8220;é o erro mais comum&#8221;, diz o ortopedista Rene Abdalla,  co-autor do livro &#8220;Lesões nos Esportes&#8221; e coordenador do Centro de Traumatologia  Esportiva da Unifesp. &#8220;Agora, todo mundo quer se recuperar rápido do inverno, e  os excessos no peso e na bike podem desencadear lesões.&#8221; Ele diz que o spinning  responde por mais de 50% das queixas de dor em joelhos.</p>
<p>Outras fontes  potenciais de machucados são a esteira e as aulas de body jump, segundo a  reumatologista Fernanda Lima, coordenadora do ambulatório de medicina esportiva  e reumatologia da USP. Mas até o alongamento, que em geral é visto como  preventivo, pode prejudicar se a postura certa não for observada, lembra o  treinador Luiz Fernando Alves.</p>
<p>Então, qual a alternativa à malhação  camicase? &#8220;O aluno deve buscar avaliação física séria e checar se a academia dá  suporte&#8221;, diz Fernanda Lima.</p>
<p>O melhor é evitar o treino massificado, diz  a médica Laíra Campello, especializada em medicina esportiva pela Unifesp. &#8220;A  pesquisa da academia deve ir além de preço e localização. A pessoa deve checar  se há acompanhamento na evolução do treino e qual a política de admissão de  pessoal.&#8221;</p>
<p>A falta de qualificação profissional &#8220;aumenta  significativamente o risco de lesões&#8221;, diz o professor universitário de educação  física Alfredo Cesar Antunes, doutorando pela Universidade Estadual de Campinas.  Autor de duas pesquisas sobre o perfil de instrutores de academias, Antunes  mostrou que a maioria não possuía contrato de trabalho e disputava mercado com  não-graduados.</p>
<p>Outra conclusão de seu estudo é a de que o mercado  valoriza a aparência e juventude do instrutor, não a experiência e a formação.  &#8220;Muita ação precisa ser feita tanto pelos cursos de preparação quanto pelos  conselhos de educação física&#8221;, diz.</p>
<p>&#8220;Ainda existe muita informalidade em  academias&#8221;, concorda Claudio José Albuquerque e Silva, médico especializado em  medicina esportiva e presidente da Acad (Associação Brasileira das Academias).  &#8220;O ramo de fitness é novo no país, tem menos de 20 anos. Nesse período, não tem  havido adequações da graduação à realidade. Os currículos têm foco no  passado.&#8221;</p>
<p>Culpa da cebola</p>
<p>Mas, segundo o presidente da Acad,  &#8220;grande parte das lesões ocorre pela própria irregularidade dos clientes na  frequência&#8221;. Só 5% da população freqüenta academias, na estimativa da  associação. E é a minoria dessa minoria que mantém uma prática regular. &#8220;Existe  um vai-e-volta imenso. Os clientes querem ganhar massa muscular e perder peso  rápido, não querem trabalho de longo prazo. Aí vem o exagero.&#8221;</p>
<p>Era mesmo  exagerada, no início da carreira, a corredora Conceição de Maria Carvalho  Oliveira, 32, segundo lugar no ranking de corrida de rua da Confederação  Brasileira de Atletismo. &#8220;Não sabia meus limites, extrapolava.&#8221; Antes de cair  nas mãos certas, ela diz que colecionou &#8220;contusões sérias&#8221;. Mesmo não sendo fã  de academia, a atleta a freqüentava, antes de provas: &#8220;Como não tinha  conhecimento, eu era uma dor só, sofria com joelhos e lombar. Queriam que eu  virasse uma mala de músculos&#8221;. Hoje, diz que sabe se policiar para não passar da  medida. &#8220;Descobri um treino mais profundo e não quis mais saber de  academia.&#8221;</p>
<p>O que não a livra -nem ninguém- de machucado. Sua primeira  vitória do ano, duas semanas atrás, veio depois de 40 dias parada, o tempo de  curar uma fratura no pé esquerdo. Aconteceu na feira: a campeã deslizou numa  casca de cebola.</p>
<div>Folha Online &#8211; Academia &#8211; 09/10/2008</div>
</div>
<p><small><strong>Fonte: Folha Online</strong></small><strong></strong></p>
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		<title>Lesões esportivas na infância</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 10:01:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Lesões Esportivas]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Artur Monteiro</p>
<p class="MsoNormal">Em um programa de entrevistas nesta semana, Marília gabriela recebeu o médico ortopedista Dr. Moisés Cohen. Em uma parte da entrevista, o médico alertou sobre o aumento de pacientes (crianças e adolescentes) em seu consultório. Este fato pode estar relacionado a uma série de fatores, como especialização precoce no esporte, excesso de treinamento, falta de conhecimento dos profissionais envolvidos, etc. Vejam este resumo da <a id="ctl00_ContentBoxMain_linkToOriginal" title="Link to original abstract" href="http://www.shvoong.com/f/books/481873-children-sports-injuries/">Children And Sports Injuries</a>.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/img_20070718_090756.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-195" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="img_20070718_090756" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/img_20070718_090756.jpg" alt="" width="280" height="184" /></a>És um pai, é provável que o teu filho se lesione praticando algum desporto comunitário. Quatro milhões de crianças com menos de 15 anos sofrem lesões todos os anos, alguns a brincar no parque, outros desde a praticar desporto numa equipa da liga inferior até aos eventos escolares. Enquanto existe uma certa quantidade de risco envolvida nos desportos, pais, treinadores e supervisores dos programas partilham as ultimas responsabilidades para fornecer a máxima segurança num ambiente de jogos saudável. Um ambiente desportivo equilibrado e bem organizado fornece às crianças um natural e saudável crescimento e desenvolvimento mental, emocional e social. Mas mesmo na mais segura actividade, os acidente acontecem e as crianças podem sofrer lesões. Conhecer os tipos de lesões mais comuns, assim como o porquê e como as crianças se lesionam, fornece aos pais, treinadores, ou quem quer que seja o responsável de tomar medidas de prevenção e segurança, e ajudar a reduzir o incidente da lesão.</p>
<p class="MsoNormal">Aproveito também para recomendar a leitura dete artigo. <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/lesoes-esportivas-em-jovens.pdf" target="_blank">Clique aqui</a>.Bons estudos.</p>
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