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	<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Infância e Adolescência</title>
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		<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Infância e Adolescência</title>
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		<title>Obesidade Infantil &#8211; uma realidade brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 22:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gizele Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.
O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.

Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.

&#8220;O Método Mais Vida, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria">
<p>Há algumas semanas foram publicados dados atuais sobre a obesidade ser uma realidade do brasileiro segundo o IBGE.</p>
<p>O Dr. Moises Chencinski, médico pediatra faz uma análise da realidade assustadora para a saúde de nossas crianças hoje e de nossos futuros adultos.</p>
<p><a id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_perfil1_hlkFotoEsp" title=" Moises  Chencinski" rel="nofollow" href="/especialistas/13-Moises-Chencinski.htm"><img style="BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px" title=" Moises  Chencinski" src="http://images.minhavida.com.br/fotosEspecialistas/13/moises_13_128_128.jpg" alt="" /></a></p>
<h6>Dr. Moises Chencinski &#8211; médico pediatra e homeopata. Colunista do site Minha Vida.</h6>
<div>
<p><em>&#8220;O Método Mais Vida, por ser um programa de exercícios especializado no atendimento de grupos especiais (pessoas com diabetes, cardiopatia e hipertensão, obesidade) faz da preocupação do Dr. Moisés a nossa e alerta para a importância de uma infância ativa e saudável, assim como a busca de profissionais especializados uma vez que a doença já ocorreu&#8221;.</em></p>
<p><em> </em></p>
<h3 id="tituloMateria">Obesidade infantil afeta uma em cada três crianças brasileiras</h3>
<h4>Entenda porque as nossas crianças estão engordando</h4>
</div>
<p>O IBGE publicou em 27 de agosto o resultado do POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), com a evolução dos dados de peso e estatura de crianças e adultos no Brasil em 2008 e 2009, comparando essa pesquisa com as estatísticas de 1974 (quando eu comecei meu curso na Faculdade de Medicina) e de 1989. O resultado? Assustadoramente previsível.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1903" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="obesidade infantil" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/obesidade-infantil.jpg" alt="obesidade infantil" width="169" height="299" />A <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=obesidade&amp;secCodigo=1" target="_blank">obesidade</a>, que é uma doença crônica, avança a passos largos e pesados e pode ser a maior epidemia em curso no nosso país, superando a dengue, o H1N1 e até a AIDS, entre outras, sem respeitar sexo, idade ou classe social. <strong>Mais da metade da população adulta no Brasil está com sobrepeso ou obesidade</strong> e a <strong><em>doença já atinge uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos</em></strong> de idade.</p>
<p>Quando falamos sobre o grave problema que representa a obesidade infantil hoje em dia, muitas vezes nos esquecemos da atribuir a responsabilidade a quem realmente a merece. Nenhuma criança (pelo menos até seus 4 anos de idade) come o que não lhe é oferecido ou não está ao seu alcance. Assim, grande parte dos quilos a mais da criança vem por causa dos <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=pais&amp;secCodigo=5" target="_blank">pais</a> e familiares.</p>
<p>O ambiente familiar, primeiro nicho social do qual a criança faz parte, além de prover um teto, boas condições de saúde, amor e segurança deve cuidar de toda a alimentação. Dessa forma, o <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=aleitamento materno&amp;secCodigo=5" target="_blank">aleitamento materno</a> exclusivo até o sexto mês de vida deve ser a meta, a base para uma vida saudável. Depois disso, a introdução de outros alimentos deve seguir uma orientação adequada, fornecida nas consultas pediátricas de rotina e seguida por todos no ambiente familiar (em casa e na casa de parentes), escolar e social.</p>
<div>
<blockquote><p>&#8220;O ambiente familiar é o primeiro nicho social do qual a criança faz parte e deve cuidar de toda a alimentação da criança&#8221;</p></blockquote>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"><strong>Como ajudar a criança?</strong><br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-1904" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Obesity-in-Children 2" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/09/Obesity-in-Children-2-300x180.jpg" alt="Obesity-in-Children 2" width="259" height="166" />É muito difícil colocar na criança a obrigação de se alimentar de forma correta, principalmente se as ofertas, guloseimas, são praticamente constantes, quer seja através do apelo da mídia, quer seja pelos amigos, pela escola ou pela própria família. Com a colaboração da comunidade que cerca essa criança, esse objetivo terá mais condições de ser atingido de forma eficaz e duradoura.</div>
<p>Isso pode ser comprovado por trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition (Volume 91, Number 4, April 2010, Pages 831-840). Entre 2004 e 2008, foram avaliadas e acompanhadas 12.000 crianças com idades de 0 a 5 anos, em uma comunidade da Austrália.</p>
<p>Foram instituídas alterações nessa comunidade (políticas, físicas e socioculturais) visando melhorar a qualidade da alimentação e da <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=atividade física&amp;secCodigo=5" target="_blank">atividade física</a> dessas crianças, com participação fundamental das escolas e creches e apoio financeiro no valor de 112.000 dólares australianos (cerca de R$ 172.000,00).</p>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div>
<p>O programa contou com suporte de universidades (para treinamento e avaliação dos projetos), parceiros nas áreas psicológicas, dentais, entre outros, mobilizando a sociedade em prol dessa meta. Os resultados foram uma redução significativa no peso e IMC dessa população entre 3 a 5 anos e redução significativa do sobrepeso e obesidade em crianças entre 2 a 3 anos e meio, após redução significativa da oferta e consumo de sanduíches e refresco.</p>
<p>O que falta para que haja uma conscientização nacional da gravidade da situação de crianças com doenças de adultos (diabetes, <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/silos.htm?tema=hipertensão&amp;secCodigo=5" target="_blank">hipertensão</a> arterial, obesidade, entre outros)?</p>
<p>Quantos quilos extras e quantos dólares a mais precisaremos gastar para que a sociedade se mobilize em prol de uma infância saudável, gerando adolescentes e adultos produtivos e equilibrados?</p>
<p>Até quando continuaremos a cobrar apenas dessas crianças o controle de sua saúde, eximindo os familiares, a escola, a mídia, o governo e a sociedade dessa responsabilidade? Demorou para tomarmos alguma atitude.</p>
<p>Fonte: <a href="http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm">http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11852-Obesidade-infantil-afeta-uma-em-cada-tres-criancas-brasileiras.htm</a></p>
<p>Nossos contatos e atendimentos:</p>
<p>e-mail: <a href="mailto:contato@metodomaisvida.com.br">contato@metodomaisvida.com.br</a></p>
<p>São Paulo - (11) 2867.3307</p>
<p>Valinhos - (19) 9748.6185</p></div>
</div>
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		<title>Gordura abdominal enfraquece os ossos das crianças, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 02:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças que estão acima do peso e apresentam gordura abdominal, além de já apresentarem alterações precoces que indicam risco cardiovascular futuro, podem enfrentar maior probabilidade de ter enfraquecimento ósseo e maior risco de fraturas, segundo estudo publicado neste mês noJournal of Bone and Mineral Research.
Avaliando 140 crianças com idades entre sete e 11 anos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças que estão acima do peso e apresentam gordura abdominal, além de já apresentarem alterações precoces que indicam risco cardiovascular futuro, podem enfrentar maior probabilidade de ter enfraquecimento ósseo e maior risco de fraturas, segundo estudo publicado neste mês no<em>Journal of Bone and Mineral Research</em>.</p>
<p>Avaliando 140 crianças com idades entre sete e 11 anos que não eram muito fisicamente ativas, os pesquisadores descobriram que 30% já apresentavam sinais de problemas na regulação do açúcar no sangue &#8211; aumentando os riscos de diabetes &#8211; e até 5% tinham menos massa óssea do que o normal. Entretanto, segundo os pesquisadores, o sobrepeso é relativo, sendo mais importante o acúmulo de gordura no abdome &#8211; comum em crianças com pré-diabetes -, para os riscos de as crianças terem ossos mais fracos.</p>
<p>“Embora as crianças com sobrepeso possam ter mais massa óssea que as crianças de peso normal, isso pode não ser grande ou forte o suficiente para compensar seu maior peso”, destacou o pesquisador Norman Pollock. “Nossa maior janela de oportunidade para aumentar a força dos ossos e reduzir os risco de osteoporose é durante a infância, antes que a capacidade de formar massa óssea diminua”, explicou o especialistas. Para isso, ele destaca a importância dos exercícios regulares e de uma alimentação equilibrada na prevenção do diabetes e de problemas ósseos</p>
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		<title>Globo Reporter &#8211; Transformando brincadeiras em exercícios físicos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 13:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/h3prgMHGWFo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/h3prgMHGWFo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Exercícios Físicos na Adolescência &#8211; a procura do corpo ideal</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 15:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto extraído do site do Dr. Yechiel Moises Chencinski &#8211; www.doutormoises.com.br
Especialidade médica: Pediatria e Homeopatia
Este é um texto retirado, na íntegra, das recomendações de Atualização de  Condutas em Pediatria, nº 27 páginas de 4 a 9 – dos departamentos Científicos da  SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo; Departamento de Adolescência &#8211; Gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto extraído do site do Dr. Yechiel Moises Chencinski &#8211; www.doutormoises.com.br</strong></p>
<p><strong>Especialidade médica: Pediatria e Homeopatia</strong></p>
<p>Este é um texto retirado, na íntegra, das recomendações de Atualização de  Condutas em Pediatria, nº 27 páginas de 4 a 9 – dos departamentos Científicos da  SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo; Departamento de Adolescência &#8211; Gestão  2004-2006).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Autores</span>: Marisa Lazzer Poit e Maurício Castro de  Souza Lima</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><strong>Exercícios Físicos na Adolescência &#8211; a procura do corpo ideal.</strong></h2>
<p align="justify"><a href="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/05/adolescencia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1449" title="adolescencia" src="http://metodomaisvida.com.br/files/2010/05/adolescencia.jpg" alt="adolescencia" width="193" height="224" /></a>É comum, durante a consulta do paciente adolescente do sexo  masculino, um pedido para a liberação de atividades esportivas relacionadas a  práticas que possam proporcionar um aumento de massa muscular com finalidade  estética (exercícios predominantemente anaeróbios – levantamento de pesos).</p>
<p>Já no sexo feminino, a maior preocupação está relacionada à eliminação  de gordura, sendo que o ganho de massa muscular é menos importante para a  maioria. O que incomoda é o número de quilos apontado pela balança. Apenas uma  pequena minoria de adolescentes julga o seu peso adequado ou inferior ao  desejável.</p>
<p>De forma geral, adolescentes dos sexos masculino e feminino  apresentam em comum o culto à boa forma ou desejo de rápidas e mágicas mudanças  corporais. E, muitas vezes, estão dispostos à execução de programas de  treinamento físico extremamente &#8220;pesados&#8221; e inadequados às suas condições porque  eles têm, como meta, a conquista do corpo idealizado pela maioria da sociedade.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><strong><em>O Método Mais Vida preocupado com a saúde e a qualidade técnico-científica de programas direcionados para crianças e adolescetes, principalmente quando esses pertencem a algum grupo especial (diabetes, obebsidade, etc) oferece profissionais qualificados e programas direcionados para as necessidades da crianças e do adolescente.</em></strong></p>
<p align="justify"><em>Entre em contato para saber mais:</em></p>
<p align="justify"><em>e-mail &#8211; contato@metodomaisvida.com.br</em></p>
<p align="justify"><em>Fones &#8211; (11) 2867.33.07 – 7871.4162 &#8211; 7871.4163</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mexa-se! Uma proposta para a mudança de comportamento.</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/04/mexa-se/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 20:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Juntamente com o professor Fabio Saba o Método Mais Vida deseja que esse conceito entre em sua vida!
Mexa-se!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamente com o professor <strong>Fabio Saba</strong> o <strong>Método Mais Vida</strong> deseja que esse conceito entre em sua vida!</p>
<p><strong>Mexa-se!</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jlnn9aC7XA8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/jlnn9aC7XA8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Treinamento Funcional</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2010/01/treinamento-funcional/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Personal Training]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Prof. Artur Monteiro entrevistou no programa Esporte e Atividade Física a Profa. Ms. Maria Claudia Vanícola que esclareceu muitas dúvidas sobre treinamento funcional para crianças, idosos, atletas e pessoas que buscam bem-estar. Assista os vídeos gratuitamente e conheça esta nova proposta de atividade física.</p>
<p><strong>Vídeo 1</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/R4VaENb05eA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/R4VaENb05eA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong><span id="more-923"></span>Vídeo 2</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zprveuo305k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/zprveuo305k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Vídeo 3</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vVMNKl_GVlU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/vVMNKl_GVlU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Vídeo 4</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/66FgL06iYBU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/66FgL06iYBU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Vídeo 5</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xEjGi77gXhE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xEjGi77gXhE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Vídeo 6</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fJS3MYCzvvs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fJS3MYCzvvs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>Vídeo 7</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eESlnGyTaE0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/eESlnGyTaE0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
Vídeo 8</p>
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		<title>Dormir ao lado de bebês é grande fator de risco de morte súbita de berço</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2009/11/dormir-ao-lado-de-bebes-e-grande-fator-de-risco-de-morte-subita-de-berco/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 03:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da BBC Brasil</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
DEshow('180x150',5,0);
// --></script> <script src="http://bn.uol.com.br/js.ng/site=uolbr&amp;chan=cienciaesaude&amp;subchan=outros&amp;affiliate=uolbrcienciaesaude&amp;size=180x150&amp;page=5&amp;conntype=1&amp;expble=0&amp;reso=1280x800&amp;tile=84052991207199?" type="text/javascript"></script> Metade dos casos de síndrome de morte súbita de lactentes no Reino  Unido está relacionada ao hábito de alguns pais de dividir as camas com os  filhos, de acordo com um estudo da Universidade de Bristol, publicado no site do  &#8220;British Medical Journal&#8221;.</p>
<p>Grande parte do risco está associada ao  consumo de álcool ou cigarro dos pais, ou ao uso de sedativos antes de dormir.</p>
<p>Muitas das mortes ocorreram quando pais e filhos dormiram juntos em um  sofá.</p>
<p>Apesar de as taxas de síndrome de morte súbita terem caído  dramaticamente no Reino Unido desde uma campanha de saúde pública no início dos  anos 90, ainda é necessário aconselhamento específico para ajudar a reduzir  ainda mais essas mortes, afirmam os pesquisadores da Universidade de  Bristol.</p>
<p>&#8220;Os pais precisam ser aconselhados a nunca se colocar em uma  situação em que possam pegar no sono com um bebê pequeno no sofá.&#8221;</p>
<p>Os  pais também jamais devem dormir com um bebê em um ambiente em que tenham  consumido álcool ou drogas, aconselhou a equipe.</p>
<p>Mas os autores do estudo  ressaltaram que, ainda assim, alguns pais ainda querem dividir a cama com os  filhos, em particular se eles precisarem amamentar os bebês várias vezes durante  a noite, e que essa prática não deve ser vista como totalmente  errada.</p>
<p>Mas é preciso lembrar que ela pode provocar cansaço nos pais que,  durante o dia, correm o risco de cochilar no sofá com os filhos, alertam os  pesquisadores.</p>
<p>Um outro estudo, feito pela Fundação para o Estudo da  Morte de Bebês (FSID, na sigla em inglês), mostrou que 125 das 500 mães  entrevistadas ainda duvidam que dormir ao lado de seus bebês pode ser um grande  fator de risco.</p>
<p>A diretora da FSID, Joyce Epstein, disse que as  conclusões do estudo são alarmantes.</p>
<p>&#8220;Sabemos que as que formam o maior  grupo de risco são mães muito jovens, geralmente solteiras, ainda na  adolescência, e são também as que mais rejeitam conselhos sobre formas seguras  de dormir.&#8221;</p>
<p>Ninguém sabe exatamente quais são as causas da síndrome da  morte súbita do lactente, mas alguns fatores de risco &#8211; como posição durante o  sono e temperatura do ambiente &#8211; foram identificados.</p>
<p>Em um quinto dos  casos de morte súbita &#8211; também conhecida como morte do berço &#8211; o bebê dormia com  um travesseiro, e em um quarto dos casos, o bebê estava enrolado nas cobertas, o  que podem ser novos fatores de risco, dizem os autores.</p>
<p>Mas, em um outro  estudo, 25% das mães entrevistadas pela Fundação para o Estudo da Morte de Bebês  (FSID, na sigla em inglês), disseram não acreditar que dormir na mesma cama põe  em risco a vida do bebê.</p>
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		<title>Personal Training é tendência mundial e continuará em 2009</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2009/11/personal-training-e-tendencia-mundial-e-continuara-em-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Personal Training]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vejam que matéria interessante. Reforça nosso conceito de personal training para grupos especiais. Boa leitura.</strong></p>
<p><strong>Equipe Mais Vida</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Por Bruno Elias Ferreira<br />
Fonte: Portal da Educação Física &#8211; 30/12/2008</p>
<p><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/personal_trainer.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-825" style="margin-left: 19px; margin-right: 19px;" title="personal_trainer" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/personal_trainer.jpg" alt="" width="180" height="256" /></a>Personal trainer é o profissional habilitado a desenvolver e aplicar programas de atividade física de forma individualizada, oferecendo o produto personal training. Essa atuação profissional continua a crescer e se torna cada vez mais acessível a mais pessoas, principalmente pela eficiência dos profissionais ao conquistar os objetivos desejados pelos clientes.<br />
Segundo o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM), no jornal Health &amp; Fitness (vol. 12, nº 6), a profissão é o terceiro item das tendências de 2009. O órgão, com cobertura mundial sobre atividade física, realiza há três anos uma pesquisa para identificar as tendências sobre o tema.<br />
Nessa última avaliação, 9.801 profissionais do fitness certificados pelo ACSM foram consultados, sendo que 1.540 responderam ao questionário. O instrumento continha 35 opções de possíveis tendências, com respostas em escala likert, e ainda perguntava sobre possíveis tendências não oferecidas no instrumento. A pesquisa cobriu todos os profissionais certificados no mundo.<br />
O personal training foi identificado como a terceira tendência para 2009, mantendo a colocação obtida em 2008, quando subiu da sétima posição de 2007. Segundo o autor, atualmente se tem a atenção voltada para a educação continuada e certificação desses profissionais, e eles provavelmente formarão o pilar do fitness mundial.<br />
Em primeiro lugar ficou a tendência de Profissionais do fitness preparados e experientes, mantendo a colocação de 2008. Isso reflete a entrada de muitos profissionais na área do fitness e a necessidade de controle de qualidade. O mercado se regula à procura de bons profissionais que se mantenham atualizados.<br />
O segundo lugar refletiu a preocupação mundial, sob o tema Crianças e obesidade. Esse problema é considerado grave e o profissional do fitness é um importante intervencionista nesse processo, pois a geração atual pode ser a primeira a não viver mais que seus pais ou avós, graças às doenças metabólicas advindas da obesidade.<br />
A divulgação das tendências permite ao Educador Físico se preparar para o mercado segundo as necessidades. A educação continuada é importante, tanto para a intervenção individual quanto para engrandecer a classe. Se cada profissional melhorar seu trabalho, todos os Educadores Físicos serão vistos com bons olhos, e o inverso também é verdade.<br />
Bom 2009 e que todos estejamos preparados para os novos desafios!</p>
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		<title>Como fazer seu filho comer direito</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2009/08/como-fazer-seu-filho-comer-direito/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 07:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://www.organizesuavida.com.br/Upload/Conteudo/dieta_infantil.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="170" height="144" align="left" />Geralmente, os pais tendem a confundir quantidade  com qualidade na hora de preparar as refeições dos filhos e acabam se  contentando em ver a garotada “raspando o prato”. Existe uma grande diferença  entre estar saciado e estar bem alimentado.</div>
<div>O grau de controle externo exercido pelos pais pode impedir  que a criança aprenda sobre a sensação da fome e da saciedade, afetando o seu  próprio controle de ingestão alimentar, resultando, assim, em alterações de seu  peso. Resumindo, um controle restritivo e rígido por parte dos pais tende a  prejudicar a capacidade da criança em se auto-regular. Inversamente, práticas de  controle mais livres por parte dos pais promovem o desenvolvimento do  amor-próprio e do autocontrole nas crianças.</div>
<div>A adequada introdução dos novos alimentos no primeiro ano de vida, com uma  correta socialização alimentar a partir desse período, bem como a  disponibilidade de variados alimentos saudáveis em ambiente familiar agradável,  permite à criança iniciar a aquisição das preferências alimentares responsáveis  pela determinação do seu padrão alimentar.</div>
<div>Veja algumas sugestões que poderão ajudar os pais na formação de bons  hábitos alimentares em seus filhos, de acordo com Cristina Garcia Lopes,  nutricionista formada <img src="http://www.organizesuavida.com.br/Upload/Conteudo/alimentos_saudaveis.jpg" border="0" alt="" hspace="0" width="140" height="104" align="right" /><br />
pela Universidade Federal de Viçosa:</div>
<div><strong>1-</strong> Colocar pouca quantidade de comida no prato e garantir  a repetição quando solicitada. Crianças nessa fase se adaptam melhor com  pequenas porções de alimentos oferecidas várias vezes ao dia (5 a 6 refeições).</div>
<p><strong>2- </strong>Manter um bom intervalo entre as refeições, dando tempo  para que a criança sinta fome. Intervalos curtos geram recusas mais freqüentes,  o que compromete a aceitação de determinados alimentos.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>3- </strong>Evitar dar comida na boca. A criança deve  participar ativamente do ato de comer.</p>
<p><strong>4- </strong>Se um alimento é recusado, substituir por outro  equivalente. Alguns dias depois, oferecer o alimento recusado novamente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5- </strong>A criança tende à imitação: todas as  atitudes de quem prepara e de quem oferece a refeição devem ser positivas e  favoráveis para a formação de bons hábitos.</p>
<p><strong>6-</strong> Não forçar a criança a comer nem utilizar a refeição como  recompensa; essas práticas podem criar resistências difíceis de serem superadas.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>7-</strong> Não facilitar o acesso a balas, doces e  guloseimas.</p>
<p><strong>8-</strong> Evitar alimentos gordurosos, açucarados e excessivamente  temperados (exemplo: conservas e embutidos).</p>
<p class="MsoNormal"><strong>9-</strong> Observar se a recusa a alimentos vem de  aspectos que não o sabor: temperatura elevada, cheiro desagradável ou forte,  misturas de alimentos, temperos, tipo de corte etc.</p>
<div><strong>10-</strong> Considerar causas normais de variações no apetite:  maior ou menor grau de temperatura ambiental, maior ou menor atividade física,  maior ou menor excitação psíquica, digestão mais rápida ou mais lenta da  refeição anterior etc.</div>
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		<title>Alimentação errada e obesidade infantil</title>
		<link>http://metodomaisvida.com.br/blog/2009/08/alimentacao-errada-e-obesidade-infantil/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 04:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância e Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Grupos Especiais &#8211; Obesidade Infantil</strong></p>
<p>Fonte: http://www.clicrbs.com.br</p>
<p>A obesidade na infância tem várias  causas: genéticas, hormonais, psicológicas e alimentares. Destas, a mais comum é  a alimentar.<strong> No entanto em todos os casos a dieta  adequada faz parte do tratamento.</strong></p>
<p>Quando a obesidade chega ao grau de  doença, um médico nutrólogo deve ser consultado. Ele vai atuar com outros  profissionais que se fizerem necessários e sempre em parceria com um  nutricionista: &#8220;nós não fazemos cardápios, quem estuda e sabe montar a dieta  específica para cada caso é o nutricionista&#8221;, explica a nutróloga Samantha  Enande. Nos casos em que a criança tem apenas má alimentação, a nutróloga nem se  envolve.<span id="more-267"></span></p>
<p>E quando Samantha diz que a criança  obesa por alimentação começa a ser super-alimentada desde muito cedo, é muito  cedo mesmo: &#8220;já na gestação, se a mãe ingerir uma quantidade muito grande de  gorduras e carboidratos simples, ela já está super-alimentando a criança&#8221;.  <strong>Segundo ela, se a criança for super-alimentada no  útero ela tem 15% de chance de ser obesa.</strong></p>
<p>E antes que você se culpe por ter  caprichado no sorvete com calda de chocolate lá no terceiro mês de gestação,  calma! Tudo pode ser resolvido com uma alimentação legal fora do  útero!</p>
<p><strong>Os  grandes vilões para a obesidade infantil são os refinados e as gorduras  trans</strong>. Refinados são todas as farinhas e açúcares simples que no  organismo viram glicose muito rápido. Gorduras trans são fabricadas  industrialmente por processo de hidrogenação e acusadas de aumentar os níveis de  colesterol ruim. Produtos industralizados costumam ter esses dois ingredientes,  então fique atenta: quanto mais industrializado, maior o perigo.</p>
<p>Esses alimentos começam a aparecer na  alimentação da criança com a inclusão das papinhas. Em primeiro lugar,  <strong>a nutróloga avisa que a criança não deve ganhar  papinha antes dos seis meses de idade</strong>: &#8220;mesmo que a mãe tenha  que deixar a criança para trabalhar, substituir o aleitamento materno pelo  artificial ainda é melhor do que a inclusão antecipada dos carboidratos&#8221;. Ou,  nos casos em que a mãe não pôde amamentar, é só seguir com o leite modificado  que já usava.</p>
<p>Além disso, <strong>o famosos mingau com farinha refinada e açúcar é a porta de  entrada para o sobrepeso</strong>. &#8220;Nossas avós davam isso aos filhos  porque criança gorducha era sinônimo de saúde. Essa não é a nossa realidade  agora&#8221;, avisa. As dobrinhas mais fofas do mundo vão aparecer mesmo com a  alimentação saudável. Se não aparecerem, é porque não fazem parte do biotipo do  bebê &#8211; e, acredite, ele será lindo mesmo assim!!!</p>
<p>Quando a criança começa a comer de  tudo aparece outro problema: <strong>a dieta da família vai  ser a dieta do pequeno</strong>. &#8220;Dieta errada na família vai ser dieta  errada para a criança. Se todo mundo come errado há duas opções. Ou todo mundo  come longe da criança, ou todo mundo passa a comer certo&#8221;. Difícil? Nem tanto!  Muitas vezes a família come errado por pressa ou por não dar chance a outros  alimentos. É só uma questão de re-adaptação.</p>
<p>Também é preciso ficar atento às  quantidades. <strong>Crianças têm estômago  pequeno</strong>. E aí o que parece ser um lanche inofensivo, como cinco  bolachas recheadas, já é o suficiente para encher a barriga de uma criança de  dois a cinco anos de idade. &#8220;Na prática o lanche substituiu uma refeição  inteira&#8221;, diz Samantha. O tamanho do estômago também põe em cheque a  obrigatoriedade de bater um pratão na hora do almoço. &#8220;Se a criança não comeu  tudo é porque está sem fome e o maior erro dos pais é prometerem sobremesas  açucaradas para quem comer tudo: além de fazer a criança comer mais do que o  necessário para encher a barriga, ainda injeta um excesso de glicose no  organismo&#8221;.</p>
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