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	<title>Método Mais Vida - Atividade Física para Grupos Especiais &#187; Hipertensão</title>
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	<description>Atividade Física para Grupos Especiais</description>
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		<title>Medidor digital de pressão é menos preciso</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>

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		<description><![CDATA[Wagner Silva Dantas
Um estudo de técnicas de medição da pressão arterial sugere que a digital mostra, em média, dois pontos a menos do que a tradicional. Entre pacientes idosos, a discrepância foi três vezes mais frequente do que entre os mais novos, segundo a pesquisa do Good Samaritan Hospital, em Los Angeles. “A artéria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">Wagner Silva Dantas</p>
<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">Um estudo de técnicas de medição da pressão arterial sugere que a digital mostra, em média, dois pontos a menos do que a tradicional. Entre pacientes idosos, a discrepância foi três vezes mais frequente do que entre os mais novos, segundo a pesquisa do Good Samaritan Hospital, em Los Angeles. “A artéria do idoso é mais rígida, o aparelho digital tem mais dificuldade para captar o pulso”, diz César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração.</p>
<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;"><span id="more-1856"></span>No Brasil, a maioria dos médicos usa a técnica tradicional, mas muitos hipertensos têm medidor digital. “O aparelho fornece uma informação para o médico, mas orientamos o paciente a levá-lo na consulta, para comparar as duas medidas e ver se tem diferença entre um e outro”, diz Jardim.</p>
<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">O modelo antigo, auscultatório (de escutar, em latim), usa um estetoscópio -posicionado no braço do paciente, acima da artéria- e um manômetro de mercúrio. Com ele, o médico ouve quando o som do pulso é mais alto (correspondente à pressão sistólica, máxima) ou abafado (pressão diastólica, mínima) e confere a pressão, em milímetros de mercúrio, em cada ponto.</p>
<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">O aparelho mais novo, chamado oscilométrico, calcula as pressões sistólicas e diastólicas com base na média e requer menos prática do usuário. A pesquisa comparou as medidas de 337 pacientes. O número mais alto foi 13,1 no aparelho digital, para 13,3 no manômetro. A pressão diastólica deu 7,0, contra 7,2. Para 7% das pessoas, a diferença ficou entre 1 e 1,5 ponto; 4% tiveram uma diferença de 1,5 a 2 pontos. “Essa diferença pode representar uma mudança de conduta médica”, diz Jardim.</p>
<p style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">Fonte: Folha.com Equilibrio</p>
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		<title>Personal Training para Idosos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 15:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mais Vida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Amigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[Tensão muscular - Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipe Método Mais Vida
Programa de Exercícios de forma individualizada para Idosos
A escolha dos exercícios que deverão compor um programa de exercício para as pessoas idosas é um aspecto complexo e deve ser diferente de um programa para uma pessoas jovem.
Por exemplo: “O desenvolvimento de um BOM programa de exercícios para idosos deve ter sempre em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Equipe Método Mais Vida</strong></p>
<p><strong>Programa de Exercícios de forma individualizada para Idosos</strong></p>
<p>A escolha dos exercícios que deverão compor um programa de exercício para as pessoas idosas é um aspecto complexo e deve ser diferente de um programa para uma pessoas jovem.<img class="alignright size-full wp-image-1220" title="idoso forte" src="http://metodomaisvida.com.br/conteudo/files/2010/04/idoso-forte.jpg" alt="idoso forte" width="300" height="300" /></p>
<p><em>Por exemplo: “O desenvolvimento de um BOM programa de exercícios para idosos deve ter sempre em sua prescrição do treinamento da Flexibilidade, muitas vezes negligenciado nos programas. Segue também as necessidades de exercícios funcionais, de força-resistência e aeróbicos”</em></p>
<div>Entendendo o envelhecimento vamos observar que o idoso passa por uma série de alterações fisiológicas e posturais e um programa deve atender a todas essas necessidades.</div>
<p>Considerando que muitos idosos são sedentários há muitos anos, a perda de aptidão costuma impossibilitar muitas atividades que poderiam ser prazerosas para a pessoa. Por outro lado, a possível presença doenças como artrose, instabilidades articulares, aterosclerose, diabetes e hipertensão arterial também limita a escolha do exercício. Um ponto muito importantes é que o profissional deve dominar além do conhecimento do envelhecimento, as possíveis doenças que podem acompanhar o idoso.</p>
<p><strong>O serviço:</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1219" title="idoso pt" src="http://metodomaisvida.com.br/conteudo/files/2010/04/idoso-pt-300x271.jpg" alt="idoso pt" width="300" height="271" />Por meio do exercício físico de forma individualizada levar a melhora da qualidade de vida para o idoso saudável ou com problemas de saúde como cardiopatia, hipertensão, diabetes, artrite, osteoporose, obesidade, problemas posturais, dores ou lesões.</p>
<p>A função e trabalho do personal trainer é ajudar o idoso a criar o hábito e a rotina com exercícios, sendo este responsável pela elaboração e acompanhamento na aplicação dos exercícios físicos, sempre voltado para as expectativas e necessidades, condição física e de saúde do cliente.</p>
<p>Tipos de atendimento: atendimento domiciliar ou na academia que o cliente desejar.</p>
<p>Informe-se:</p>
<p>e-mail &#8211; contato@metodomaisvida.com.br / Fones <strong><em><em><span style="color: #000000;">(11) 7871.41.62 – 2867.33.07.</span></em></em></strong> <strong><em><em><span style="color: #000000;"><br />
</span></em></em></strong><strong><em><em><span style="color: #000000;"><br />
<span style="font-style: normal; font-weight: normal;"> </span></span></em></em></strong></p>
<p><strong><em><em><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">Acesse outros artigos e entenda a importância do exercício na saúde do idoso:</span></span></em></em></strong></p>
<p><a href="http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2009/11/queda-em-idosos/">http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2009/11/queda-em-idosos/</a></p>
<p><a href="http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2009/10/flexibilidade-da-coluna-cervical-de-idosos/">http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2009/10/flexibilidade-da-coluna-cervical-de-idosos/</a></p>
<p><a href="http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2010/04/exercicio-fisico-na-prevencao-e-combate-da-osteoporose/">http://metodomaisvida.com.br/conteudo/blog/2010/04/exercicio-fisico-na-prevencao-e-combate-da-osteoporose/</a></p>
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		<title>Certificação em Prescrição de Exercícios para Grupos Especiais</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:49:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Blogs Amigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Personal Training]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Curso para Certificação do Método Mais Vida<a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/picture1.png"></a></h3>
<p>Esta é a oportunidade para se tornar um Personal Trainer diferenciado. Faça um upgrade na sua carreira profissional em Prescrição de Exercícios Personalizados para Grupos Especiais.</p>
<p>Para maiores informações acesse <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/curso-para-certificacao/" target="_blank">www.metodomaisvida.com.br/curso-para-certificacao/</a></p>
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1974" style="border: black 1px solid;" title="picture1" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/12/picture1.png" alt="" /></p>
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		<title>Hipertensão Arterial e Obesidade</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 00:11:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recomendo o artigo cedido gentilmente pelo Prof. Dr. Newton Nunes. Acesse também <a href="http://www.areadetreino.com.br" target="_blank">www.areadetreino.com.br</a>. Boa leitura.</p>
<p><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/gacora4.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-879" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="gacora4" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/12/gacora4.gif" alt="" width="200" height="178" /></a>A obesidade que é caracterizada como o acúmulo excessivo da gordura corporal, e mais especificamente, a obesidade central (ou abdominal) que é caracterizada como o acúmulo excessivo de tecido adiposo na região abdominal, é talvez o maior fator de risco para o desenvolvimento de hipertensão <sup>(07)</sup>. Além disso, a hipertensão em indivíduos obesos é normalmente complicada pela presença de outros fatores metabólicos que estão comumente associados à obesidade, como a dislipidemia, hiperinsulinemia e tolerância a glicose reduzida <sup>(11)</sup>.</p>
<p>O aumento da prevalência da hipertensão ocorre em indivíduos obesos, além de a obesidade ser um importante fator preditor de doenças cardiovasculares, aumentando a morbidade e mortalidade. Isso pode ocorrer em parte devido a alterações no sistema renina-angiotensina (RAS) e no sistema nervoso simpático (SNS).<span id="more-878"></span></p>
<p>O ganho excessivo de peso corporal está associado com o aumento da retenção de sódio e expansão do volume extra celular, fatores determinantes para aumento da pressão arterial. Isso pode está associado à elevação da atividade da renina plasmática, do angiotensinogênio plasmático, da atividade da enzima conversora de angiotensina (ACE) e da concentração plasmática de angiotensina 2 <sup>(13)</sup>.</p>
<p>O papel do RAS na hipertensão associada à obesidade é subsidiado pelo possível papel benéfico do bloqueio do RAS no tratamento da hipertensão <sup>(28)</sup>. Diversos estudos, em modelos animais e humanos, demonstram o bloqueio do RAS como estratégia. O tratamento de cachorros obesos com um antagonista do receptor de angiotensina 2 ou um inibidor da ACE inibiu a retenção de sódio e a expansão do volume extra celular, normalmente observado na obesidade, assim como a elevação da pressão arterial <sup>(26)</sup>. Ademais, o angiotensinogênio (precursor direto da angiotensina) pode ser produzido localmente no tecido adiposo, estimulando o crescimento e diferenciação dos adipócitos, além de também poder ser secretado na corrente sanguínea e contribir para a concentração plasmática de angiotensinogênio circulante <sup>(19)</sup>. Também foi demonstrado que dieta hiperlipídica induzindo obesidade aumentou a expressão gênica do angiotensinogênio no tecido adiposo intra-abdominal de camundongos <sup>(24)</sup>. Esses dados poderiam explicar o aumento do angiotensinogênio plasmático normalmente encontrado na obesidade, e conseqüentemente, aumento da angiotensina 2.</p>
<p>Estudos em humanos também demonstram o papel do bloqueio do RAS como estratégia para tratamento da hipertensão. A utilização de inibidores da ACE é eficiente em reduzir a pressão arterial em humanos obesos, principalmente em pacientes jovens <sup>(25)</sup>. Além do mais, outro estudo dá suporte ao involvimento do RAS com a hipertensão associada à obesidade. Foi demonstrado que em mulheres na menopausa que reduziram 5 % no peso corporal através de dieta, houve uma redução de 7 mmHg na pressão arterial. Esses resultados foram acompanhados também de uma redução no agiotensinogênio sérico, renina, ACE e expressão da angiotensina no tecido adiposo <sup>(06)</sup>.</p>
<p>Além disso, a aldosterona também tem sido associada ao desenvolvimento da hipertensão associada à obesidade <sup>(24)</sup>. Pois, foi encontrada concentração elevada de aldosterona em indivíduos obesos e hipertensos, principalmente aqueles com obesidade abdominal <sup>(08)</sup>. Esse envolvimento da aldosterona na hipertensão associada à obesidade também foi demonstrado através do bloqueio do receptor de mineralocorticóide em cachorros obesos por dieta hiperlipídica. Esse procedimento atenuou marcadamente a retenção de sódio e a hipertensão <sup>(05)</sup>. Esses resultaram indicam um papel importante da aldosterona na patogênese da hipertensão associada à obesidade.</p>
<p>Outro mecanismo que pode está implicado no desenvolvimento da hipertensão associada à obesidade é a hiperativação do sistema nervoso simpático (SNS), importante sistema de controle da pressão arterial. Como já demonstrado, alta ingestão calórica, fator importante para o desenvolvimento de obesidade, está associada a um aumento na concentração plasmática de noradrenalina e aumento da resposta da noradrenalina a estímulos externos <sup>(17)</sup>. A atividade do SNS foi associada com o aumento do índice de massa corporal (IMC) em humanos <sup>(29)</sup> e indivíduos obesos normotensos apresentaram aumento da atividade do SNS comparados com indivíduos magros <sup>(10)</sup>. Ademais, não foi demonstrado apenas aumento da atividade sistêmica do SNS, mas foi observado em indivíduos obesos um aumento da atividade do SNS no rins <sup>(31)</sup>, um importante órgão de controle do sistema cardiovascular. Essa elevada atividade do SNS no rins também foi descrita em modelos animais de obesidade induzida por dietas hiperlipídicas <sup>(13)</sup>. Dando suporte a essas afirmações, outro estudo demonstrou que o SNS está envolvido na inicialização, manutanção e progressão da hipertensão <sup>(10)</sup>.</p>
<p>Corroborando com as informações descritas acima, estudos demonstram que o bloqueio farmacológico da ação do SNS é uma estratégia eficiente para redução da pressão arterial. O bloqueio dos receptores α e β do SNS reduziu a pressão arterial em cachorros alimentados com dieta hiperlipídica <sup>(12)</sup>. Esses resultados foram mais evidentes nos animais obesos do que nos animais magros. Em outro estudo que utilizou uma droga que age centralmente e reduz a atividade do SNS, foi observada redução da pressão arterial, também em cachorros obesos por dieta hiperlipídica <sup>(27)</sup>. Em humanos, o bloqueio combinado dos receptores α e β do SNS por 1 mês reduziu a pressão arterial em indivíduos obesos hipertensos mais pronunciadamente do que em indivíduos magros também hipertensos <sup>(33)</sup>. Resultados que corroboram com isso, foram demonstrados em outro estudo, que 6 meses de tratamento com bloqueadores do SNS melhorou o controle da pressão arterial em pacientes com hipertensão essencial, independentemente da resistência à insulina <sup>(21)</sup>.</p>
<p>Esses resultados dos estudos descritos acima reforçam a hipótese de que a ativação elevada do SNS possui um papel importante na patogênese da hipertensão associada à obesidade.</p>
<p align="left"><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>1.  Barreto-Filho, J.A S., Krieger J.E. Genética e hipertensão arterial: conhecimento aplicado à prática clínica? Rev. Soc. Cardiol. Est. SP. 2003: 13(1) 46-55.</p>
<p>2.  Beevers, G., O Brien, E., Lip, G. Y. H. Blood pressure measurement. BMJ, 2001; 5: 322: 1110-1114.</p>
<p>3.  Brown, N. J., Roberts, L.J. Histimine, bradykinin, and their antagonists. In: Goodman and Gilmans The Pharmacological Basis of Therapeutics, 10 edição, editado por Hardman, J.G. and Limbird, L.E.: McGraw-Hill, 2001.</p>
<p>4.  Campbell, M., Fitzpatrick, R., Haines, A, Kinmonth, A L., Sandercock, P., Spiegelhalter, D., Tyrer, P. Framework for design and evaluation of complex interventions to improve health. BMJ, 2000; 16, 321: 694-696.</p>
<p>5.  <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22de%20Paula%20RB%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">De Paula RB</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22da%20Silva%20AA%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Da Silva AA</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Hall%20JE%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Hall JE</a>. Aldosterone antagonism attenuates obesity-induced hypertension and glomerular hyperfiltration. <a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'Hypertension.');">Hypertension.</a> 2004;43(1):41-47.</p>
<p>6.  <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Engeli%20S%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Engeli S</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22B%C3%B6hnke%20J%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Böhnke J</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Gorzelniak%20K%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Gorzelniak K</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Janke%20J%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Janke J</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Schling%20P%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Schling P</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Bader%20M%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Bader M</a> et al. Weight loss and the renin-angiotensin-aldosterone system. <a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'Hypertension.');">Hypertension.</a> 2005;45(3):356-362.</p>
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<p>30.        Turner, S. T., Boerwinkle, E. Positional genomic analysis identifies the B2 adrenergic receptor gene as a susceptibility locus for human hypertension. Circulation, 2000; 101: 2871-2877.</p>
<p>31.        <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Vaz%20M%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Vaz M</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Jennings%20G%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Jennings G</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Turner%20A%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Turner A</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Cox%20H%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Cox H</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Lambert%20G%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Lambert G</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Esler%20M%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Esler M</a>. Regional sympathetic nervous activity and oxygen consumption in obese normotensive human subjects. <a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'Circulation.');">Circulation.</a> 1997;96(10):3423-3429.</p>
<p>32.        Wicklmayr, M., Rett, K., Fink, E., Tschollar, W., Baldermann, H., Tymiec, M., Dietze, G., Mehnert, H. Bradykinin is not liberated by working skeletal muscle in diabetes type II. Horm. Metab. Res. 1989; 21(4), 212-223.</p>
<p>33.        <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Wofford%20MR%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Wofford MR</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Anderson%20DC%20Jr%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Anderson DC Jr</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Brown%20CA%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Brown CA</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Jones%20DW%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Jones DW</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Miller%20ME%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Miller ME</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;Cmd=Search&amp;Term=%22Hall%20JE%22%5BAuthor%5D&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVAbstractPlusDrugs1">Hall JE</a>. Antihypertensive effect of alpha- and beta-adrenergic blockade in obese and lean hypertensive subjects. <a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'Am%20J%20Hypertens.');">Am J Hypertens.</a> 2001;14(7 Pt 1):694-698.</p>
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		<title>A importância do Personal Training na prescrição de exercícios físicos para cardiopatas</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 06:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Física]]></category>
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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Wagner Dantas (Doutorando em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP e Docente do Curso de Certificação em Prescrição de Exercícios Personalizados para Grupos Especiais- Personal Trainer)</p>
<p>Desde 1970, as doenças do aparelho circulatório têm sido o principal grupo de causas de morte no Brasil devido ao aumento da expectativa de vida e da prevalência de fatores de risco para a doença cardiovascular (DCV). A mortalidade cardiovascular total por infarto agudo do miocárdio (IAM) no Brasil em 2005 foi da ordem de 64.455 pessoas, correspondendo a 28,2% do total de óbitos no país em ambos os sexos, situando entre a segunda principal causa de gastos com assistência médica <sup>1</sup>.  De acordo com organizações médicas como <em>American Heart Association</em> (AHA) e <em>Organização Mundial de Saúde</em> (OMS) vários fatores como o tabagismo, obesidade, dislipidemias e inatividade física são responsáveis pela maior parte das mortes por DCV.</p>
<p><span id="more-586"></span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1774" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="dsc05046" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/10/dsc05046.jpg" alt="" width="251" height="188" /></p>
<p>A reabilitação cardiovascular caracteriza-se por ser um processo de terapia multidisciplinar para desenvolvimento e manutenção dos níveis de atividade física. Programas formais de reabilitação cardíaca efetivamente melhoram a capacidade funcional, reduzem a mortalidade cardiovascular, melhoram os sintomas relacionados com a isquemia miocárdica, promovem reversão da aterosclerose e reduzem o risco de eventos coronarianos subseqüentes <sup>2,3</sup>. É necessário reconhecer que os recursos monetários para saúde são limitados, seja no sistema público seja no privado. A análise de custo deve relacionar o gasto financeiro do atendimento médico com o efeito observado sobre a saúde, como melhoria na expectativa de vida e redução de mortalidade, por exemplo. A relação custo-efetividade é um dos três métodos de comparação entre tratamentos. Em Cardiologia, a avaliação em termos de custo-efetividade tem sido utilizada para a comparação entre diferentes modalidades terapêuticas, considerando o custo e o número de vidas necessárias para salvar uma vida em um ano <sup>2</sup>. Um programa de reabilitação cardiovascular necessita de 112 a 187 pessoas <sup>4</sup> para conseguir salvar uma vida (NNT- <em>number need to treat</em> ) apenas estando abaixo dos β- bloqueadores que necessitam de 84 pessoas para conseguir salvar uma vida <sup>5</sup> . Os custos médios de uma cirurgia de revascularização do miocárdio e angioplastia transluminal percutânea no Brasil estão em torno de R$ 11.778,96 <sup>6</sup> e R$ 9.234,96 <sup>7</sup>, respectivamente, não contabilizados os honorários médicos. Imaginando-se o custo de um programa de reabilitação cardiovascular em torno de R$ 500,00, o preço da cirurgia de revascularização do miocárdio pagaria quase 2 anos de um programa de reabilitação cardiovascular e a angioplastia transluminal percutânea pagaria quase 1 ano e 7 meses de um programa de reabilitação cardiovascular.</p>
<p>Portanto, são fortes os argumentos quanto ao grau de recomendação e nível de evidências de melhora clínica e metabólica dessa população através do exercício físico. O papel do profissional de Educação Física através do personal training é de extrema importância nessa população tendo em vista o conhecimento das particularidades da prescrição, organização, sistematização e controle do exercício físico para essa população.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>1-    (LOTUFO, P. A. IN: <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Tratado de Cardiologia da SOCESP</span></em></strong>, vol. 1, 2º Ed. Pág. 7-16; 2009.</p>
<p>2-    REBELO, F. P. V. R. et al. Resultado Clínico e Econômico de um programa de reabilitação cardiopulmonar e metabólica. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Arq Bras Cardiol</span></em></strong> 2007; 88(3): 321-328.</p>
<p>3-    HAMBRECHT, R. et al. Percutaneous Coronary Angioplasty Compared With Exercise Training in Patients with Stable Coronary Artery Disease: A Randomized Trial. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Circulation</span></em></strong>. 2004; 109:1371-1378.</p>
<p>4-    OLDRIDGE, N. et al. Number needed to treat in cardiac rehabilitation. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">J Cardiopulm Rehabil</span></em></strong><span style="text-decoration: underline;">.</span> 2002 Jan-Feb; 22(1):22-30.</p>
<p>5-    LINDSAY J. et al. Beta-blockers in heart failure<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10459932?ordinalpos=19&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_DefaultReportPanel.Pubmed_RVDocSum">.</a> <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Lancet</span></em></strong><span style="text-decoration: underline;">. </span>1999 Mar 20; 353(9157): 1011-2.</p>
<p>6-    HADDAD, N. et al. Custos Hospitalares da Cirurgia de Revascularização do Miocárdio em Pacientes Coronarianos Eletivos. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Arq Bras Cardiol</span></em></strong> 2007; 88(4): 418-423.</p>
<p>7-     ALMEIDA, R. M. S. Revascularização do miocárdio &#8211; estudo comparativo do custo da cirurgia convencional e da angioplastia transluminal percutânea. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Rev Bras Cir Cardiovasc</span></em></strong>. 2005; 20: 142-8.</p>
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		<title>Esta é a oportunidade de ser um Personal Trainer diferenciado &#8211; Prescrição de Exercício para Grupos Especiais</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 04:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Equipe Mais Vida</p>
<p><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/10/stockxpertcom_id14062741_jpg_58f32c5b9596829e1ffe96c7d1131f121.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-644" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="stockxpertcom_id14062741_jpg_58f32c5b9596829e1ffe96c7d1131f121" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/10/stockxpertcom_id14062741_jpg_58f32c5b9596829e1ffe96c7d1131f121.jpg" alt="" width="130" height="194" /></a>Você sabia que prescrever exercícios para grupos especiais como cardiopatas, diabéticos, obesos e lesionados músculo-esqueléticos é uma tarefa que exige conhecimentos específicos e cuidados especias? Em razão disso e de ser uma população que cresce a cada dia em nossa sociedade foi criado o Método Mais Vida®.</p>
<p>O Método Mais Vida® é um sistema estruturado pelo conhecimento teórico-prático e competências, para capacitação e gestão profissional, implantação de programa de treinamento personalizado (Personal Training) nos locais credenciados.</p>
<p>Para isso desenvolvemos um curso de certificação prescrição de exercícios personalizados para diversos perfis de clientes entre eles obesos, diabéticos, cardiopatas, idosos e portadores de lesão músculo-esquelética.</p>
<p><strong>Curso para Certificação</strong></p>
<ul>
<li>Curso de capacitação com corpo docente altamente qualificado, mestres e doutores com grande experiência em prescrição de exercícios personalizados</li>
<li>Conteúdo aprofundado que fará a diferença (40% teórico e 60% prático)</li>
<li>Interação online através de fóruns de discussão</li>
<li>Avaliação teórica e prática ao final de cada módulo como critério de aprovação</li>
</ul>
<h3><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000080;">Além da certificação, Método Mais Vida® também realiza a gestão dos profissionais.</span></span></h3>
<p><strong><span>Gestão de Carreira Profissional</span></strong></p>
<ul class="unIndentedList">
<li>Participação de uma equipe qualificada com o agenciamento para os pontos de atendimento com o Método Mais Vida<sup>®</sup>.</li>
<li>Gerenciamento constante da carreira do profissional e empregabilidade</li>
<li>Plano de carreira e planejamento para se tornar um palestrante, coordenador e gestor em clínicas, academias e locais onde o Método Mais Vida<sup>®</sup>for implantado.</li>
</ul>
<div>Mais informações acesse: <a href="http://www.metodomaisvida.com.br/curso-para-certificacao/" target="_blank">Currso para certificação</a></div>
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		<title>Infarto do miocárdio no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 08:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; color: #003399; font-size: x-large;">Grupos Especiais &#8211; Angina e infarto do miocárdio<br />
</span></strong></p>
<div><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><em>Altamiro Ribeiro Dias</em></span></div>
<p><img src="http://www2.brasil-rotario.com.br/revista/materias/rev970/imagens/coracao.jpg" alt="" hspace="10" width="175" height="214" align="right" /><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A chamada doença isquêmica do coração resulta do inadequado suprimento de sangue ao músculo cardíaco, quer em condições de exercícios, quer em repouso, nos casos com obstruções mais severas.<br />
O coração é nutrido pelas artérias coronárias, direita e esquerda, as quais estabelecem entre si várias intercomunicações, o que é chamado de circulação colateral. Assim é que, havendo obstrução de um ramo coronário, a região que é suprida por esse ramo poderá receber sangue de outros ramos, através da circulação colateral. Desse balanço, poderá acontecer falta de sangue em uma determinada região do coração.<br />
A obstrução citada deriva de uma deposição de lípides ou gorduras, na parede do vaso, o qual vai ficando espesso lenta e progressivamente. Quando essa obstrução passa a representar cerca de 70% de perda da luz do vaso, em geral começa a haver repercussão do fenômeno em evolução; ou seja, a doença pode estar estabelecida e vir evoluindo silenciosamente, sem que o paciente sinta algo e tenha idéia do que está acontecendo em seu próprio coração.<br />
Em outros pacientes, poderá surgir a dor após esforços, após a alimentação, durante o coito, entre outros. Poderá, também, acontecer, que sobre aquela placa formada dentro da artéria pela deposição de gorduras, ocorra uma súbita ruptura e/ou a formação de um trombo, com súbita oclusão total do vaso, interrompendo-se, abruptamente, o fluxo sanguíneo para uma extensão maior ou menor de miocárdio, o qual ficará sem irrigação, vindo a necrosar, isto é, morrer. Este fenômeno é o infarto do miocárdio, ou seja, perda de músculo cardíaco, que se transforma em cicatriz. Caso a área de músculo perdida seja muito grande, o dano funcional será também grande, ou seja, o coração perde a sua capacidade de propelir o sangue para manter a circulação. O paciente entra naquele quadro de insuficiência cardíaca aguda, que pode reverter com tratamento ou evoluir, desfavoravelmente, para óbito. Essa doença tem grande importância social pela sua elevada incidência.<br />
<span id="more-204"></span>Nos Estados Unidos, ocorrem cerca de 1,5 milhão de infartos ao ano, em pessoas com mais de 45 anos e menos de 65 anos de idade. Cerca de 500 mil destas pessoas morrem e 650 mil, com diferentes tratamentos instituídos, recuperam-se incompletamente. O país gasta cerca de 75 bilhões de dólares anuais, somente no tratamento de pacientes com doenças das artérias coronárias.<br />
Estima-se que no Brasil a incidência anual de infartos do miocárdio seja de 900 mil ao ano, dos quais apenas 600 mil pacientes se recuperam. Não há dados confiáveis sobre o montante de investimentos no manuseio da doença isquêmica no Brasil.<br />
Existem diferentes estudos sobre os mecanismos envolvidos na gênese dessa doença, porém é incontestável que há fatores que favorecem a sua maior incidência e maior gravidade. São os chamados fatores de risco para a doença isquêmica do coração, dentre os quais destacamos:</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 10px;"><strong>a) Fator genético:</strong> sua importância é incontestável, pois sabe-se que famílias em que os ascendentes têm doença isquêmica do coração, certamente a incidência será maior nos descendentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>b) Pressão arterial elevada:</strong> a pressão arterial elevada traz grandes malefícios para o organismo como um todo, vindo a triplicar os riscos de doenças cardiovasculares. Os portadores de pressão alta devem ser avaliados e tratados com rigor.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>c) Diabetes:</strong> o diabetes também compromete o organismo como um todo, devendo ser tratado cuidadosamente. O exame de fundo de olho pode evidenciar na artéria central da retina alterações em pacientes que ainda não sabem que são diabéticos, pois não fazem dosagens periódicas de açúcar no sangue. Em homens, o diabetes dobra o risco de doenças cardiovasculares, enquanto quintuplica esse risco nas mulheres.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>d) Alterações nas gorduras sanguíneas:</strong> em particular, níveis elevados de colesterol no mínimo triplicam os riscos de doenças cardíacas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>e) Obesidade:</strong> o obeso é duas vezes mais propenso a ter doenças do coração.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>f) Tabagismo:</strong> o hábito de fumar favorece a elevada incidência de várias doenças graves, tais como: o câncer de pulmão, enfisema pulmonar, câncer de bexiga, entre outros. Entretanto, o tabagismo contribui, decisivamente, para a elevada incidência de doenças cardiovasculares, havendo inúmeros trabalhos que correlacionam quantidades de cigarros fumados por dia com freqüências maiores de diferentes doenças. É bem documentado o fato de que a pessoa que fuma 20 cigarros ao dia tem três vezes mais chances de ter um infarto do que um não-fumante.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>g) Sedentarismo:</strong> em comparação ao indivíduo fisicamente ativo, o sedentário tem 40% a mais de probabilidades de sofrer um infarto.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>h) Estresse:</strong> o estresse duplica a possibilidade da ocorrência de distúrbios cardiovasculares.<br />
Vemos que, com exceção do fator genético, as pessoas podem e devem interferir diretamente no diagnóstico, prevenção e tratamento dos demais fatores de risco.<br />
É recomendável, acima de 40 anos de idade, a realização anual de um exame preventivo não em relação apenas à doença isquêmica do coração, bem como a outras enfermidades, tais como tumores ginecológicos nas mulheres, câncer de próstata nos homens, entre outros.<br />
É sempre melhor prevenir do que remediar. Cabe às pessoas cuidarem de si, afastando riscos potenciais de diferentes doenças, para que desfrutem ao máximo uma condição saudável e agradável de vida.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Infarto do miocárdio</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 08:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h1><span style="color: #008000;">Infarto do miocárdio:<br />
Você conhece as causas?</span></h1>
<address><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Muitas vezes nos deparamos com ocorrências de infarto do miocárdio em pessoas que aparentemente não faziam parte dos grupos de risco, ou seja, eram aparentemente saudáveis, não-fumantes, sem problemas com hipertensão, colesterol elevado e diabetes, e sem histórico familiar de doenças do coração. Mas, mesmo assim, o infarto veio fulminante.<br />
</span><a href="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cyro1.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1401" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="cyro1" src="http://www.arturmonteiro.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cyro1.jpg" alt="" width="210" height="194" /></a><span style="font-style: normal;">O acontecimento é menos raro do que parece. Dados do Instituto do Coração mostram que cerca de 40% dos pacientes de doenças coronarianas não apresentam os chamados fatores clássicos de risco. A ocorrência é mais preocupante quando se sabe que as doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte no Brasil, 33% do total. De cada dez vítimas, seis, em média, são do sexo masculino.</span></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Para explicar como o infarto do miocárdio acontece, imagine uma bomba (o coração) em constante funcionamento, enviando sangue para todo o corpo, se contraindo e relaxando mais de 100 mil vezes por dia. Para que a bomba não perca a potência, é indispensável um bom suprimento de &#8220;combustível&#8221;, o sangue com oxigênio e nutrientes transportado pelas coronárias, artérias que irrigam o coração.</span></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Mesmo que o coração esteja saudável, uma obstrução no trajeto, dependendo do tamanho, pode fazê-lo diminuir o ritmo de bombeamento do sangue, provocando desde angina (dor no peito) até a morte súbita.</span></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><span id="more-200"></span><span style="font-style: normal;">Segundo o diretor da Unidade Clínica de Aterosclerose do Instituto do Coração, Protásio Lemos da Luz, em 40% dos casos de doença coronária, a primeira manifestação é o infarto, com índice médio de mortalidade de 8%. O estudo foi feito com 1.600 enfartados atendidos pelo hospital. Por isso, continua o médico, a importância de exames preventivos de rotina, que possam identificar aterosclerose a partir dos 35 anos.</span></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Para o médico, a avaliação preventiva busca identificar a doença vascular e impedir a formação dos depósitos de gordura que podem se acumular durante anos. O doutor Protásio Lemos da Luz afirma, contudo, que se houve casos familiares de colesterol elevado ou problemas cardiovasculares, é recomendável que as avaliações acontecem a partir dos 20 anos.</span></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">O Coordenador  da Unidade Coronária do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo,  Luiz Francisco Cardoso, explica que &#8220;muita gente desconhece que uma dor na barriga ou no braço, por exemplo, pode ser sintoma de infarto e atrasa a ida para o hospital. A demora vai comprometendo o músculo (miocárdio) e, seis horas depois, o paciente pode ter a falência da bomba cardíaca&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Entenda o infarto do miocárdio:</span></span></span><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;"><br />
É uma lesão no músculo cardíaco causada pela obstrução da artéria coronária, responsável pela irrigação do coração. Quando a artéria entope, parte do músculo cardíaco (miocárdio) deixa de receber sangue e nutrientes. Cerca de 20 minutos depois, essa privação mata os tecidos da região atingida. Quanto maior a artéria bloqueada, maior a área afetada.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Sintomas:</span></span></span><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;"><br />
- dor ou forte pressão no peito;<br />
- dor no peito refletindo nos ombros, braço esquerdo (ou os dois) pescoço e maxilar;<br />
- dor abdominal;<br />
- suor, palidez, falta de ar, perda temporária de consciência, sensação de morte eminente;<br />
- náuseas e vômitos.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Fatores de risco:</span></span></span><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;"><br />
- histórico familiar de doença coronariana;<br />
- idade (a partir dos 60 anos);<br />
- colesterol alto;<br />
- triglicérides elevado;<br />
- hipertensão arterial;<br />
- obesidade;<br />
- diabetes;<br />
- fumo;<br />
- estresse;<br />
- sedentarismo.</span></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;">Como se prevenir:</span></span></span><span style="font-style: normal;"><span style="font-style: normal;"><br />
- alimentação balanceada (pobre em gorduras animais);<br />
- manter o peso sob controle;<br />
- praticar exercícios;<br />
- exames de prevenção (avaliação médica periódica, eletrocardiograma de repouso, hemograma, colesterol, triglicérides, glicose e teste de esforço).</span></span></p>
</address>
</div>
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		<title>Hipertensão</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardiopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>

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		<description><![CDATA[0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1264ce;"><strong>Grupos Especiais &#8211; Hipertensão</strong></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #1264ce;"><strong>O que é hipertensão?</strong></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/hipertensao.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-117" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="hipertensao" src="http://www.metodomaisvida.com.br/wp-content/uploads/2009/07/hipertensao.jpg" alt="" width="215" height="257" /></a>A hipertensão arterial é uma tensão ou pressão muito elevada nas artérias.<br />
Esta elevação anormal da pressão é muitas vezes permanente. A hipertensão é uma doença grave e freqüente que pode levar a sérios problemas (crise cardíaca, AVC, problemas renais&#8230;) quando não é corretamente tratada.</p>
<p>Na Brasil, estima-se que aproximadamente 15% da população sofre de hipertensão, sendo que a maioria desconhece ser portadora da doença.</p>
<p>Existe a hipertensão sistólica, que é a pressão máxima nas artérias, quando o coração (ventrículo esquerdo) expulsa o sangue na aorta, e existe a hipertensão diastólica, que é a pressão arterial mínima, quando o sangue é evacuado da aorta.<span id="more-56"></span></p>
<p>A hipertensão pode ser medida graças a aparelhos que auxiliam a medir a pressão sangüínea, como o tensiômetro automático (pode auto-medição), ou o esfigmomanômetro ligado a um estetoscópio.</p>
<table style="width: 551px; height: 202px;" border="0" cellspacing="2" cellpadding="5" width="551">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="186" bgcolor="#ccff99">
<p class="Style49" align="center"><strong>Dicas</strong></p>
<p class="Style49" align="center"><strong>Medição da tensão</strong></p>
</td>
<td width="388" height="110" bgcolor="#ccffcc"><span class="Style49"><strong><span style="color: #009900;">1</span></strong></span> &#8211; Quando for medir sua tensão, <strong>tente descansar 5 minutos</strong> antes e sentar-se em algum lugar confortável. Sua pressão estará mais próxima da realidade e deverá teoricamente abaixar.</td>
</tr>
<tr>
<td height="84" bgcolor="#ccffcc"><span class="Style49"><strong><span style="color: #009900;">2</span></strong></span> &#8211; Tente medir sua pressão se possível sempre no <strong>mesmo horário</strong>, isso ajudará a analisar melhor os resultados.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span class="Style50"><strong><span style="color: #ff0000;">Atenção</span></strong></span> : A hipertensão é uma doença que se desenvolve lenta e silenciosamente, e é isso que a torna perigosa. Muitas vezes ela não apresenta sintomas, ainda que o coração já esteja sendo prejudicado e é por isso mesmo que consultar regularmente o seu médico (todo ano ou a cada 6 meses), para checar a sua tensão é aconselhável. Você mesmo também pode medir sua tensão com a ajuda de um tensiômetro pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p align="justify"><strong>Quais as causas da Hipertensão?</strong></p>
<p align="justify">Novente porcento dos casos de hipertensão não têm suas causas claramente definidas, estamos falando da hipertensão arterial essencial ou primária.</p>
<p align="justify">Entretanto, alguns fatores podem influenciar esta hipertensão essencial (alimentação muito gordurosa, genética, estresse, idade, obesidade, remédios, &#8230;)</p>
<p align="justify">- Em 10% dos casos em que conhecemos as causas da hipertensão, falamos de hipertensão secundária. As causas desta hipertensão podem ser: problema do sistema renina-angiotensina (hormonal), problemas renais, arteriosclerose,&#8230;</p>
<p align="justify"><span style="color: #1264ce;"><strong>Quais os sintomas</strong></span><a name="sintomas"></a><span style="color: #1264ce;"><strong> da hipertensão?</strong></span></p>
<p align="justify">Geralmente a hipertensão arterial é uma doença que não apresenta sintomas alarmantes ou claramente identificáveis. É isto que a torna perigosa e nociva. Muitas pessoas ignoram que sofrem de hipertensão! Estima-se que este número chega a 1/3 das pessoas atingidas.</p>
<p>É por isso que um controle regular para medir sua tensão no médico ou na farmácia é muito aconselhável. Aliás, é importante medir várias vezes sua pressão para melhor exatidão.<br />
Às vezes, em algumas pessoas, como as que sofrem de hipertensão grave, os sintomas podem ser mais fáceis de serem identificados, por exempl dores de cabeça, problemas na vista, tonturas, fadiga, inquietação, zumbido no ouvido, sangramento no nariz, palpitações, &#8230;</p>
<p>Atençã Consulte sempre um médico para diagnosticar qualquer sintoma, os aqui listados servem apenas como base e podem também ser sintomas de outras doenças.</p>
<p><strong><span style="color: #1264ce;">Quando falamos</span><a name="falamos"></a><span style="color: #1264ce;"> de hipertensão ?</span></strong></p>
<p align="justify">Geralmente falamos de hipertensão quando a pressão diastólica (mínima) é superior a 90mmHg (=9cm de mercúrio) e quando a pressão sistólica é superior a 150mmHh (=15cm de mercúrio). Ver a tabela abaixo.<br />
Podemos resumir os valores em uma tabela, observem que com determinadas idades os valores podem variar ( os limites inferiores podem aumentar).</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="3" width="99%" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
<tr bgcolor="#009900">
<td width="29%" height="54">
<div>**Observação sobre a pressão sangüínea</div>
</td>
<td width="37%">
<div><strong>Pressão diastólica </strong><strong><br />
<strong>(em *mmHg)</strong></strong></div>
</td>
<td width="34%">
<div><strong>Pressão sistólica </strong><strong><br />
<strong>(em *mmHg)</strong></strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="51">
<div><em>°*pressão boa a excelente</em></div>
</td>
<td>
<div>abaixo de <strong>80</strong></div>
</td>
<td>
<div>abaixo de <strong>120</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="50">
<div><em>pressão normal</em></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>80</strong> e <strong>85</strong></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>120</strong> e <strong>130</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="50">
<div><em>limite antes da hipertensão</em></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>85</strong> e <strong>90</strong></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>130</strong> e <strong>140</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td>
<div><em>hipertensão leve a moderada</em></div>
</td>
<td height="50">
<div>entre <strong>90</strong> e <strong>100</strong></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>140</strong> e <strong>150</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="50">
<div><em>hipertensão moderada a grave</em></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>100</strong> e <strong>110</strong></div>
</td>
<td>
<div>entre <strong>160</strong> e <strong>170</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="50">
<div><em>hipertensão elevada a grave</em></div>
</td>
<td>
<div><strong>110</strong> e <strong>mais</strong></div>
</td>
<td>
<div><strong>170</strong> e <strong>mais</strong></div>
</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ccffcc">
<td height="50">
<div><em>°hipertensão sistólica (unicamente)</em></div>
</td>
<td>
<div>abaixo de <strong>90</strong></div>
</td>
<td>
<div><strong>140 </strong>e<strong> mais</strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">* às vezes utilizamos também valores em centímetros de mercúrio, assim, por exemplo, 80 mmHg é o igual a 8cmHg. Divide-se o valor por 10. Dizemos oralmente que a pessoa tem uma pressão 9/13, quer dizer, 90 mmHg como pressão diastólica e 130 mmHg como pressão sistólica.</p>
<p>** Valores puramente indicativos, queira consultar um médico para qualquer diagnóstico<br />
.<br />
° Geralmente as hipertensões sistólicas (unicamente) estão muito ligadas às emoções. Em todo caso de hipertensão averiguada, queria consultar um médico.</p>
<p><em>°*</em> Abaixo de uma determinada pressão, podemos falar também em hipotensão. Para qualquer dúvida e tratamento, peça conselhos ao seu médico.</p>
<p><span style="color: #1264ce;"><strong>Quais os perigos que a hipertensão pode ocasionar para a saúde?</strong></span><strong>- </strong>AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como ataque cerebral ou derrame</p>
<p><strong>- </strong>Ataque cardíaco (infarto do miocárdio)</p>
<p><strong>- </strong>Insuficiência cardíaca</p>
<p><strong>- </strong>Problemas renais (insuficiência renal)</p>
<p><strong>- </strong>Impotência</p>
<p><strong>- </strong>Problemas na vista</p>
<p><strong>- </strong>Arteriosclerose</p>
<p><strong>- </strong>etc.</p>
<p><strong>- </strong>Ou seja, é muito importante tratar esta doença.</p>
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